Uma jornalista, cabeça a mil. Vontade de debater o mundo que me rodeia, comentar o dia-a-dia, trocar ideias livremente. A busca por um espaço democrático onde pudesse exercer minha criatividade e mostrar minha visão da vida resultou em "Crônicas de Saias".

domingo, 9 de agosto de 2009

Não tem nada para vestir?






Não adianta negar. Toda mulher já abriu as portas de su guarda-roupa e disse "eu não tenho nada para vestir". Verdade ou mentira, fato é que descobri na grande rede uma pessoa que vai jogar por terra esta nossa teoria. Sheena Matheiken, uma indiana bonitinha criou o The Uniform Project (http://www.theuniformprojetc.com/) um projeto criativo para mostrar como é possível usar a mesma roupa por vários dias sem que ela pareça repetida.
Gostou? Pois é. A moça vai fazer isso por um ano. Se ela vai conseguir, eu não sei, mas já está colocando em prática há 71 dias. Fez sete pretinhso básicos idênticos e cada dia da semana ela muda apenas os acessórios.
O Uniform Project , além de levantar a bandeira da moda sustentável, também arrecada fundos para o Akanksha Foundation, um movimento que está revolucionando a educação na Índia. Todo o dinheiro arrecadado (no site é possível fazer doações) irá para essa fundação, que provém desde uniforme até outros insumos educacionais para crianças carentes no país.
Confere lá.

É dose...

Domingo de sol. Sim...
Tá um dia lindo.
E eu olhando a paisagem pela janela do escritório. Mais um plantão.
Dia dos Pais, todo o mundo se divertindo e curtindo uma praia e eu aqui.
Sem almoço - vou ter q ficar no sanduíche; sem paciência.
Mas vamulá!

sábado, 8 de agosto de 2009

Casa nova II

Há três dias, então, ainda na saga da procura por um muquifozinho na zona nobre da cidade, deparei com um anúncio que me deixou surpresa. Vc sabia que pela grana que se paga por um cubículo em Laranjeiras é possível bancar um apêzinho com dois quartos, sala ampla, varandinha (com parte da vista voltada para praia) e condomínio até com piscina na Barra??
Pois é...
E agora, José?
Comecei a pensar na possibilidade de me juntar aos emergentes da cidade. Praia próxima, espaço para os meus sonhos, apê novinho. A pena é a distância.
Agora, estou entre a cruz e a espada: o que posso chamar de qualidade de vida? Ter um canto meu bem bacana num bairro maneiro, porém longe do mundo, ou morar perto de tudo, porém num ovinho?
Oh, dúvida...

Casa nova

Já comentei por aqui que estou procurando apê para me mudar?? Não me lembro, por isso repito, porém com um outro foco. Decidi abrir mão da minha vidinha suburbana e tentar ganhar mais tempo e qualidade de vida. A idéia é alugar um muquifozinho em Laranjeiras, meu sonho de consumo. Lembra da música da Cássia Eller? É a trilha sonora do meu novo lar.
Imaginei: vale apê, casinha, casa de vila, loft, bat-caverna ou esconderijo. O importante é ter espaço para mim, meu cãozinho querido e meu barbudo (nos fins de semana).
Comecei, então, a procurar. Logo vi que o negócio não era mole. Cheguei a ver um apê até bonitinho, mas que tinham 12 pessoas na minha frente. Acredita? Uns ovos sem lugar para forno e fogão e uma sala micro que foi transformada à força em quarto. Tudo caro, pequeno e, mesmo assim, concorrido para cacete. Pensei: "não dá para sair da minha casinha para ir morar num cubículo carérrimo..."
Resolvi então ampliar o raio da minha busca. Comecei a procurar no Cosme Velho, Largo do Machado e Catete. Nada... Flamengo, Botafogo, Copa. Isso sem descartar a Lapa, que mesmo já tendo tido conselhos de não ser um bairro residencial botei a idéia para frente. Resumo da ópera: zero.
Refiz as contas e resolvi apertar um pouco o orçamento para aumentar meu poder de fogo. Aumentei R$ 200 ou R$ 300 o aluguel com condomínio. Tá pensando que mesmo assim achei algo?? Que nada! Tá foda mesmo.
Descobri que ter qualidade de vida, morar mais perto do trabalho, do metrô, dos amigos, das nossas diversões custa muito caro - em todos os sentidos.
Socorro!!!
Mas como boa brasileira não desisto nunca e continuo a minha procura.
Se vc souber de algo interessante, me avise.

