
Os personagens eram fascinantes, tendo como protagonista a beleza da paisagem sul matogressense. O espectador foi enfeitiçado pelo Velho do Rio (o curandeiro vivido por Cláudio Marzo) e caiu nas graças do folhetim dirigido por Jayme Monjardim. Quem não lembra da doce Muda (de Andréa Richa), a safadinha Guta (de Luciene “por onde anda?” Adami), o José Leôncio (criado por um Paulo Gorgulho tinindo de novo) e até Almir Satter (que ficou conhecido nacionalmente com seu Trindade)? Isso sem falar de Marcos Palmeira, que também estreava na TV.
Assistindo à parte do capítulo de ontem, deu para rever as dificuldades tecnológicas de 18 anos atrás e a troca da abertura - preferia a da Nani Venâncio mergulhando ao som do Sagrado Coração da Terra do que a atual (mal feita como as novas do Hans Donner). No entanto, vale conferir o potencial de José Dumont e de Cássia Kiss (perfeitos!) já naquela época e matar as saudades de um Brasil que encantou os brasileiros.
2 comentários:
Cara, tá foda, hein... Vc anda vendo Raul Gil, sabe quem é quem no côro do 'Altas Horas', tá vendo a sei lá quem como Mutante na Record, Pantanal no SBT... Ih, sei lá, hein, Karlita... Vc tá estranha...
AHAHAHAHAHA
amiga, força do trabalho... KKK... mentira! tenho um vício: ver tv. Tudo o q for bom ou ruim... tá passando eu tô vendo...
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