Uma jornalista, cabeça a mil. Vontade de debater o mundo que me rodeia, comentar o dia-a-dia, trocar ideias livremente. A busca por um espaço democrático onde pudesse exercer minha criatividade e mostrar minha visão da vida resultou em "Crônicas de Saias".

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Comer, rezar, amar

“Comer, rezar, amar” chegou às telas na última sexta-feira (dia 1º). Tô curiosa. Me falaram muito bem do livro, mas não o li. No filme, a atriz Julia Roberts, no papel da autora Elizabeth Gilbert, e Javier Bardem, para o seu par romântico, o brasileiro Felipe.
A história é baseada em fatos reais e conta a trajetória de Liz que, apesar do sucesso profissional e pessoal, sente-se vazia. A escritora decide reencontrar os seus prazeres perdidos, como o gosto pela boa comida. Ou o conforto de uma religião, principalmente uma exótica para os ocidentais. Por isso, ela escolhe visitar a Itália e Índia, respectivamente. A Tailândia é escolhida para que Liz possa se reencontrar com um guru, que tinha previsto que ela voltaria. Mas lá ela encontra o terceiro caminho desse tripé, ao conhecer Felipe.
Vou conferir!

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

A melhor hora do dia...

E por falar em gostar de dor, acredito que esta tara não é só do meu querido. A academia, quanto mais próximo estamos do verão, mais vai enchendo. O banheiro é disputado a tapa. E os comentários são do mais alto nível:
"Minha bunda já tá ficando durinha... Na semana q vem, já troco de série."
"Agora já tô pegando 500 quilos em cada panturrilha..."
"Estou há quase três horas puxando ferro. Olha meu braço..."
"Ah, só uma horinha não dá para nada!"
Ufa...
Só de olhar dá preguiça de existir. Não rola de fazer amizade em academia, né?
Eu, por exemplo, ia conversar o quê? Que quanto mais rápido eu fugir dali mais fico satisfeita?!... rsrs
Sim, é um mal necessário. Então, eu vou. Ainda não inventaram uma pílula que nos faça saudáveis e magras de um dia para o outro. Então, eu malho a minha hora, faço a minha parte e fico feliz da vida, suando em bicas e com a cara vermelha como um tomate. Mas realmente não me vejo passando 1/3 do meu dia trancafiada ali.
Trato de tomar minha ducha e caio fora.
esta, sim, é a melhor hora do dia...

Progredindo...

Continuo afirmando que não sei mesmo que bem todo é este que dizem que os exercícios fazem ao corpo. O meu dói sem parar há dias. Quando não é a lombar, é a bunda, quando não é a bunda, é o pé, quando não é o pé, é a asa, quando não é uma coisa é outra. Cruzes credo!
Meu namorido (tb passando por uma fase geração saúde) chegou a me confessar que gosta desta "dorzinha". Eu , não! Deus me livre... Sou uma mulher que gosta de se sentir bem. Este negócio de dor não é a minha praia...
Sim, sim, dá uma sensação de dever cumprido com a gente mesmo, mas paro por aqui. Tb tá bom, né?
para quem só fazia levantamento de copo, até que estou progredindo...

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

"You are so beautiful..."

A comunidade solidária realmente me comove. E me diverte vez ou outra. Hoje, estava eu saltando do meu transporte próximo ao meu trabalho quando, sem prestar atenção, quase fui atropelada pelo entregador de água que vinha de bicicleta. Culpa minha! Imagina, uma tragédia em frente à empresa onde trabalho, onde conheço todo o mundo, logo pela manhã, numa sexta-feira.
Se fosse eu, teria no mínimo xingado aquela fdp, à toa, lesada que não presta atenção em nada logo de manahã: euzinha aqui. Bem, em vez disso, o entregador freou a bicicleta quase em cima de mim, abriu um sorriso e começou a cantar aos berros:
..."YOU ARE SO BEAUTIFUL... TO ME..."
..."YOU ARE SO BEAUTIFUL... TO ME..."
Não preciso dizer que toda a população em volta começou a rir, inclusive eu.
Detalhe: o rapaz só tinha dois dentes.
rsrs...
Ganhei o dia!

Festival do Rio: começa hoje!

É hoje. Finalmente começa no Rio o Festival do Rio 2010. A 11ª edição do evento tem mais de 300 filmes de 60 países, sendo 87 brasileiros. Entre os filmes escolhidos estão blockbusters, mas tb tem umas coisas que ainda nem chegaram a grande circuito. E tem para todos os gostos.
Todo ano eu me preparo para ir. Não dá para comparecer em tudo - óbvio! - mas dá para curtir e com pouca grana, pq muitas exibições são baratinhas, baratinhas.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Variações sobre o mesmo tema

Lá vou eu me assanhar a palpitar sobre futebol. Na verdade, só me atrevo a falar de novo - depois de passar por diversas pitos - pq este é um assunto que se refere às relações humanas e não só ao esporte mais popular do país. Falo de Neymar.
Tenho acompanhado o problema do ídolo adolescente e me espanta que as pessoas estejam tão surpresas quanto às suas reações. Ah, gente, Neymar é um aborrescente que veio da pobreza e se viu de repente dono de tanta grana e poder que nem sabe mais como lidar com eles!... E só.
Para mim, o mau jeito, os palavrões e a falta de educação do moço em campo são reflexos da falta de maturidade da idade somada a um egocentrismo imenso, típico da época. É claro que tudo isso temperado pela fama é demais para a cabecinha de qualquer um que não tenha tido uma base muito sólida. Ainda mais depois da saída de Robinho, que era parceiro e já era mais crescidinho...
Culpa do futebol? Não sei.
Fato é que o tema vem sendo discutido desde a época de Romário e Edmundo e ganhou força nos últimos meses por conta do caso Elisa Samúdio e a possibilidade do goleiro Bruno (ex do Flamengo) estar envolvido. Estes meninos não têm estrutura para segurar esta onda de fama, grana, mulheres, mundo aos seus pés... tem que haver alguma consciência dos clubes em relação a isso. Terapia seria uma boa opção para todos, quem sabe?
Em vez disso, o que tem sido feito? Nada.
O caso do técnico Dorival Junior - do Santos (que foi demitido depois de suspender Neymar, que bem merecia não só um castigo quanto umas boas palmadas na bunda) é prova disso. Não importa o jogador, o que ele vai fazer, como vai se portar. O que importa é o resultado para o clube e, de certa forma, Dorival sabia disso quando afirmou em coletiva que sua atitude "talvez" não fosse boa para o clube, mas para o Neymar ia surtir bom efeito.
Resumo da ópera: o menino mimado tinha que ser colocado em seu lugar. Mas isso não gera lucros, o clube vai contra.
E assim será... Sempre. Pelo menos até q os cartolas do futebol se toquem do mal que eles fazem também para a sociedade que vêem seus ídolos como referência.

Um beijo

Quero dar meu abraço apertado e um beijo estalado - mesmo que virtuais - no meu amigo e ilustre leitor deste espaço.com, Marcio Mará. Jornalista esportivo de primeira, pessoa sensível, amigo até debaixo d'água...
Feliz aniversário, queridão!

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Em pandarecos...

Muito cansaço nesta semana. Trabalhei feito um camelo. Trabalhei na maior feira de petróleo da América Latina. O nome é pomposo, né? E as distâncias dentro dela correspondiam à sua grandiosidade. Tô cheia de calos, com a lombar em pandarecos.
Ou seja, estou exaurida.
Que bom que a programação do finde conta com namorado, casa, cachorro e chope com amigos queridos.
Ufa!!

O pior da novela das oito

Ouvi dizer, feliz da vida, que a personagem Diana, vivida por Carolina Dieckman na novelas das oito vai morrer. Ufa, graças a Deus! Talvez assim o núcleo que a envolve fique mais interessante. Para mim, é o pior de toda a novela, que asssisto todos os dias, diga-se de passagem.
Sou noveleira convicta mesmo e estou para escrever há tempos sobre o tema, por isso aproveitei o momento. Cá entre nós, a moça é insuportável. Papelzinho escroto esse! Ainda não sei dizer se gosto menos da personagem por conta da história mesmo ou se a própria Carolina não me agrada e por isso desconto em Diana.
Acreditem: quando surgem as cenas dela com Mauro - de Rodrigo Lombardi - saio da sala. Não concordo com o fato da personagem ter todo aquele ar de boa moça e ter trocado um amigo pelo outro e ter se casado em toque de caixa. Depois resolve gostar do anterior e tem um caso com ele na casa em que mora toda a família, ou seja, embaixo do nariz de todos. Esta coisa de menininha vivida por Dieckman que já ultrapassa os 30 chega a ser brincadeira com o espectador. Ou seja, não colou mesmo.
Soube inclusive que a personagem não agradou nos grupo sde discussão e o autor resolveu eliminá-la. Ou será que isso já estava previsto? Não sei... Mas estou contente com a decisão.
Rodrigo Lombardi, coitado, tb não teve sorte com seu Mauro. O papel é inconsistente e insiste num lado moralista que tb não tem nada a ver com suas atitudes. E a amiga? Tão mal vivido que nem lembro o seu nome. E ainda tem o Gerson, de Marcelo Anthony. De doer.
Enfim, já vai tarde...

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Niver

Querida avozinha,
por onde quer que vc ande, saiba que não esqueci seu niver. Festeira como eu, sei que vc gostaria de saber isso. Feliz aniversário. Paz, amor e luz para ti.
Com amor,
K.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Vamos votar!