Se derrubar... II

Quem não foi ontem perdeu um dos melhores shows dos 4 Caras. Um sucesso absoluto!!

Se derrubar...

Há muito tempo passava por um período de desaceleração da vida. Uma vontade de curtir mais, de fazer as coisas mais leves, de não trabalhar tanto. O mundo é realmente curioso e temos mesmo que nos conscientizar que não temos o poder de programar tudo. Eu, aliás, já devia ter me tocado disso. Fato é que minha vida deu uma guinada e hoje estou trabalhando muito mais do que no último ano, por exemplo, ao contrário do que planejava.
Mas tudo bem.
Sabe qual é a boa?? Estou até gostando.
Tem dias de altos e baixos, é certo, mas de um modo geral é legal estar antenada ao mundo, me sentindo útil, uma profissional de verdade.
A parte ruim? Trabalhar nos findes. Isso realmente não consegue me deixar feliz. A graninha q rola é bem vinda, mas acordar num sábado de sol sabendo que tem obrigações que te esperam não é lá a melhor coisa. Pior: se estiver de ressaca, o negócio fica ainda mais complicado.
Enfim, tô por aqui.
Se derrubar é pênalti.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Eles são os caras

Eu sei, eu sei... Já tá meio tarde, mas para quem gosta a noite é uma criança.
Samba bom, cerveja gelada, gente bonita. Tá a fim??
Após quase dois meses longe dos palcos, o projeto Quatro Caras está de volta!!
Mais uma vez, o meu cantor favorito Daniel Pereira se juntará, nestasexta-feira, dia 7, a partir das 21h30, aos amigos Ciraninho, LeandroFregonesi e Rafinha dos Santos para um belo show. Os quatro bambas da nova geração estarão no Bom Sujeito, cada ummostrando o melhor de seus repertórios. Sou suspeita, mas posso dizer que é divertimento garantido.
Mesmo cansada, tô indo para lá.
Bom Sujeito - Estrada da Barra da Tijuca, 18 - Sobrado (na rua dos motéis) - Entrada: R$ 16

beijoetchau

Passei o dia correndo. O negócio tá tão feio que não sei como vou aguentar isso... Ufa! De qq forma, dei uma passada rápida para desejar bom finde.
beijoetchau

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Axé!!

Depois de uma campanha ferrenha, uma amiga (a qual vejo pouco, mas tenho uma sintonia incrível) resolveu fazer uma viagem de férias. Destino: Salvador, na Bahia.
Meus amigos sabem a relação de amor que tenho com aquele lugar, mas confesso que fiquei meio receosa antes de ela embarcar. Não estava muito bem de cabeça, meio deprê, cheia de preocupações. Fiquei apreensiva e pensei: "vai ser um tiro n´água". Porque, para mim, ir para Bahia tem a ver com clima, com bom astral, com energia positiva. Achei que ela chegaria lá e se sentiria deslocada.
Pois é...
Hoje, revi a amiga. E, que boa supresa, ela está iluminada. A viagem trouxe vida nova ao rosto dela, força para a vida, axé para o caminho. Graças a Deus! E a Iemanjá para quem ela jogou umas flores (uma em minha homenagem assim como fiz em relação a ela quando lá estive pela última vez).
Trouxe- me um patuá de aniversário. Que vai me dar sorte e "felicidade cheia de alegrias". Bom, né?
É maravilhoso imaginar que nós somos capazes de fazer o bem. Me senti um veículo através do qual uma força superior soprou nos ouvidos dela que aquela cidade é mágica. E ela foi ver! E concordou comigo.
O tempo dela foi pequeno por lá, mas vou te dizer que por menos tempo que vc passe ali os deuses abençoam sua estada e marcam vc de uma maneira inesquecível. Aconteceu comigo e insisto em dizer que basta que vc esteja de coração aberto que aquela energia te contagia.
Simone, isso é Bahia.
Leve esta energia para sua estrada, amiga.
E obrigada pelo presente.