Tô impressionada com a quantidade de pessoas que tenho ouvido reclamar do fato de poder votar. Inacreditável. Votar no Brasil virou um fardo, um dia a menos de descanso (já que a eleição é dia de domingo), uma obrigação sem sentido, 50 minutos a mais de programação na tv tomado por esta corja de marginais (digo de políticos).
Lamento muito esta visão do brasileiro. Falo de uma maneira geral pq não acredito que esta sensação seja uma coisa restrita a determinado grupo. Votar é um saco para todos! Já ouvi isso no transporte, no elevador, nas filas de banco, em reuniões de bar, no trabalho... Ou seja, são grupos distintos de classes sociais diversas.
Uma pena.
O Brasil viveu anos e anos de ditadura nos quais o que mais se almejava era a democracia, a possibilidade de colocar no poder quem mais se identificasse com a nossa ideologia, a eleição de um governo de verdade. Muita dor e sofrimento foram gerados por conta disso. Vou além disso: teve muita gente que deu sua vida por esta opção.
E hoje só ouço gente reclamando... Uma pena realmente.
Na verdade, acredito que chegamos ao que somos hoje por conta deste período. No bom e mau sentidos.
Estamos num momento de transformação. Só agora estamos amadurecendo para o processo democrático, tendo uma imprensa livre, gente que se deu bem durante décadas sendo desmascarada. Demora? Claro que sim. Ainda somos um país jovem e desde o nosso nascimento há 510 anos somos vítimas de estirpadores. Não precisamos ir muito longe para ver isso: está tudo nos livros de História. Não é exatamente uma novidade.
Resultado desta época é a quantidade de gente que ainda compra voto em troca de chuveiros, ferros elétricos, panelas de pressão. E acreditem que isso não está somente nas localidades perdidas no interior do Norte e Nordeste. Na Baixada Fluminense tb há casos como esses - a cerca de 20 quilômetros da capital do Rio de Janeiro. Onde há falta de informação e pobreza, é propício a este tipo de negociação.
Acho realmente que voto não deveria ser obrigatório. Ainda acredito que em breve os governantes - em função da pressão popular - possam criar um lei que não obrigue que nós, eleitores, votemos sem não tivermos este desejo. De participar, de darmos nossa contribuição. Mas para isso precisamos votar. Talvez até escolhendo gente que pense da mesma maneira... Desta forma, na próxima eleição, quem sabe, quem não queria ir lá depositar na urna sua opção não precise ter todo este "trabalho". E olha que nem entro aqui na polêmica de que é muito fácil falar mal do governo frente o qual vc se mostrou neutro.
Desta forma, porém, sei que tb os votos nulos cessariam... Muita gente que conheço anula seu voto em protesto. Se sou contra ou a favor, não vem ao caso, mas acho mesmo que se lutamos tanto por este direito, pq não buscarmos uma maneira de fazer um país melhor para nós e os nossos? Não há bons resultados de graça, sem sacrifícios.
Ver o horário eleitoral, debater com os amigos, pesquisar candidatos. Isso realmente não leva tanto tempo assim. Depende de nós a democracia e o poder que melhor nos retrate.
Pense nisso...

Prozac na veia

Voltei à fluoxetina, ou como dizem, retornei ao uso da pílula da felicidade. Não adainta ninguém vir me policiar: é com acompanhamento médico. É qua andava tão ansiosa que estava a ponto de roer as paredes.
Ai...
Agora, me sinto melhor.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Um pouco mais de paciência

Começar a semana se sentindo estressada, meio pelas tampas não é bom sinal. Não mesmo. De qq forma, não posso evitar a sensação. Os motivos são vários: problemas meus, problemas dos meus. Enfim... Chega uma hora que dá vontade de sair correndo.
Minha reação tem sido ficar na minha, calada, olhando o tempo passar. E ele vai passar, eu sei. É um momento difícil, mas conheço bem tais situações.
Me sinto uma panela de pressão. Como resolver? Abaixe o fogo e deixe-a ali, cozinhando, lentamente. Assim, não há riscos de explodir, de ninguém se machucar. O resultado é sempre bom - a vida me ensinou.
A verdade é que acumulei coisas grandes e pequenas, preocupações antigas e atuais, chetações mil do dia a dia. Como diria Lenine, preciso de "um pouco mais de paciência".

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Enfim...

Ai, o finde.......
Enfim ele...

Irritando...

Facebook, MSN, Google Talk é tudo arma do diabo. Putz! Ô, coisa chata!
Fico irritada quando a pessoa não me atende, sendo que - detalhe importante - nunca escrevo para perguntar nada. Porra, se o negócio tá ali para facilitar sua vida, pq não responder? Se tô chamando é pq preciso falar algo. Se não quer falar com ningém, desative aquela coisa e ponto.
Outra fonte de irritação: saca aquelas pessoas chatas que não têm o que dizer e ficam puxando papo? Poxa, diz logo q passou só para mandar um beijim e sai fora. Não fica alugando. Tudo bem, quando isso acontece, aviso que tô enrolada. Ou, como diz um amigo não leitor deste blog, "eu já coloco um nickname sugestivo". É verdade. Outro dia postei "Cuidado: TPM à vista", senão é impossível segurar.
Mais uma: tenho uma conhecida que reclama pq as pessoas não respondem seu e-mail no momento em que ela enviou. Putz, se é urgente, liga. Temos um manancial de novas ferramentas para contacatr as pessoas até em Marte ou em situações constrangedoras, o que quer dizer que há outros meios de falar com urgência.
Estamos precisando definitivamente de um curso sobre maneiras num mundo tecnológico.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Raridade

Tenho passado por dias em preto-e-branco. Sabe do que se trata? Quando não se vê muita cor em nada. Não estou exatamente triste, não. Estou pensativa, olhando o mundo ao redor, analisando gestos. Não, não é culpa simplesmente do cansaço por conta do trabalho, a correria para fechar projetos, o estresse de aguentar quem não entende nada do que faço e cisma em colocar um dedinho, a sua opinião, carimbar sua marca.
Eu sei, adoro me auto-medicar. Grave erro. Mas nunca - digo nunca mesmo - sugeri que o médico (especialista no assunto) me receitasse tal remédio ou pílula X. No jornalismo é diferente, né?
Fato é que estou na minha, meio de saco cheio das pessoas. Na verdade, estou desencantada (ou me desencatando) para ser mais exata. E como conviver com elas? Faço comunicação, ou seja, é impossível não ter contato com o mundo. Se ao menos tivesse escolhido ser artista plástica, cientista ou astronauta. De certa forma, tais profissões apontam para momentos mais íntimos, mais fechados, solitários até. Não é o caso.
O pior é que não me deparo com a dificuldade de lidar com qq pessoa. De repente, comecei a achar que os mais próximos estão perdendo um pouco a cor nas fotografias. Saca a questão? Comecei a vê-los mais reais, mais de carne e osso, mais humanos mesmo. Longe daquele ideal que eu mesma inventei para eles. E este processo realmente é muito dolorido.
Meu pai dizia que os amigos dele se resumiam às notas que tinha no bolso. Prefria a família. Sempre o achei radical neste sentido. "Talvez fosse a idade", pensava. Mas confesso q de uns tempos para cá passei a pensar na questão com mais atenção. Não estou falando de gente que se interessa pelo meu dinheiro. Isso, sim, seria uma piada. Uns poucos tostões no bolso não seriam o suficiente para atrair ninguém. Mas de uma maneira mais macro falo de gente que orbita em torno da gente só enquanto estamos bem, enquanto somos uma boa companhia, saudável, engraçada, de bem com a vida.
É triste pensar isso, mas é verdade. O ser humano em si é egoísta mesmo. É interesseiro. Um grande amigo, um dos nove leitores deste espaço.com, me disse q em 25 anos de carreira não fez 25 amigos. Eu acho que ele é otimista. Se ele tiver feito 10 deve agradecer a Deus. Talvez o restante seja colega, companheiros de noitadas, bons para jogar papo fora e beber umas(para quem bebe, é verdade!).
Já passei por momentos difíceis na vida e sou capaz de contar nos polegares quem continuou ao meu lado. Se eu deixei de vê-los? Sim, da maneira como era no passado. Mas de vez em quando ainda bebo umas com eles. Nada que me atinja. Só os rotulei corretamente passada a fase mais crítica.
Enfim, quem quer afinal uma pessoa chorona, derrotada, doente, triste ao seu lado? Só quem realmente for amigo. E isso, queridos, é coisa rara de se ver.
Raríssima...

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Preguiça

Tem gente que dá uma preguiça de conviver...
Tem dias que dá uma preguiça de acordar...
Tem papos que dá uma preguiça debater...
Tem coisas que dá preguiça analisar...
Ai, preguiça...

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Parem as máquinas

Eu sou do tempo em que o Jornal do Brasil fazia frente ao Globo. Não, não sou uma idosa, mas há 20 anos ainda havia sangue correndo nas veias dos jornalistas que habitavam aquele elefante branco q ficava ali na Av. Brasil, 500. Sangue nas veias, salários em dia, apoio da direção.
Eu começava no jornalismo e meu maior desejo era um dia trabalhar naquela redação. Era meio metida a saber das coisas mesmo e adorava a linha do jornal. Era assinante. Aficcionada. Doente por ele. E, é claro, por aquela equipe que reunia só feras.
Achava de um heroísmo o jornal ter passado pela ditadura com a postura que adorou na época. Imagina: era no mínimo um deboche publicar receitas de bolo na capa quando o AI-5 aterrorizava a sociedade. Corajoso.
E passeava com ele debaixo do braço pela facul. Abria nos jardins, acabava de ler. Reclamava da tinta que saía nos dedos, mas e daí? Mais um sinal de que era voltada às letras.
Aquele tempo passou.
Eu, que era leitora assídua, abandonei a leitura dele algum tempo depois de sair da faculdade. Meio reticente, meio chateada, mas pressionada pelos amigos jornalistas que me diziam que já não andava tao bem informada como antes. Eu já tinha certeza disso antes, mas fingia não ver. Naquela época, o JB já estava mal das pernas.
Fato é que o JB foi definhando. Ano após ano. Virou tablóide, saiu do elefante branco, perdeu páginas e, por fim, disseram que vai para internet. Confesso que de qualquer forma sinto falta "daquele JB".
A triste notícia desta data é que as máquinas que tanto tempo rodaram o que foi o que de mais imparcial já foi produzido no jornalismo carioca pararam. O JB acabou.
Hoje foi seu último dia de circulação.
Só sobraram dívidas.
E se eu tenho esta sensação de ficar meio órfã, imagina quem passou por lá de verdade. O meu sonho de trabalhar naquela redação não foi realizado. Nem será mais. Infelizmente...
Que descanse em paz, queridíssimo JB.

Socorro!

Com licença, mas eu preciso postar o que não me sai da cabeça: Luan Santana. Socorro!!! Não aguento mais ouvir este menino...
E o pior: a música é um chiclete!

Te dei o sol, te dei o mar
Pra ganhar seu coração
Você é raio de saudade
Meteoro da paixão
Explosão de sentimentos
Que eu não pude acreditar
Ah! Como é bom poder te amar

Depois que eu te conheci fui mais feliz
Você é exatamente o que eu sempre quis
Ela se encaixa perfeitamente em mim
O nosso quebra-cabeça teve fim

Se for sonho não me acorde
Eu preciso flutuar
Pois só quem sonha
Consegue alcançar...

Cansadaaaaaaaaa...


Depois de três dias de labuta incessante, o que posso dizer é que estou por aqui. Exausta, absolutamente exaurida, cansada demais. Não consigo nem pensar.
O fim de semana foi difícil. Meu cãozinho sofreu um pequeno aciedente na pet no sábado (cortaram um pedaço do nariz dele) e a corrida para o verterinário, mas a doidera de cuidar paar que ele não esfregasse o focinho onde não devia me deixaram tensa. No domingo, idem. Nem sair de casa eu pude. E ontem , para completar, era dia de fechar um projeto que já se estendia por quase cinco meses.
Resumo da ópera: nem consegui almoçar. Foram quase 12 horas em cima de acertos.
Hoje, só quero cama....
Zzzzzzzz.........

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Bye, bye, Pilates


Podem me chamar de chata, mal humorada, intolerante ou qq coisa do gênero. Tomei uma decisão e demoro muito para isso, mas quando rola... não há santo que me segure. Resolvi demitir meu professor de pilates ou, para os íntimos, meu "personal idiot". O negócio já estava atrapalhando a minha vontade de ir malhar e se ela já pouca, não posso deixar q qq coisa se coloque no meu caminho.
Não dava mais para ouvir tanta baboseira. O cara era um boçal e já beirava os 40. Na última aula, não conseguia me concentrar tamanha a quantidade de besteirol. Detesto quem ri das próprias piadas. Uma vez ou outra, vá lá, mas sempre. Não dá... É aquela síndrome do "eu me basto": eu mesmo conto a piada e eu mesmo rio dela. Ah, tenha paciência...
Pena que os exercícios são ótimos (já sacou o corpaço da Madonna? hehe), mas vou buscar outra atividade. O negócio é não parar...

Onde há fumaça...

Me assusta ver o fogo consumindo as florestas como tem acontecido. São incêndios de grandes proporções que tomam conta do noticiário. Grandes cidades que muitas vezes estão longe dos focos já estão passando por maus bocados por causa da fumaça. Criminosos ou não, é fato que em algum momento vamos ter que pagar a conta disso. Talvez esta baixa umidade do ar (já chega a 14% quando o indicado é entre 50% e 60%) já seja o início deste pagamento.

Credo...

Que mundo louco o que estamos vivendo, né? É guerra nas ruas, fogo nas matas, mortes brutais. Credo...

Esquisita

Tô meio esquisita nos últimos três dias. Estou na TPM, é verdade, e isso muda completamente meu humor, mas não é só isso. Estou me sentindo meio sonada, corpo mole. Não sei se é uma crise alérgica que vem por aí ou a bateria descarregada que preciso dar um tranco.
Ufa, a semana foi difícil. Cheia de contratempos, trabalho, chateações. Tudo isso me roubou energia. Mas tá valendo... Dias melhores virão. Tenho certeza.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Personal o quê?

Ter um personal era meu sonho de consumo. A falta de grana, porém, me impedia. Tenho amigas q malharam com professores exclusivos e sempre comentaram sobre os resultados positivos. Fiquei animada quando vi que na minha turma de pilates - atividade q estou adorando - só havia eu. Sim, euzinha teria um personal (ou quase). A aula é ótima e já começo a me sentir com um pouco mais de condicionamento físico. Ou seja, o exercício realmente me faz bem, mas em compensação...
O professor é um bobo.
O papo é chato.
Ele ri demais.
Faz comentários desnecessários sobre a vida dele e dos amigos.
Ou seja, tenho um "personal idiot".
Já ouviu falar? Eu mesma que inventei.
Há "personais" de todo o tipo, eu tenho o meu próprio.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Voltar a estudar?

Tenho pensado em voltar a estudar. Eu sou preguiçosa mesmo, assumo, e me arrepio só de pensar em fazer prova para entrar, mas acho que tá chegando a hora de voltar a me esforçar. Não sei...
Comecei nesta semana a conversar com amigos a respeito de uma pós.
E afinal qual é a difereneça entre pós, MBA e mestrado?
Só Deus sabe.
Me disseram q tudo é uma forma de pós-graduação, ou seja, mais estudo depois de estar graduado.
Alguns amigos estão já nesta ralação e acho q pode ter chegado a minha hora. O negócio agora é decidir para onde ir, fazer o quê, com qual objetivo.
Coisa difícil....

Perece que foi ontem...

O "Simple Minds", uma das bandas mais dançantes da minha época de adolescente, está comemorando 30 anos de carreira. Mais uma banda balzaquiana para alegrar a galera. E os caras - como todos os medalhões das décadas do século passado - resolveram se apresentar por aqui. Estou me coçando inteira, mas infelizmente não vai rolar de ir assistir e curtir sucessos como "Don't You (Forget About Me)", "Alive and Kicking" e "Mandela Day". Motivo? O caixa está no vermelho.
Depois de 15 anos sem tocar no país, a banda começou a turnê em Sampa, na última terça-feira, e dizem que eles sacudiram o público. Além do líder e vocalista Jim Kerr, completam o grupo o guitarrista Charlie Burchill, o baterista Mel Gaynor, o baixista Eddie Duffy, o tecladista Andy Gillespie e a backing vocal Sarah Brown. Um novo álbum de inéditas, Graffiti Soul, tb está sendo lançado.
É hoje, no Vivo Rio.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

A Cura

Não, não vi "A Cura". Eu sei q estou perdendo mais uma obra do João Emanuel Carneiro, mas confesso que não assisto por medo. Este clima mix de Twin peaks, com Law&Order e mais Lost me deixa meio tensa antes de dormir.
Uma pena pq só de saber na volta do Selton para tv já valeria o meu ingresso...

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Minha história com o Rock in Rio...*

Só de pensar na possibilidade de estar na quarta edição do Rock in Rio fico extasiada. Me lembro bem de todas elas. Na primeira, ainda era uma menina de apenas 8anos, mas me lembro bem do Queen e da apresentação sensacional de Freddie Mercury. Quisera ter estado lá. Tb tenho lembrança de James taylor, Nina Hagen (era época daquela música do Sulpa, Garota de Berlim, lembram?) e Scorpions.
Em 1991, a memória mais forte foi do Guns´n Roses. Na época, era inexplicável a força daquele rapaz lindo de bermudas de ginástica - um tal Axl Rose. Eu já era grandinha, mas ainda de menor. De novo fiquei de fora. Mas me lembro ainda do Faith No More e do george Michael. Tb me lembro das atrações nacionais: teve Lobão (que ficoi imprensado na grade do dia de rock pesado), Capital e até Elba Ramalho.
Em 2001, me aprontei para ir - com força total. Os shows em pleno verão começavam ainda sob um sol escaldante. E assim foi. Quando chegamos, Cassia Eller abria o show.
o sportões que abriram para aquele mundo de gente e aquele som contagiante fazem parte da minha memória afetiva. Foi quando me apaixonei por Cássia e pelo seu som.
Nunca mais esqueci... Sensacional!!
Me diverti muito naquele dia.
Marquei com umas amigas e nunca nos encontramos. Elas estavam vindo de outra festa e ficaram tão bêbadas que levaram cangas para deitar no chão do festival. Dormiram na metade do show seguinte. Eu fiquei muito ruim tb, mas vi a maioria dos shows com exceção do Foo Fighters, que achei chato de doer e aproveitei para comer. A bebida já fazia efeito há tempos... A amiga q estava comigo voltou vomitando da Cidade do Rock até a Zona Norte.
Ah, detalhe: na época, o chão era de terra batida. Até no dia seguinte tinha barro dentro dos ouvidos, pq enquanto dançávamos a poeira subia e misturava com suor...
Memorável...

* Conte aqui tb sua história com o Rock in Rio

Dez anos depois, outro Rock in Rio

Estou arrepiada... O Rock in Rio está mesmo de volta!!
Depois de 10 anos, Roberto Medina e sua trupe trazem de volta o maior festival de pop rock q o Brasil já viu. Uma coletiva agora à tarde dá os detalhes do festival, que terá sua quarta edição no Rio em setembro e outubro de 2011.
Quem foi, pode repetir.
Quem não foi, não pode perder.
Eu já tô lá!!!
A música tema ganhou nova roupagem e um clipe com participações variadas: de Ivete Sangalo a Dinho Ouro Preto, de Ivo Meirelles a Tico Santa Cruz ou D2.
O trailer já está disponível: http://www.rockinrio.com.br/
"Se a vida começasse agora/e o mundo fosse nosso outra vez...
ôhohohh, Rock in Rio!"

Capitão Nascimento está de volta


O sensacional Wagner Moura e o nosso Capitão Nascimento estão de volta - firmes e fortes. A segunda parte do filme "Tropa de Elite" estréia dia 8 de outubro em grande circuito, mas hoje José padilha e sua trupe disponibilizaram o trailer na internet, que só chega às telonas na sexta-feira, dia 20. Como sempre, chamada eletrizante.
Confira aqui: http://www.youtube.com/watch?v=SK8Mvd0u7YU

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Daniel Pereira no Espaço Multifoco

Demorou, mas chegou a hora...
Após longas férias, Daniel Pereira está de volta ao reduto!!
Amanhã, sábado, dia 14, às 14h, no Espaço Multifoco, nosso cantor favorito embala uma mega feijoada ao som do melhor do samba.
Vamos aproveitar o balaco para comemorar o niver da nossa querida amiga Rose Marie!!
Ou seja, evento im-per-dí-vel.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

O que faz uma relação ser duradoura? - parte II

Compartilhar uma aventura seria um dos segredos, citados por Calligaris. O que isso quer dizer? Não precisa ser o Indiana Jones, mas ter uma missão "simples" como criar filhos, ter um projeto de trabalho juntos, construir um patrimônio. A capacidade de enfrentar os problemas do dia a dia, estar unidos no desemprego, ajudar as crianças com suas dificuldades, encarar os fatos do cotidiano também valem. O que importa é viver a dois. E mais do que isso: essa aventura tem que ter uma dimensão sexual - ou seja, ter um parceiro que mantenha o desejo vivo. Sobre a preguiça que surge com o tempo? Ela é o pior inimigo da qualidade desta experiência. É ela que faz a gente alugar uma fita, pedir uma pizza, virar para o lado e dormir.