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Zzzzzzzzzzz

Ai, uma preguiça...

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Tudo a ver com o dia de hoje

Um homem passa pela porta do plenário do Senado e escuta uma gritaria que saía de dentro:
-Filho da Puta, Ladrão, Salafrário, Assassino, Traficante, Mentiroso, Pedófilo, Vagabundo, Sem Vergonha, Preguiçoso de Merda, Vendido, Assaltante...
Assustado, o homem pergunta ao segurança parado na porta:
- O que está acontecendo aí dentro? Estão brigando?
- Não - responde o segurança - Estão fazendo a chamada...

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

No DVD

Meu digníssimo foi o responsável pelas fitas do finde. Adoro isso! É bom pq não dá trabalho de nada e a gente ainda tira o corpo fora se o filme deixar a desejar. Sim, ele se esforçou para levar algo que também me agradasse. Não que eu não curta qualquer filme. Aliás, sou daquelas que só a possibilidade de ver um bom roteiro já me deixa ligada. Tenho as minhas preferências, mas confesso que a minha onda é filme bom. E pronto.
A primeira era "Sex And The City", mas eu já tinha visto. De qq forma, valeu a intenção.
Assisti "Onde os Fracos não têm vez" e me desculpem os que amaram o filme. Achei nada demais!! Para mim, segue aquela fórmula de maníacos numa fita de faroeste. Muito sangue para o meu gosto. detalhe: detesto filmes que não têm um fim. Aquele tipo "Ué, mas já acabou!" me deixa chateada.
"O Vidente" é realmente bacana. Não ouça a crítica... O filme tem um pouco de tudo e conta com a força de Nicolas Cage. Tem gente que acha que ele é canastrão; eu particularmente o acho o máximo. O cabelo está medonho, mas não dá para ser tudo perfeito. Para quem gosta de romance, não falta. Para quem gosta de tiroteio e explosões, tá tudo lá. O roteiro tb é interessante. A Julianne Moore realmente surpreende. E eu simplesmente amo personagens femininas marrentas que se dão bem. Muito legal!
Só um detalhe: o filme vai bem até que o cara consegue se dividir em vários - aí o absurdo tira sua atenção. Ok, ok. Meu querido David França Neves - cineasta com quem tive o prazer de estudar - sempre me dizia: "Cuidado com as soluções fáceis...". Perdoável.



Finde

O finde foi tranquilo, tranquilo. Uma delícia... Aliás, nada que possa ficar ruim diante do lindo sol que nos foi oferecido no último sábado. Céu azul, temperatura amena.
Aproveitei para dar banho no meu cãozinho na pet dele e comprar umas coisinhas. Geladeira de gente solteira é igual a geladeira de centro de macumba: só tem água e cachaça. Uma coisa.
A falta do carro também me dá uma preguiça doida de ir ao supermercado. Aí, fico naquela de comprar coisas picadas. Sim, eu sei que acabo gastando mais, mas confesso que mulheres que fazem compras a pé são heroínas. Eu, não. Sou uma pessoa de carne e osso e não tenho nenhum problema em assumir isso. Sucks!
À noite, aproveitamos a volta do Galocantô ao Trapiche Gamboa. Conhece a casa? Conhece o grupo? Pinta lá e vc não vai se arrepender. Garantia de divertimento, pelo menos nos dias em que o lugar não está lotado.
No domingo, preguicinha na cama. Filmes, filmes, filmes.
E no fim de noite, "Os Normais" para rir um pouco da vida e da nossa normalidade.

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Só rindo...

Passei o dia estressada. Uma loucura. Correria total. O mau humor bateu e ficou.
Não dava para respirar. Vc acha que é sacanagem? Para mim, sacanagem é outra coisa, mas... diante do fato de ter que ficar adiando a hora de ir fazer xixi acho q o trabalho tá tomando meu tempo demais.
No fim do dia, porém, tive q rir.
Esta história do Rubinho é impagável.
Ontem, li no Kibe Loco que, com o Schumacher assumindo o lugar do Massa, o Rubinho teria comprado três sacos de molas. O difícil agora seria ficar na frente do piloto alemão.
Hoje, vi uma melhor ainda. Na verdade, o que o Rubinho queria era pregar uma peça no Massa.
KKKKKKKKKKKK!!!!

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Amigas

Uma coisa me deixou muuuuito feliz ontem. Foi o dia anual do encontro com minha amiga de infância, Simone (tb conhecida como Simonão pelos os que me rodeiam).
Fomos criadas juntas, nossas mães idem. Nossos pais casaram (e descasaram) quase ao mesmo tempo e temos idades similares. Temos mil histórias e, por mais q o tempo passe, sempre estamos juntas - mesmo que distantes. Telefone tb serve para isso.
Ontem, fomos comemorar meu niver e ela foi jantar comigo lá em casa. Clube da Luluzinha mesmo.
Enchemos a lata, falamos mal de todos, soltamos as bruxas ao som de Djavan (preferência de ambas) e fomos dormir felizes às 2h30. Isso tendo que trabalhar hoje.
Momento único.

Irritação

Estou tão irritada com esta questão do meu carro que tô até passando mal. Minha gastrite pulsa em mim. Isso sem falar em ter que aguentar os sermões da minha mãe, que desde domingo não para de falar sobre o assunto.
Ninguém merece.
Hoje, foi o dia de ir buscar Obama. Melhor dizendo: fui buscar o que restou dele. É fato que o carro foi roubado pro encomenda. Os caras roubaram tudo. Obama hoje é só uma carcaça, uma loira burra. Bonito por fora mas sem conteúdo nenhum.
Não tem mais bancos, rádio, auto-falantes, caixa de marcha, estepe, chave de roda, extintor. E o pior: depenaram o motor. Não tem mais ar condicionado, injeção eletrônica, motor de arranque, alternator, radiador. Foi tudo para o saco.
Fiquei olhando aquela carcaça e pensei que realmente estamos entregues. Foi uma luta comprar aquele veículo e hoje ele não é mais nada.
Uma pena realmente.
Enfim, foi encerrada esta fase.
Vamos para a próxima.

terça-feira, 28 de julho de 2009

Parabéns!!!!!!

Hoje é o niver da Carolzinha, que durante um tempo foi minha parceira de blog. A menina que saca tudo de futebol tá completando 29 aninhos.
Parabéns!!

Foi...

Contei para vcs que na véspera do meu niver meu carro foi furtado?
Pois é... o Obama (nome de batismo dele) foi levado em plena Niterói, que dizem ser uma cidade mais pacífica do que o meu Rio.
Pois bem...
Como ele tem seguro, o que todo o mundo que paga esta budega pede a Deus é que o veículo não seja encontrado. Eu repeti as orações...
Mas, sim, ele foi encontrado hoje.
E agora só me resta rezar para que o prejuízo não seja grande.
Daqui a 48 horas, tenho um encontro com ele.
E espero que ele esteja bem.

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Deu no Lauro Garden, da Veja*

U2 na Praia de Copacabana
Plano B seria Roberto Carlos

A prioridade da prefeitura do Rio de Janeiro é trazer o U2 pra tocar a Praia de Copacabana na noite de Réveillon. E as negociações já começaram. Mas o prefeito Eduardo Paes tem um plano B para o caso de micar as conversas em curso com a banda irlandesa: quer convencer Roberto Carlos tocar para pelo menos 1 milhão de pessoas nas areias de Copacabana.

* Replicado por Léo Melo

Skid Row em São Paulo, lá vou eu! *

Preparem as pulseiras, as bandanas e os jeans rasgados! Um dos maiores expoentes da cena hard rock norte-americana na virada da década de 1980 para a de 1990, o Skid Row fará apresentação única em São Paulo, dia 12 de setembro, no Manifesto Bar. No auge do sucesso, o grupo chegou a dividir as atenções dos fãs (e sobretudo das fãs) do gênero com o Guns n’ Roses, não apenas pela música, mas por causa de seus respectivos vocalistas, Sebastian Bach e Axl Rose, alçados à categoria de sex symbols da época. Falando em Bach (na foto, agachado ao centro), o cantor não faz parte da formação que virá ao Brasil desta vez. A banda trará nos vocais Johnny Solinger, que na opinião deste humilde jornalista é (bem) melhor que seu famoso antecessor.

* Por Léo Melo, meu colaborador preferido

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Feliz Ano Novo - para mim!