O que faz uma relação ser duradoura?

Qual é o segredo de uma relação feliz e duradoura?
O que leva duas pessoas a continuarem juntas por muito tempo e mantendo cumplicidade, respeito, amor?
Do que é composto um casamento "de verdade", com longevidade?
Não olhe para aqueles pares que passam anos e anos só se aturando, resmungando pelos cantos e se olhando de banda, juntos só por comodismo, mas sim para aqueles que vc sente que ainda curtem a companhia um do outro, que admiram o parceiro, que se divertem juntos, mesmo que estejam a anos-luz das baladas e botequins.
Li uma entrevista do mestre Contardo Calligaris, psicanalista italiano radicado no Brasil, colunista da Folha de S. Paulo, que achei que pode responder a parte destas dúvidas. Segundo ele, viver um longo relacionamento é como conhecer apenas um país, só que profundamente. E do ponto de vista da qualidade e da intensidade, isso é mais interessante. "Senão, é como fazer 12 capitais européias em 10 dias. Isso garante ver mais cartões-postais, mas é como as meninas da Playboy, saem a cada mês. Prefiro passar 15 dias no Sul da França e conhecer cada pedacinho."
Concordo em gênero, número e grau. Sou assim mesmo. Quando viajo, gosto de ir a lugares que o povo da terra frequenta, descobrir esconderijos que só quem é de lá visita, comer coisinhas do lugar. Assim é tb o casamento: de cadeira, posso dizer que adoro ter alguém. A solteirice tb tem lá os seus encantos, mas é tão bom ter a quem amamos ao lado, um cúmplice, alguém que nos conhece e reconhece em cada gesto. E isso só o tempo é capaz de nos doar.

Deus me salve!

Deve existir uma coisa pior do que depilação nesta vida, mas eu sinceramente não conheço. Digo uma coisa pior no tocante ao que nos impomos para ficar mais bonitas. Cacete, ninguém merece... Principalmente, se a criatura escolhida para fazer a tal for uma carniceira. Sim, dei de cara com uma delas hoje. Meu Deus... A moça parecia até sentir prazer em arrancar os pêlos com a cêra. Cada puxada era um orgasmo.
No fim, a doida ainda me disse que estava chegando de um período de pressivo, que incluía até uso de medicamento tarja preta. Pensei: "É isso! esta mulher tá descontando em mim as mágoas dela". Deus me salve!

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Jô nota 10


O Jô Soares completou ontem 10 anos à frente de um programa na Rede Globo. Grata surpresa tive quando vi os convidados. Uma turma da pesada formada pelos comediantes (ou humoristas) que estão renovando a área. Marcelo Adnet, não preciso dizer, é o melhor em minha opinião. Integrante do "Zenas Emprovisadas", espetáculo que conta ainda com Fernando Caruso (outro mestre do improviso), deu um show. O cara dá banho em improviso. Sensacional.
Bruno Mazzeo é menos engraçado, mas tem boas tiradas. Gosto dos seus textos, embora pareceu meio mal humorado ontem. Tudo bem - "sempre não é todo dia"!. fazer o quê? Já Leandro Hassum é o cara do pastelão. Tava lá para provar que "Os Caras de Pau" e o texto de Marcius Melhem não é tudo. Boa...
Dani Calabresa, a loirinha machuda da MTV, tb compareceu, representando as mulheres. De longe, a melhor das que estavam lá. Um humor fino e ácido. A imitação da Luciana Gimenez foi de matar! Igual...
Há tempos não vejo um programa do Jô tão afiado.
Valeu a pena ter ficado assistindo até o fim.
Que venham outros! A madrugada na tv aberta merece...

Adolescência

Hoje, no trajeto para o trabalho, escutava umas canções antigas no rádio do carro. "Oceano", de Djavan, "Angel, do John Secada, "Baby If i hold you", da Tracy Chapman. Tanta coisa boa e com mais de 20 anos me fez fazer uma viagem até minha adolescência. Isso sem contar que o Simple Minds tá chegando aí para um puta show no dia 19. Enfim...
Lembrei do quanto a inocência nos rodeia nesta época, mesmo que teimemos em dizer que isso não é verdade. É um momento em que somos meninas em corpos de mulheres, estamos formatando nossa personalidade, tentando visualizar o mundo que está porvir. Ao mesmo tempo em que nos preocupamos, não "estamos nem aí"; ao mesmo tempo em que queremos definir nossas profissões, não precisamos ainda pagar contas; ao mesmo tempo em que amamos, temos uma infinidade de opções ao lado; nos dividimos entre estudo e diversão. Oh, dúvida cruel!
Acho a adolescência um saco, mas não há como negar que é uma época sublime, é a preparação para a vida madura. Virgindade é assunto delicado, política envolve um mundo socialista, futuro está além do horizonte. Tudo tão distante e tão próximo de nós.
Depois, crescemos e refazemos nossos conceitos. Nossos valores arraigados ajudam a moldar as características que vão nos seguir a vida toda (ou não!). Nossos sonhos ganham asas e nos levam até onde nunca imaginamos chegar.
Lembro-me que sempre pensei o que estaria fazendo, o que seria e onde estaria aos 30. A realidade foi tão diferente. Enaltecia a coisa de ter um príncipe para "me achar" (na época em que todos ainda falavam que meninas que não eram virgens tinham se perdido) - coisa que só hoje vejo a desimportância. Sonhava com um mundo cor de rosa que nunca conheci... A vida ao vivo é muito diferente.
Mas isso só vemos anos mais tarde.
É preciso viver mesmo para saber que o tempo é o senhor das certezas.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Mistério da vida...

Adriane Galisteu saiu da clínica ontem onde teve seu rebento, Vittorio. Garrafa de água nas mãos, alguns quilos a mais, a loira estava feliz e satisfeita. Tb não é para menos (a criança é linda!)... Ser mãe é uma dádiva.
Porém, dúvida que não quer calar: quanto tempo vc acha que Galisteu demorará para recuperar a forma? A moça engordou horrores durante a gravidez e não ficaria admirada se daqui a 15 dias ela aparecesse feliz e serelepe com as medidas anteriores. Vc duvida?
Já ouvi histórias mil sobre o que as celebridades fazem para recuperar suaa medidas anteriores. Eu não quero nem pensar como ficarei - eu que não sou uma deusa da fórma física - pós-chegada dos meus filhotes. A vida é dura, eu sei. Mas custo a acreditar tb que elas conseguem já sair de uma clínica prontas para passar por aquele período louco de adaptação ao bebê já com uma plástica de abdômen. Vc acha possível?
Angélica foi uma das que me apontaram como tendo feito uma abdominoplastia de cara. Corajosa a moça, se acaso tomou este rumo.
Conheço pessoas que fizeram esta intervenção cirúrgica e ficaram curvadas dias, com dores horrendas locais, cheias de hematomas. Imagina ainda ter que ter um bebê chorando, acordar trocentas vezes na noite para amamentar, não poder se cuidar direito... Sei, não. Ao mesmo tempo, as reles mortais que conheço (e falo das magras), não conseguem se recuperar tão rápido.
Mistério da vida...

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Dia dos Pais

Domingo é Dia dos Pais. Serão 15 anos sem meu pai para comemorar o Dia dos Pais. Nossa, é tanto tempo que já nem lembro da última data que passamos juntos! Não é nada que ainda me machuque, mas também não dá para ficar feliz. Tento enfrentar o dia como um qualquer, sigo em frente, lembro da cena da criança que tampa o nariz para não sentir o gosto amargo do remédio. E de repente passou!...
A mídia bate em cima da data e eu finjo não ver. As pessoas comentam seus programas de domingo e eu passo despercebida. As lojas fazem promoções e eu aproveito para comprar presentes para o irmão e o namorado. Imagino que deva ser como qq outra pessoa – se vc não tem namorado, se desliga do Dia dos Namorados; se a mãe já partiu, finge que o Dia das Mães não existe.
Não ter alguém que se ame é muito triste, mas faz parte da vida. É aprendizado eterno. Infelizmente, o ser humano só se toca de determinadas coisas na dor – em todos os sentidos. Só reconhecemos a falta que alguém nos faz, quando não o temos mais ao lado. Só damos valor a determinados momentos, quando é impossível tê-los de volta. Só consideramos determinados conselhos, quando eles não podem mais ser dados. É doído, mas é verdade.
Hoje pela manhã, vi o depoimento da atriz Beth Goulart sobre seu pai Paulo Goulart no programa Mais Você. Foi tão bonito. Além de declarar seu amor a ele, ela agradeceu a vida que ele a deu. Simples assim. Segundo ela, já havia agradecido a Deus em silêncio por isso, mas agora era hora de agradecer ao vivo ao próprio, em palavras, um canal que eles sempre conheceram tão bem. Só ali me lembrei que domingo será Dia dos Pais. E chorei.
Pode parecer piegas, mas se vc ainda tem pai (ou mãe ou irmão ou namorado ou amigo), não esqueça de reservar um dia para agradecê-lo por estar ao seu lado, por te fazer o que é quando tem a companhia dele ou simplesmente por ser seu... De algum modo, ser seu. Acredite: não há relações perfeitas. Não há. Estamos aqui para aprender e somos figuras tão iguais e ao mesmo tempo tão diferentes. Imagine as dificuldades... E elas são para todos. Igualmente.
Não perca tempo com bobagens do dia a dia.
Não leve em conta certas chateações.
Não espere aprender pela dor.
É uma boa busca: continuar sendo aprendiz, sim, mas na tentativa do aprendizado por amor.
Bom Dia dos Pais!!

Casa nova

Sempre fui chegada a artesanato, trabalhos manuais, fru-frus caseiros. E durante muito tempo me dediquei a isso, talvez por ser filha de costureira. Minha mãe diz que levo jeito, mas confesso que por um tempo andei meio cansada desta coisa "dona de casa" em mim. Abandonei.
Nos últimos tempos, porém, resolvi dar uma renovada na minha casa. O motivo foi adesistência da mudança. Os preços estão caríssimos e a situação não tá para peixe. Achei melhor me manter onde estava (eu e minha família, que agrega ainda uma cãozinho e um namorido), mas dar uma cara diferente para aquele espacinho para onde voltamos todas as noites, onde nos aninhamos, onde fortalecemos nossos espíritos.
Desde que eu comprei este apê perdido no subúrbio do Rio, nunca mais fiz nada. Reformei e ponto! Dava uma sanseira só de pensar. Minhas linhas, tecidos, tintas, agulhas, pincéis, todas perdidos no fundo do guarda-roupa.
De repente, porém, comecei a olhar para aquelas paredes vazias e projetar cores, formas, ares novos. Minha terapeuta diz que comecei a aarrumar por fora, já que por dentro as coisas estão caminhando. Graças a Deus...
E aí, então, comecei a me mexer. Já troquei os móveis de lugar, mudei as cores dos pufes, criei um murau de fotos muito simpático, pesquisei preços para a troca de tv e armários. No momento, busco adesivos e formatos que se adequem ao meu canto. Quarto, sala, cozinha - tudo com carinha nova, mesmo que seja só nos detalhes.
Ontem, mais uma mudança: desta vez, bem gut-gut. Quero dar uma cara mais bonitinha ao enxoval e comecei colocando fileiras de miçangas na cortina. Acho lindas e dão alegria ao lugar (vejam fotos). Fiquei ontem até 2h da matina montando as tais. E achei o resultado fofo!
O que vc achou?
Próximo passo: novas prateleiras.

Sobre política

O que é Plínio Arruda Sampaio?

De dieta

Na minha luta diária contra a balança, descobri uma nova aliada "A Dieta das Notas". Indicação de uma amiga que sofre com o mesmo problema, comecei a tal ontem. Só para te lembrar: a dieta é a mesma que fez Carolina Dieckmann secar e Daniela Escobar virar a judia de uma novela que já nem me lembro o nome.
Me pareceu menos complicado de seguir, ou melhor, mais adequada para quem está há anos com sobrepeso. E para dizer a verdade já estava tremendo só de pensar em cortar alguns excessos q as dietas normais me impedem de comer. Não tem jeito, antes de começar regime dá um frio na espinha, suór nas têmporas, preocupação total. Será que vou conseguir? Será que o sacrifício vai valer a pena?
Nos últimos tempos, tenho feito e desfeito dietas num piscar de olhos. Um dia faço bacana, no seguinte, me empanturro de porcarias (deliciosas, é claro!). Esta, porém, te possibilita umas bobagens durante o dia, contanto que vc respeite sua cota diária de X notas, variando de acordo com a altura de cada indivíduo. Respirei aliviada em saber q não preciso abrir mão da batata frita, do cachorro quente e até da cerveja, se quiser. Basta ter consciência na hora do somatório total.
Confesso que fiquei interessada em bancar um novo desafio, longe dos que estou tããão acostumada no tocante à balança. Que chatice aquela das proteínas (a que mais me adaptei até hoje). Ou aquela básica (com grelhados e legumes cozidos). Esta tem até bife com fritas.
Não, não acho q será fácil. Nunca é. Sei de cor e salteado que fazer dieta é a maior merda para qq um, seja ela de fundo estético ou de saúde - sabendo que os dois lados se cruzam em determinado momento. Vc que nunca passou por isso já deve ter tido que fazer uma por conta de gastrite ou pq está tomando determinado medicamento. Enfim... Mas é fato que chega um momento que não dá mais para fingir que está tudo em ordem. Minhas calças começaram a me apertar e a barriguinha (que já pode ser chamada no diminutivo, um dia) vai me incomodar muito no verão, quando todos estarão de pernas, braços e tudo o mais que tiverem direito de fora.
A dieta, indicada pelo endocrinologista Guilherme de Azevedo Ribeiro, virou livro - o "Dieta Nota 10". Nele, o médico faz afirmações que me arrepiaram: quem come exageradamente é um dependente químico, usa a comida como qq droga. Como ela é serotoninérgica (ou seja, substâncias produzidas no organismo que produzem sensação de bem-estar e felicidade), nós, comedores alucinados, comemos para substituir a queda de serotonina, ocorrida quando estamos chetados, tristes, deprimidos. Após comermos, vemos que os problemas continuam lá, no mesmo lugar que os deixamos antes de devorar a pizza quase inteira, aquela suculenta feijoada, o churrasco com todas as carnes e acompanhamentos imagináveis e possíveis. E ainda ficamos mais gordos - e até feios. Então, em função da frustração, voltamos a comer. E assim o ciclo vicioso se instala.
Eu sei bem que como neste esquema. Não sou chegada a doces, mas sou capaz de derrubar fácil uma bandeja de salgadinhos. Pastéis, coxinhas, quibes. Frituras em geral, embutidos variados. E massas? Ufa... Os motivos? Pode ser ansiedade, medo, tristeza, raiva.
Sabendo disso, confirma-se que a guerra é travada entre eu e mim. PÔ, já tô bem grandinha, né?? Preciso comer menos e melhor, além de malhar, outro grande problema. O médico indica, sim, mas não tenho disposição, não. Sou mais chegada a levantamento de copo, como sabem meus amigos. O que fazer? Pensei: "o que mais gosto de fazer entre comer e malhar?" Comer, é claro. E para comer preciso malhar, que odeio. Mas preciso escolher: ficar sem malhar e comer bem menos ou malhar e me dar o direito de comer algo mais? Retornei para a academia há um mês. E peço a Deus todos os dias para não permitir que a preguiça me vença. Como já aconteceu inúmeras vezes. Ou então que permita que enjoe do que faço agora, mas queira buscar outra atividade diferente das dezenas que já fiz. O negócio é não parar.
Ainda não acabei o livro, mas confesso que a lavagem cerebral foi iniciada. Só assim mesmo. E isso sabendo que sempre terei as mesmas dúvidas, os mesmos temores, os mesmos sentimentos. Como um dependente... Mas assim será: um dia depois do outro. Espero que tenha um bom resultado. Depois eu conto.

Em uma palavra o meu pai...

FODA!

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Canseira

Estou num dia chateado. Não sei se é por conta da TPM - que muitas vezes me surpreende com seus sintomas, mas nem tô com vontade de bater em ninguém, só tenho aquela sensação de cansaço, sabe? Pode parecer estranho para quem me conhece, mas sometimes sinto isso. Uma preguiça de lidar com gente, de continuar argumentando, de tentar seguir em frente apesar das pessoas que só querem o mau das outras.
Eu confesso que fofoca é algo que muito me tira do sério. Para mim, é uma mistura de falta do que fazer com falta de caráter que realmente não entendo. Se não for isso, é impossível justificar. Se é que isso justifica, me entendam.
Ai, canseira...

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Finde maneiro

Dividi meu finde do jeito que gosto: metade, etílico; metade, para cinéfilos. E o melhor de tudo: ao lado de quem eu amo. No sábado, fomos para a "rave" da Carol. Na verdade, uma brincadeira com a festa da Carolzinha, minha amiga, que começou às 13h e acabou quase 12 h depois. Um barato. Um clima sensacional, música boa, bebida gelada, gente querida, meu cantor prefeirdo cantando... Um barato! No domingo, aproveitei o presente ganho por um casal de queridos meus no dia do meu niver: a caixa com a trilogia de "O Poderoso Chefão", a minha favorita. Muiiiito bom!
Não consegui assistir tudo, vá lá. Fui com tudo na parte 1, minha preferida, mas na segunda comecei a ratear e na metade peguei no sono. Culpa do sábado etílico!! Mas graças a Deus tá lá. Quando chegar em casa, tiro o atraso.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

"Avatar" de volta


Meu amigo Léo Melo, apaixonado por cinema como eu, me enviou hoje uma bela notícia. "Avatar", o melhor filme que assisti nos últimos tempos, já tem data para ser relançado no Brasil. A reestreia com oito minutos de cenas inéditas acontece no país em 15 de outubro tanto em salas normais 3-D quanto em IMAX. Bela oportunidade para quem assim como eu não conseguiu assistir o filme na telona.
Em outros países, seguem as datas:
Rússia - 26 de agosto
Austrália - 26 de agosto
Reino Unido - 27 de agosto
EUA - 27 de agosto
Índia - 27 de agosto
Bélgica - 8 de setembro
Argentina - 16 de setembro
Coreia do Sul - 16 de setembro
Espanha - 17 de setembro
México - 15 de outubro
Japão - 16 de outubro

Ressaca da boa


Tô numa ressaca daquelas boas, sabe? Tipo cabeça pesada, um sono da porra, fígado pedindo arrego.
E vc me pergunta, caro leitor: "E isso é ressaca da boa?"
E eu te respondo: "querido, isso quer dizer que a noitada de ontem foi bacana, por isso acho isso uma ressaca da boa".
A ressaca do mal é aquela que vc bebe por tristeza, por falta de opção, para afogar as mágoas. Mas ontem tomamos um pilequinho coletivo - eu e meus queridos amigos, comemorando a vida e o niver da minha amada Carol Bellei, minha amiga anã de longa data, q já assinou este espaço.com comigo. Vcs lembram?
Pois é, a moça ontem adentrou os "inta" e a comemoração foi longa - bebedeira até 2h num botecão em Botafogo que, só para variar, fechou com a gente pedindo mais. Água de sabão lavando nossos pés, caminho de casa. Só assim mesmo...
No sábado, nova comemoração. Mais ressaca do bem.
Fazer o quê? Faz parte.
O negócio é ser feliz.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Correndo atrás do meu prejuízo


Na onda dos posts sobre dieta, magreza e coisas afins, esqueci de comentar aqui que a minha mais nova onda é o pilates. Depois de spinning, esteira, musculação, street dance, localizada, boxe, me rendi ao exercício que modelou a Madonna. Quem sabe??rsrs...
a verdade é que sou a única potencial gordinha da família e já notei que preciso me mexer. Não há milagres. Preciso fechar a boca e malhar. Aí, abriram uma aula de pilates no meu prédio. Juntei a fome com a vontade de comer (e não é só alface!!). Sou a única aluna do meu horário e o resultado é que o professor é quase um personal, inteiro para mim (no bom sentido). O problema? estou exausta, dolorida, cheia de não-me-toques. Até o cabelo me dói! Uma doidice.
Ninguém nunca me disse o qto puxada é esta aula...Espero pelo menos me adaptar bem e adquirir condicionamento físico.
Minha idéia não é virar a Gisele Bundchen. Não! Quero ainda muitas pizzas e cervrjadas, senão viro uma chata de galochas. Sem ter prazer, ninguém resiste... Mas se conseguir umas pernocas mais durinhas e uma barriguinha gostosa, já tá bom. É querer o sonho possível.
E já estou correndo atrás dele. Literalmente.