Aos meus amigos queridos,
obrigada pela presença - garantia de bons momentos sempre.
obrigada pelos presentes - todos lindos.
obrigada pela energia para o Ano Novo. Rsrs...
Vcs são tudo de bom!
PS.: Para quem pedi para me lembrar sobre o bolo, saibam q esqueci de novo - só para variar. Mas deu tempo de cortá-lo aos 47 min do segundo tempo. Detalhe: na foto, meu querido fz questão de acender a velinha.
bjo grande e valeu!!

Agora é só felicidade

Para fechar com chave de ouro o meu inferno astral - e que Deus me livre de outros iguais a este! - meu carro foi furtado. Ninguém merece!
Mas, como eu disse a todos, meu projeto de ficar cada vez mais zen está tendo bons resultados e depois da irritação inicial sinceramente consegui manter minha alegria de estar aniversariando.
Agora, espero, vai ser só felicidade.

Ai, Jesus!

Há tanto para postar hoje que nem sei se consigo. Tantas emoções.
Não comentei neste nobre espaço, por exemplo, que o meu primeiro presente me foi dado na terça-feira quando - na companhia de uma comitiva de jornalistas chilenos - visitei o Cristo Redentor. Parece absurdo, mas mesmo sendo carioca nunca tinha visitado o monumento considerado uma das sete maravilhas do mundo.

Gente, fiquei chapada!

Subindo pelas escadas - eu e o grupo abrimos mão das rolantes - avistei a estátua, em meio ao nevoeiro que apareceu de repente. Me deu um nó garganta inexplicável. Me faltou ar para prosseguir... Quando cheguei lá em cima, frente a frente com ele, a primeira sensação já tinha passado e aí me deixei viajar naquela imagem que povoa nossas lembranças cariocas desde sempre. A questão é que ele sempre esteve longe, lá perto das nuvens para quem o vê de qq canto da cidade. Na terça, ele estava ali, ao meu lado, imponente.

Sei que as fotos não conseguirão expressar tamanha felicidade.

Um barato.

Para quem como eu ainda não conhece - e acho que brasileiros de um modo geral tendem a não conhecer seus pontos turísticos, até porque não são baratos - não pode perder a oportunidade. Não preciso dizer que a vista é linda e, de lá, além de mais perto do "Cara", ainda temos noção do quanto a cidade continua maravilhosa.

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Parabéns, parabéns...

Mais um ano de vida.
Uau, 12 meses passam voando.
Muitas mudanças, muitas histórias, muito aprendizado neste período.
Não posso me queixar. O presente tem sido um presente e tudo o que peço a Deus é que me mantenha sã, com saúde e com o amor que recebo dos meus amigos, da minha família, do meu escolhido.
Se a vida for isso, tô feliz pacas.



O primeiro presente do dia

Saca o potencial desta assessora que vos fala!
O meu primeiro presente do dia foi a nota que vendi para a Tolipan (no JB). Para mim, aqui somam-se duas coisas magnifícas na minha vida: meu potencial profissional e meu querido cantor (ele é o cara mesmo!!).
Confere lá.
http://www.jblog.com.br/heloisatolipan.php?itemid=14320

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Saudades...