Magra de ruim II

Tá bom, tá bom... Uma amiga fez questão de me lembrar que tb já fui magra de ruim. mas isso foi num tempo longíquo - na adolescência. Juro! Pode até parecer papo de gordinho (igual ao Jô quando diz que foi campeão em vários esportes), mas é a mais pura verdade. Até os 21 anos, comi e bebi o que queria. Tinha uma silhueta esbela que não ultrapassava os 52 quilos. E olha que sou uma mulher grande (em todos os sentidos, como dizem os meus!). E aí, imagina, eu deste tamanho todo, com 52 quilos. Era só pescoço!
Saudosa, me lembro das pizzas à tarde, hambúrgueres no colégio, sessões de cinema regadas a muita pipoca, massas à vontade. E nem uma mexidinha mínima no ponteiro da balança. Puxa...
Agora, se vou eu abusar desta maneira, estaria aí rolando pelos cantos. Uma tristeza.

Magras de ruim

Me aborrecem as pessoas que são "magras de ruim". Vc não sabe o que é isso? Certamente, conhece uma critura que come e bebe o que quer e bem entende e mesmo assim não aumenta um grama. Pois é, esta pessoa é conhecida como "magra de ruim". Quer dizer que ela deve ser muito ruim mesmo e a maldade as pessoas emagrece (será?). Pode ser, mas isso é pauta para outro post.
Fato é que fico irritada em ter que me matar na academia, comer de maneira saudável, ter que evitar minha cerva paar manter meu peso, enquanto certas pessoas são privilegiadas. Que sacanagem!!

TPM

Sim, tô com TPM.
E daí?

terça-feira, 27 de julho de 2010

Quem tem chefe é índio?

Tenho um conhecido, um dos caras mais competentes que o jornalismo já viu, com 590 anos de praia, que abriu mão de ser chefe. Apesar de ser um dos profissionais mais talentosos que conheço (e mais generosos), optou por não assumir o cargo mais alto e almejado por muitos. Motivo? Questão de opção.
Olhe para o lado e vc terá as respostas facilmente: ser chefe não é para qq um. Ser chefe não é simplesmente saber mandar, é saber fazer para poder ensinar. Ser chefe não é só chegar e trabalhar, é tb saber escutar, organizar, estruturar, visualizar. Ser chefe não é só criticar, mas acima de tudo ajudar a consertar, desvendar talentos, encontrar novas fórmulas. Ser chefe não é só ser o primeiro a falar nas reuniões, mas é ter o que falar. Ser chefe não é somente ter acesso às informações e repassá-las, é ter acesso, saber repassá-las e agir na manutenção delas.
Eu confesso que não tenho o menor jeito para ser chefe. Prefiro continuar ganhando minha graninha, fazer o meu e picar minha mula. Mas assumo os ônus e bônus disso. Aliás, gostaria, aliás, que quem não tivesse talento para coisa fizesse como eu. Infelizmente, não podemos achar que todos tenham que ter os mesmos valores e conceitos que a gente.
Tô cansada de ver gente como chefe agiando como se fosse mero funcionário. E aí é um tal de jogar culpa para o outro, reclamar do seu próprio salário, questionar as folgas do subalterno(e até as suas próprias), incentivar o desestímulo.
Boa chefia eu conheço de cara. No primeiro dia de trabalho... Não me diga que seu amigo por ser gente boa seria bom chefe. Bull shit! O bom chefe a gente não reconhece no botequim. Bom chefe a gente sabe que é enfrentando a rotina de trabalho, é na lida mesmo.
Já tive alguns chefes e sei apontar os melhores. Ou menos piores. Vc é daqueles que acham que chefe só serve para a gente falar mal? Eu não acho. Já tive pessoas líderes, companheiras, parceiras de trabalho, as quais tive o prazer de chamar de chefe. Mas tb já tive à frente da empresa onde trabalhava criaturas que só tratava os empregados aos berros, que jogavam coisas contra eles e os chamavam de "idiotas", que ligavam nas horas mais estranhas para saber se determinado trabalho foi feito. E aí estes deviam ter suas orelhas queimando dia e noite. E mereceram...
Acho sinceramente que deveria haver um curso para ser chefe. Acho mesmo. Um curso onde pudesse ser aprendido, além da sua área específica, um pouco de Recursos Humanos (com toda a pompa do nome!), um pouco de administração, algo de português e de matemática (sim, é exatamente isso que vc está pensando...) e, quem sabe, um tico de psicologia. Por que lidar com gente tb é difícil e exige algo mais da pessoa que se pretende chefe. Eu acho. Mais uma vez: ônus e bônus.
Além de funcionário, vc tem ali um ser humano. Uma pessoa que é bom médico, professor, pedreiro, doméstica, jornalista (vai lá!), mas que acima disso é um ser humano. Uma pessoa que precisa de respeito, respaldo, de ensino, de suporte.
Vc se imagina com uma cozinheira em casa, qaundo vc mesma não sabe fritar um ovo? E quem vai ensiná-la a fazer a gema mole, como minha mãe sempre disse? Eu posso até não saber como colocar um tijolo, mas sei que ele deve ser colado com uma pá sobre um pouco de cimento e batidinho para ficar no lugar bacana. Eu já vi fazerem e imagino que não é fácil, mas poderia até me aventurar. Por que não?
É fato. Para ser chefe é preciso, no mínimo, saber. Algo além do que vc pensa que sabe...
E se vc souber disso, bem... já é um bom passo em direção à chefia.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Garfield e o "ficar mais velho" III

Garfield e o "ficar mais velho" II

Garfield e o "ficar mais velho"

Meu niver chegou...

Pois é, nem me toquei e o niver chegou. E passou como um jato. Uma pena para alguém como eu, que ama festas, comemorações, eventos e afins. Ao contrário dos últimos anos, não tive inferno astral. Pelo menos, acho que não.
Foi um período tranquilo, graças a Deus, bem ao estilo do que venho vivendo. E tranquilidade para mim é ser feliz, é saber que o que vc está passando te satisfaz, por isso fica serena. E amo esta sensação.
Perfeito?
Não, eu não busco a perfeição. Coisa mais antiga! Acho a perfeição muito chata. Para mim, a busca consiste em estar tranquila...
É isso!
E feliz niver para mim!!

terça-feira, 20 de julho de 2010

Amigo pá-caralho!



É fato: não há como viver sem amigos. Eu fiz uns amigos nos últimos anos que costumo dizer que não sei como vivi sem eles por quase 30 anos. É uma galera do bem, a minha galera, o meu povo. Gente em quem confio, gente que admiro, gente que me ama e que eu amo de verdade.
Estamos sempre juntos, querendo saber do outro, acompanhando, apoiando, indo sempre além em detrimento de qq dificuldade. Grudados como drops.
Tive certeza do quanto éramos amigos quando cada um foi para um lado. Faz parte da vida, todos sabemos. E acredite vc, caro leitor, que a distância não desfez o laço que nos une.
Piegas? Pode ser, mas sei que amar é brega mesmo. E amizade é amor sem sexo, como diria Arnaldo Jabor, coberto de razão.
Sim, ainda nos encontramos... e muito. Fazemos parte de um seleto grupo que faz questão de estar junto, de preservar o sentimento, de beber umas sempre. E como bebemos!... Para matar saudades, fortalecer nosso sentimento, falar bobagens, ficar de pileque. Seja lá qual for o motivo.
Somos amigos, pô!
Alás, não somos só amigos. Somos amigos pá-caralho!!
Hoje, quando recebi a mensagem abaixo, ri de chorar. Além de ser muito engraçada, me remeteu a momentos incríveis que já vivi, vivo e ainda espero viver ao lado destes caras e destas moças que fazem parte de mim. Os meus amigos...

***

. Um simples amigo traz uma garrafa de vinho para sua festa.
. Um amigo de verdade chega cedo, ajuda a cozinhar e fica até mais tarde para te ajudar a limpar.
. Um amigo p caralho faz tudo isso, e ainda bebe todas na sua festa, vomita no tapete da sua mãe e dorme atrás do sofá até segunda-feira pela manhã, quando a empregada o encontra.

. Um simples amigo odeia quando você liga depois que ele já se deitou.
. Um amigo de verdade pergunta por que você demorou tanto para ligar.
. Um amigo pá-caralho pergunta se você tá virando viado prá ligar aquela hora, te manda dormir e tomar no cú e fala para você ir curar tuas mágoas com cachaça.

. Um simples amigo procura você para conversar sobre seus próprios problemas.
. Um amigo de verdade procura você para te ajudar com os teus problemas. .
Um amigo pá-caralho procura você, te ajuda com os teus problemas e ainda te leva pra gandaia e paga todas.

. Um simples amigo, ao visitá-lo, age como uma visita.
. Um amigo de verdade abre a geladeira e serve-se sozinho.
. Um amigo p caralho abre a geladeira, serve-se sozinho e ainda reclama que só tem Kaiser.

. Um simples amigo pensa que a amizade acabou depois de uma discussão.
. Um amigo de verdade sabe que não é amizade enquanto não teve a primeira briga.
. Um amigo pá caralho xinga você, chuta o seu cachorro e risca teu carro, mas tá tudo bem.

. Um simples amigo espera que você esteja sempre lá para ele. .
. Um amigo de verdade espera sempre estar lá, PRA VOCÊ !!!
. Um amigo pá-caralho te espera duas horas no bar até ficar revoltado. Vai até a sua casa, xinga você, chuta o teu cachorro e risca seu carro, tudo de novo.

Feliz Dia do Amigo, meu amigo!

segunda-feira, 19 de julho de 2010

O porvir

Não há momento mais propício para pensar na nossa finitude do que aquele em que presenciamos a despedida de alguém. Ontem, fui a um enterro. Era alguém conhecido, mas estava ali principalmente pelos queridos que viviam em torno dela. É verdade. Muitas vezes, marcamos presença nestes encontros simplesmente pelo fato de termos gente que amamos em torno de quem se foi. Assim é a vida. Assim é a morte.
Um momento triste, difícil, inevitável.
A morte é a única coisa da qual temos certeza. Nada mais é tão inquestionável. De tudo o que vivemos, só sabemos uma coisa: vamos acabar. A vida que circula em nós, que nos dá força para seguirmos, um belo dia, voltará para onde veio. Se acreditamos em céu, ela irá para lá. Se preferimos a teoria de que viemos da terra, saiba que esta voltará a ela. Ou seja, retornará ao seu berço.
Incrível imaginar o quanto lembramos e fazemos questão de esquecer esta verdade absoluta. Talvez seja fuga, uma válvula de escape quanto ao que está porvir. O porvir. Caso contrário, não viveríamos. Ou viveríamos enlouquecidamente. Como diria meu amor, somos o único bicho que tem plena noção da morte. Temos os benefícios de ser racionais, mas por outro lado sabemos que somos etéreos. E temos que conviver com isso.
Ali, naquelas horas em que fazemos homenagens aos que já se foram, choramos. E não choramos só por eles, mas tb por nós. Pobres mortais, incapazes de frear o inevitável. Choramos tb pelos nossos mortos, que parecem que se enfileiram em nossas mentes em filmes em 3D em meio ao sofrimento alheio. Choramos por quem chora.
Quisera que fosse diferente. E se o fosse? Sobreviveríamos numa terra superpopulosa. Não sei se seria a melhor opção. Mas confesso que sou daquelas que queria que todos os que amo fossem poupados da dor. E que eu mesma fosse, é claro. E se assim não fosse possível, que chorássemos pela morte, mas sem homenagens póstumas. Por que não morrer simplesmente e depois virar purpurina? Imagina que bonito seria... Um punhado de purpurina colorida na cama de hospital onde minha avó fez a passagem?!... Não haveria sepultamentos, cemitérios, o fechar dos caixões, a derradeira viagem até a cova...
Que Deus esteja conosco. E nos dê forças para enfrentar o nosso luto. Seja ele qual for. E se puder, ainda nos dê sabedoria para que possamos lembrar em alguns poucos momentos (não todos!) de que somos perecíveis. Talvez assim possamos ser algo mais tolerantes, mais amorosos, mais presentes. Enfim, sermos pessoas melhores...

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Somos pobres, mas limpinhos

Eu sou pobre, mas sou limpinha. É verdade. Adoooro tomar banho! São pelo menos dois por dia. Se estiver em casa, no finde, são pelo menos três. E no verão perco a conta. Gosto da sensação da água correndo pelo meu corpo, banhando, lavando não só as impurezas do corpo, mas da alma tb.
Tem gente que até estranha, mas é verdade: se eu chegar em casa, seja a hora que for, mesmo cheia de cachaça na ideía, não rola de dormir sem uma ducha. Parece q me acalma, limpa a sujeirada do dia. E o meu encontro com o lençol é muito mais gostoso. Enfim...
Hoje, porém, descobri que isso não é um hábito só meu. De acordo com uma pesquisa feita em 10 países, quatro na Europa, o brasileiro é o povo que mais toma banho no mundo. Ou seja, somos muito mais cheirosinhos, higiênicos, gostosinhos. São 20 banhos por semana, quase três por dia. Ou seja, estou na média.
Na Índia, são três por semana. Já imaginou? O país é tão ou mais quente que o Brasil. deve ser uma locura. Uma amiga me confidenciou que na Europa é ainda pior. Por isso, o fixador dos perfumes é tao mais potente. Maldade...

Sem saco

Se até agora você ainda não tinha entendido, a tal lei que acaba com os sacos pláticos utilizados pelo comércio e como seria isso na prática, bem vindo ao clube. Ainda há tantas dúvidas que pairam no ar que sinceramente tô até tonta. Só para variar uma iniciativa deste porte é tomada e a população não está devidamente informada.
A tal lei que determina que supermercados e estabelecimentos comerciais de médio e grande portes do Rio de Janeiro substituam sacos plásticos por sacolas reaproveitáveis entra em vigor hoje. O prazo para a substituição destas sacolas é de dois a três anos para microempresas e empresas de pequeno porte. Para as empresas de médio e grande portes, o prazo é de um ano. Até aí, beleza. Sou a favor do meio ambiente e dele inteiro tb, da causa dos micos leões e das baleias, assim como a necessidade de redução da poluição, mas alguém poderia me dizer como vai ser o dia a dia??
Minhas dúvidas: como carregarei minhas compras? Agora terei que comprar sacos de lixo já que não tenho como reutilizar tais sacolas? E se eu for ao supermercado e comprar mais do que minha bolsa reutilizável suportar, como levarei as compras para casa?
Alguém aí pode ajudar?
Bem, por enquanto, os que os jornais dão conta é de que quem optar por não usar esses sacos vai ganhar desconto nas compras. Ou seja, nada mal. A cada grupo de cinco itens comprados, haverá um abatimento de R$ 0,03 do valor total da compra. Já é um motivo para levar minha própria sacola. Outra coisa: o consumidor que devolver sacolas plásticas também será beneficiado: a cada 50 unidades, o cliente ganha um quilo de arroz ou feijão. Onde eu vou achar isso, eu não sei, mas quem quiser fazer disso um trabalho já tem opção.
A idéia é nobre, mas não sei sinceramente se vai dar certo. na minha reles opinião, o negócio é aguardar mesmo. Dizem que foram desenvolvidos plásticos biodegradáveis que prometem resolver o problema ambiental causado pelos sacos comuns, que chegam a demorar cerca de 100 anos (dependendo da exposição à luz ultravioleta e outros fatores) para se decompor. Imagina... O novo material levaria cerca de 60 dias. Bacana.
Entendo que é uma iniciativa necessária, porém acho que foi meio repentina. Ou estou errada? É preciso que a sociedade se adapte ao novo modo de vida e seja bem informada. Confesso que pouco vi na mídia sobre o tema, excetuando hoje que meu jornal veio com a notícia.
Enfim...
Enquanto as coisas não se esclarecem de maneira definitiva, sugiro que deixemos de ir ao supermercado por um mês, pq imagina a confusão que a tal lei não deve estar dando nestes primeiros dias. Ou se formos, tratem de fazer uma lista bem definida e praticar aquela teoria de só comprar o necessário. Assim, além de economizar, sua bolsa levada de casa vai caber tudinho.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Indiana Jones salva “Decisões Extremas”

Dizem que “Decisões Extremas” (“Extraordinary measures”) foi um fracasso retumbante nos EUA, o mais recente longa-metragem estrelado por Harrison Ford. Os números não mentem: orçado em US$ 31 milhões, o filme teve um faturamento de US$ 11 milhões. Ou seja, não deu nem para o café. Aqui no Brasil, saiu só em DVD e eu peguei no último fim de semana crente que ia assistir a mais um dos corre-corres, porradaria de graça e pega-para-capar do eterno Indiana Jones.
Nesta fita, porém, ele me surpreendeu. O cara trocou os chicotes, revólveres e porretes por tubos de ensaios. Aqui, ele encarna um cientista empenhado em encontrar a cura para uma doença genética rara. Chama-se Síndrome de Pompe. Já ouviu falar? Com a tal doença, o indivíduo tem afetados seus músculos e não ultrapassa os nove anos de idade. É claro que tinha que ter uma (ou duas!) crianças à beira da morte e os pais delas lutam incessantemente para que o cientista se dê bem. Vividos por Brendan Fraser (que segundo meu digníssimo, não é chegado a filmes de ação) e Keri Russell, a bonitinha do seriado "Felicity", os pais são a parte emocionantezinha do roteiro.
Bem, posso dizer que, depois de tantas dificuldades nas bilheterias de seus filmes, não será com este longa que Ford vai encher a burra de dinheiro de novo. O filme é bem água-com-açúcar, quase um Supercine choroso. A diferença é que Indiana tem a possibilidade de mostrar um pouco mais do seu talento - que não se restringe somente à filmes de aventura. Sisudo, antipático, grosseirão, sem muito texto, características de uma personagem bem marcante, porém com um pé na sensibilidade.
No fim, mais uma vez, Indiana dá show de bola. E salva o filme pelo seu desempenho. Mesmo sem o chicote! Ou seja, vale pelo protagonista - assim como "Julie e Julia".

Meryl Streep: tudo o q ela toca vira ouro

"Julie & Julia" é Meryl Streep. Explico a frase: mesmo eu, que muito me interesse por assuntos culinários, achei o filme meio bobinho, com atores sem charme e um roteiro razoável. Porém, quando me deparei com as cenas da senhora Kramer (de Kramer X Kramer), fiquei de cara... Uma das melhores atrizes de sua geração (se não for a melhor), Streep consegue fazer de sua personagem um marco na história do cinema com uma atuação sensacional.
A voz que ela usa é o ponto alto. Dizem que poderia ser usada num desenho animado, mas bem colocada como só ela é capaz de fazer destaca a personagem de uma maneira impressionante. Sem contar nas caras e bocas que demonstram o amor de Julia Child (1912-2004) pela cozinha, a cozinheira conhecida por ter levado a culinária francesa para os EUA.
A história intercala passagens da vida de Julia Child, que desembarca nos anos 40 em Paris e lá descobre seu verdadeiro talento (as panelas!) e a doce Julie, já nos dias de hoje, com o projeto de contar em seu blog a experiência de fazer todas as mais de 500 receitas do livro escrito pela então chef na França.
Vale assistir para conferir mais uma vez, de perto, o talento de Meryl Streep. É sério: tudo o q ela toca vira ouro.

Fofoca

Poucas coisas na vida me irritam tanto quanto fofoca. Na verdade, uma atitude de quem é mal amado e tem pouco a fazer. Por isso, optam por este jogo sujo de falar mal da vida das pessoas. Muitas vezes, nem falam mal, mas aumentam, debatem, insistem em coisas nas quais não têm participação. Acho absurdo.

terça-feira, 13 de julho de 2010

Rock´n roll na veia

Há anos sou aficcionada por rock. E nesta data em que há 25 anos comemora-se o dia mundial do ritmo não poderia deixar de comentá-lo. Não foi sempre assim. Na adolescência, época em que a maioria dos seres humanos normais vivem a rebeldia proveniente do rock´n roll, eu andava às voltas da bossa nova e da MPB. Para mim, ele só surgiu no fim deste período. E grudou em mim num processo que nunca mais consegui me livrar.
Depois, descobri outros novos - como o samba, tb descoberto tardiamente, mas o rock ainda está nas minhas veias. Pode ser nacional ou não, pode ter pinta de rock progressivo ou não, pode ser feito para ganhar dinheiro ou não, pode ser tradicional ou não, pode estar misturado a outras nuances ou não. Fato é que quem ama o rock nunca abandona este lado juvenil, atordoante, pulsante. E nem precisa usar preto e ouvir som às alturas. Beatles são sensacionais e não precisaram carregar bandeiras. Jon Bon Jovi é muito mal visto por certos movimentos, mas é ídolo de rock farofa. Além disso, faz é tempo que não é mais preciso comer morcegos no palco...
Graças a Deus. O que é bom terá sempre seu espaço. Sem preconceitos.
Um viva ao ritmo e a quem o consagrou desde os tempos de nascimento, lá no Mississipi, desde os primeiros acordes do blues, da música country e do rhythm and blues: The Beatles, The Rolling Stones, Led Zeppelin, The Who e Black Sabbath, entre outros.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Ufa...