Quem me conhece sabe que não sou amante de doces. Meu fraco é salgadinho. Pizza, pastel, coxinha, cachorro quente, empada... E nesta época pré-durante-pós niver não posso deixar de me lembrar da minha querida avozinha, que como toda avó que gosta de mimar a neta produzia vários quitutes no meu aniversário, fossem eles para uma festinha em família, entre amigos ou simplesmente para abastecer o dia mais importante do ano.
Bate uma saudade...
Aliás, nunca comentei aqui, mas minha querida Rita - que se despediu de nós no fim de 2007 - foi a melhor cozinheira do mundo todo (e do exterior, como dizem os meus). Tão festeira quanto ela, fiz questão de aprender em detalhes suas alquimias frente ao forno e fogão. É fato que nunca serei um décimo do que ela foi, mas a gente tenta... Minha avozinha, na juventude, foi "cozinheira de madame", como tinha orgulho de dizer, e sabia fazer de tudo o que de melhor pode surgir de panelas e travessas. Do mais trivial ao mais requintado.
Estas lembranças para mim são tão presentes que ainda sinto o cheirinho gostoso daquele delicioso bife na manteiga, do empadão que derretia na boca, do feijãozinho com refogado fresco, do franguinho bem assado. Quando era ainda menina e saía dos cafundós da Baixada para passar dias em sua casa, a primeira comidinha que me lembro era de lamber os beiços: um bife cortadinho no prato com um miojo. Ah, esqueci de dizer que ela tb era boa na massa instantânea...
As saladas tinham um molho especial, que faço hoje e rende elogios. A fritura das sardinhas, porém, que amo comer bebendo uma cervejinha era incomparável. Sequinha, sequinha. Os molhos de tomate tb nunca soube reproduzir, simplesmente porque a comida dela não usava estes temperos prontos. Era tudo comprado fresquinho e feito com muita paciência. Claro!
Mais do que tudo isso, um fato me salta à memória: aos 10 anos, morei um ano com ela. O muro da escola onde eu estudava dava para a janela do seu apartamento. E eu sou da época que havia aulas no sábado. No horário do recreio, ela me jogava pela janela dois sanduíches e dois suquinhos. Por que dois? Ela abastecia a minha barriga e a de uma amiga muito querida na época, a quem ela tratava como uma segunda neta.
Coisas de avó inesquecível.

Delícias pré-durante-pós niver

A maratona de comilança pré-durante-pós niver começou ontem. Fui incumbida de acompanhar uma comitiva (?) de jornalistas chilenos desde a segunda-feira. No primeiro dia, segurei a onda, mas ontem... Entre uma pauta e outra, almoçamos no Aspargu´s do Centro, conhece? Uma delícia com vista para a Baía. Medalhão para comer de joelhos. E jantamos no Zozô, um restaurante para gringos plantado na subida do bondinho do Pão de Açúcar. Uau! O menu degustação é dos deuses. Nunca comi uma inhoque tão macio... Para entrar para a história.

É a hora...

Está chegando a hora.
Amanhã, a partir de 0h, fico mais velhinha. Ai, Jesus me abana!
Convido os amigos e os sete leitores deste blog para uma cervejada - cada um paga o seu - no Osbar, meuboteco preferido aqui no Centro.
Lá tem cerveja de garrafa e pastéis deliciosos. O atendimento do Tital, o melhor gerente do mundo, tb é de primeira.
Espero poder contar com o apoio de todos nesta guinada rumo aos 40.
rs
bjo e até lá!!

domingo, 19 de julho de 2009

Sexo ou amor?

Não sei quando foi que aprendi que amor e sexo não caminham necessariamente juntos, mas lembro que já faz tempo o suficiente. Já vivi os dois lados e sei definí-los muito bem, conheço a sua importância e o quanto cada um nos faz falta. Assistir a "O Leitor" me remeteu à esta questão. Hanna desejava Michael, não havia amor ali. Era uma questão química, de carne, de cheiro. Por outro lado, Michael desejava Hanna, sim, mas, acima disso, ele a amava.
É fato que não há como definir o que faz com que uma relação seja mantida, mas me pergunto se é possível mantê-la quando só há desejo ou quando há só amor. Acredito que havendo apenas um dos sentimentos e a total ignorância disso, é possível seguir. Porém, quando nos damos conta da falta de um deles, tenho dúvidas.
Amar e ser amado é o sonho de consumo de todo ser humano. Não há nada melhor, é fato. Mas sei que sempre queremos mais e também sonhamos com o fato de sermos aceitos, desejados, a última coca-cola do deserto para o outro. Mas esta é uma fórmula difícil de ser encontrada. Diria mais: é uma fórmula rara.
Será que devemos escolher qual deles seria o mais importante para cada um de nós? Tenho visto tantos casos de amigos e amigas meio perdidos em busca de amor. Sou daquelas que diz que sexo é fácil de ser encontrado, mas amor... Mais difícil de ser visto do que cabeça de bacalhau. Deixando de lado a visão romântica da vida, no entanto, sexo de qualidade também está complicado de ser encontrado, né?
Não sei.
Fico me questionando que, diante de uma situação dessas, como prosseguir? Para onde ir? E com que armas? Ao mesmo tempo, penso que ter apenas um já deveria ser o bastante neste mundo em que vivemos.
Realismo ou comodismo?
Diga aí vc.