Constatei uma coisa essencial para a minha vida: gosto muito de comer. Isso não era exatamente uma novidade para mim, mas o que começou a me surpreender nos últimos era o estrago que a comida começou a produzir em mim... Uma loucura. A impressão era que se eu comesse uma feijoada ou duas folhas de alface dava no mesmo.
Diante disso, eu tinha duas opções - ou ia virar uma bola ou então tinha que começar a correr atrás do meu prejuízo. Eu sei, eu sei. Comecei a entender aquela história de que após os 35 a coisa começa a ficar complicada. O que isso quer dizer? Só eu e meus amigos que passamos da meia idade (concorda comigo que se a expecattiva de vida é 70 anos, nós estamos na meia-idade?) sabemos. A barriguinha já faz parte de vc, sua bunda e coxas não são mais as mesmas, o culote insiste em não entrar na calça nova que vc acabou de comprar. Entre outras coisas que vcs saberão mais tarde...
Minha idéia é correr mesmo, mas como nunca gostei de atividade física - excetuando o levantamento de copo - decidi optar por outra novidade. Assim, vou me distraindo... Após o boxe, que diga-se de passagem eu amei, porém me afastei por conta dos hematomas e do horário excessivamente cedo da aula, optei pelo pilates. E fui eu esta semana para minhas duas primeiras aulas.
Se vc nunca foi a uma aula dessas, não vá. É osso duro de doer. Posso dizer que eu não sei se vou ficar durinha mesmo como dizem, mas dolorida eu já estou. Sério! Até o cabelo dói...
O professor é um maluco por exercícios físicos e me pilha o tempo todo - quer me ver condicionada. Cruzes, tenho até medo destas pessoas. Veio com um papo q vou conseguir alcançar a marca dos 1.000 abdominais em breve - porém, esqueceu de me perguntar se eu queria isso.
Mas enfim... tô na pista. Melhor, tô em cima da bola gigante de parque de diversões, da cama que parece ser de tortura, da cadeira multi-facetada. Uma coisa.
E vamos ver no que dá...
Já decidi que todos os dias vou fazer uma oração: que Deus não permita que eu desista. Ufa...

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Silêncio

Um minuto de silêncio para a morte do que chamo bom senso. Aliás, nem sei se é só isso. Um minuto de silêncio pela morte da ética, da compaixão, da humanidade. Sim, estou comentando o caso Eliza Samudio. E mais não falo...

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Cazuza vive

Há 20 anos morria o grande poeta da minha geração. Depois dele, só Renato Russo. Aqui, porém, não cabem comprações, até pq são poetas com linhas tão diferentes, pensamentos tão distintos diante da vida. Cazuza era a acidez em pessoa, a alegria contagiante, a vontade de viver. E indenpendente de qq dor, vamos em frente. Talvez este tenha sido seu maior legado. A mensagem que ficou. Maior talvez do que sua própria obra, recheada de um sarcasmo e uma ironia fina nunca antes nem depois obtidos por outro.
Naquele sábado, dia 7 de julho de 1990, me lembro bem da notícia. Assistia ao Jornal Hoje. Tristeza absoluta na música brasileira, na juventude brasileira. O que dizer diante da estupidez da morte? Ele sairia e tomaria um porre. Nós preferimos chorar - não temos esta mesma veia extremista. Exagerado.
Rapidamente nos demos conta, porém, do tamanho de sua grandeza. Impossível ser diferente. Nas nossas tvs, nos nossos rádios, nas nossas vidas, no nosso dia a dia. Dono de canções que nos embalarão para todo o sempre. A nós e aos que virão...
Cazuza vive. O poeta está vivo mesmo, 20, 30, 50 anos depois.

Que Deus não permita...

Que Deus não permita que eu perca o ROMANTISMO, mesmo eu sabendo que as rosas não falam.
Que eu não perca o OTIMISMO,mesmo sabendo que o futuro que nos espera não é assim tão alegre.
Que eu não perca a VONTADE DE VIVER, mesmo sabendo que a vida é, em muitos momentos, dolorosa...
Que eu não perca a vontade de TER GRANDES AMIGOS, mesmo sabendo que, com as voltas do mundo, eles acabam indo embora de nossas vidas...
Que eu não perca a vontade de AJUDAR AS PESSOAS, mesmo sabendo que muitas delas são incapazes de ver, reconhecer e retribuir esta ajuda.
Que eu não perca o EQUILÍBRIO, mesmo sabendo que inúmeras forças querem que eu caia.
Que eu não perca a VONTADE DE AMAR, mesmo sabendo que a pessoa que eu mais amo, pode não sentir o mesmo sentimento por mim...
Que eu não perca a LUZ e o BRILHO NO OLHAR, mesmo sabendo que muitas coisas que verei no mundo, escurecerão meus olhos...
Que eu não perca a GARRA, mesmo sabendo que a derrota e a perda são dois adversários extremamente perigosos.
Que eu não perca a RAZÃO, mesmo sabendo que as tentações da vida são inúmeras e deliciosas.
Que eu não perca o SENTIMENTO DE JUSTIÇA, mesmo sabendo que o prejudicado possa ser eu.
Que eu não perca o meu FORTE ABRAÇO, mesmo sabendo que um dia meus braços estarão fracos...
Que eu não perca a BELEZA E A ALEGRIA DE VER, mesmo sabendo que muitas lágrimas brotarão dos meus olhos e escorrerão por minha alma...
Que eu não perca o AMOR POR MINHA FAMÍLIA, mesmo sabendo que ela muitas vezes me exigiria esforços incríveis para manter a sua harmonia.
Que eu não perca a vontade de DOAR ESTE ENORME AMOR que existe em meu coração, mesmo sabendo que muitas vezes ele será submetido e até rejeitado.
Que eu não perca a vontade de SER GRANDE, mesmo sabendo que o mundo é pequeno...
E acima de tudo...
Que eu jamais me esqueça que Deus me ama infinitamente, que um pequeno grão de alegria e esperança dentro de cada um é capaz de mudar e transformar qualquer coisa.

terça-feira, 6 de julho de 2010

Um pouco de bom humor

Não poderia deixar de abrir o ano novo de vida deste meu querido espaço.com a bordo com bom humor brasileiro. Recebi hoje umas piadinhas relativas à Copa (e prometo só comentar isso) e não poderia deixar de replicar.
É isso aí. Que se abram as cortinas:

- Quando o juiz apita o início do jogo, o Felipe Melo ouve: Round 1, FIGHT!
- O Michael Jackson morto faz muita falta. O Felipe Melo vivo faz mais ainda;
- A lenda da mula sem cabeça começou depois de um pé alto de Felipe Melo;
- O Saci tinha duas pernas antes de conhecer o Felipe Melo;
- Felipe Melo é o único jogador encontrado no FIFA 2010, no Winning Eleven e no Mortal Kombat;
- Melhor não contar para o Felipe Melo que agora é a fase do mata-mata. Vai que ele leva a sério;
- Uma vez Felipe Melo foi jogar JoKenPo com o presidente Lula. Ele tinha uma tesoura, e o Lula, 5 dedos.
Cai o pano!

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Parece que foi ontem...

A frase que dá título a este post parece coisa de velho, né? E é. Afinal, estou no meu inferno astral, próximo a completar mais um aninho de vida. Mas o post não é exatamente para falar do meu niver e sim do niver deste espaço.com. Pois é...
Parece que foi ontem que o Crônicas de Saias nasceu, mas na verdade este querido blog - que hoje faz parte da minha vida (ou eu que faço parte da dele) - completou ontem um ano. Nem dá para acreditar, mas já são 365 dias de posts que contam um pouco do meu dia a dia.
E pensar que ele começou em parceria com a Renatinha Victal e carol bellei, minhas amigas até hoje. Enfim... elas cansaram e eu me apaixonei. Acabei assumindo o espaço, que hoje retrata o que meus olhos veem e meu coração sente.
A vc que me acompanha - digo, que é um dos meus nove leitores - muito obrigada. Valeu pela companhia de sempre. E espero que outros anos venham. Muitos, aliás.
Bjo grande a todos e vamu-ki-vamu!

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Foi...

E fizeram caipirinha de nós!

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Você já viu?

Um ano após a morte do mito Michael Jackson, tive o prazer de assistir a "This is It". Simplesmente isso. Ou "é isso!". Madrugada de domingo para segunda, deitada no meu ninho, não consegui desgrudar da telinha.
Sim, fiquei com preguiça de ir ao cinema e esperei que a Rede Globo ou GNT fizesse este favor. Pois é... Me arrependi. Mas enfim faz parte da vida dar uns "moles". Mas, assim como eu, vc aproveitou a oportunidade? Não? Então, corra para ver. Corra. Alugue ontem. Porque até quem não apreciava o menino-homem que virou o rei do pop ficou boquiaberto. Palavras de um outro amigo que na segunda-feira não conseguia parar de comentar o filme.
Um casal de amigos queridos e frequentadores deste espaço.com já tinha me avisado sobre o quanto fenomenal é o filme (ou o show?) do mais famoso integrante do Jackson Five , mas sinceramente fiquei admirada. Espantada. Boba... Não consegui me desligar e vi tudinho até a subida dos créditos. E num domingo isso não é tão fácil assim...
MJ realmente era uma grande estrela. É só o que posso dizer. Cantor sensacional, bailarino indefectível, pessoa doce. Pelo menos foi o que vimos.
A edição não é das melhores, mas vale pelo espetáculo, pela viagem pelos tempos da discoteca, do pop-rock, da música lenta para dançar junto. Acredite: vai te dar vontade de imitar o "Moonwalk", acompanhar a coreografia de Thriller ou vestir um sapato preto e deixar a meia à mostra.
This is it!