O Leitor

Kate Winslet, para mim, sempre foi uma criatura interessante. Admiro mulheres que têm coragem de quebrar tabus e quando li um depoimento dela dizendo que não era uma esquálida como qq atriz de Hollywood (e exaltar isso!) passei a considerá-la mais do que a maioria. Imagina a importância disso para quem vive lutando contra a balança. Kate, linda de viver, é quase minha ídola.
Partindo disso, me rendi ontem (madrugada adentro) aos encantos de "O Leitor". O filme já tinha sido excessivamente bem recomendado - até meu digníssimo chorou (logo ele q não é disso!), mas havia um empecilho: eu sabia o fim. E vou te dizer que acho que isso fez toda a diferença, embora não me impeça de assistir à película.
Fato é que fiquei ainda mais apaixonada por ela. Está maravilhosa, forte, bonita na medida exata como Hanna Schmitz, a alemã mais velha que se apaixona por um adolescente (David Kross, gracinha) e juntos guardam um segredo que os une por anos a fio. O silêncio ali é o pano de fundo e ambos estão perfeitos na tentativa de não revelá-lo para preservar a dignidade da heroína. É um drama de tribunal que discute ética e lança um novo olhar sobre as questões da 2a Guerra.
Porém, devo dizer que o casal de protagonistas e a química entre eles são o que mais me chama a atenção no filme de Stephen Daldry (leia-se As Horas).
Foi o fato de já saber o que viria?? Não sei, mas é certo que o roteiro em si - apesar de ter um pano de fundo interessante - é bastante previsível. O ritmo também é arrastado, quase me deixei ser arrastada por Morfeu. A maquiagem é capenga (Kate Winslet envelhece muito mal). Não me admira que, apesar de ter sido indicado em algumas categorias (no Oscar, foram Filme, Diretor, Roteiro Adaptado e Fotografia), o filme só tenha abocanhado os prêmios para Kate, que aliás também ficou com o Globo de Ouro de Melhor Atriz Coadjuvante (?).
Aqui, vale uma curiosidade: a primeira opção do diretor Daldry para a personagem Hanna era Kate Winslet, que não pôde aceitá-la devido a conflitos de agenda - afinal ela tb protagonizou "Foi Apenas um Sonho" (o próximo da minha lista). Nicole Kidman foi então contratada para o papel, porém engravidou em seguida e gerou um certo atraso nas filmagens. Juliette Binoche foi a segunda opção, mas tb não aceitou. E aí o destino entrou na história e Kate pode, enfim, acertar sua presença no filme.
Há coisas que têm que acontecer e pronto!
Bela Kate! Bela Hanna!

sábado, 18 de julho de 2009

Niver cancelado

Aviso aos amigos que, sim, faço mais um ano de vida nesta quinta-feira, dia 23 de julho. O dia mais lindo do mês, do ano, do mundo. Porém, ao contrário do que divulguei, este ano não vai ter festinha. O motivo? Não encontrei local, problema que vive me cercando.
De qualquer maneira, como boa festeira que sou, vou comemorar, é claro. Com chope e dança em bar ainda a ser escolhido.
Pode deixar que comunico a todos.

Sábado??

Sábado de sol, céu azul. E eu aqui, presa no escritório de plantão. Fazer o quê? Faz parte da vida.

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Tim Burton e o Maravilhoso Mundo da Fantasia*

Acho que nas minhas aparições por aqui, nunca falei que sou um grande fã de Tim Burton. Putz, me amarro no trabalho do cara. Considero o cineasta um dos mais talentosos e autorais da Sétima Arte. É um dos meus favoritos. Histórias bizarras, fantásticas e não menos fascinantes; personagens pra lá de excêntricos; cenários ora sombrios, ora coloridos ao extremo, tudo embalado pelas arrepiantes trilhas sonoras de Danny Elfman, fazem de seus filmes uma obra única e inconfundível. "Os Fantamas se Divertem", “Edward, Mãos de Tesoura”, “Ed Wood” e “Peixe Grande e Suas Histórias Maravilhosas”, apenas para citar alguns títulos, são exemplos que não me deixam mentir.
Depois do sanguinolento musical "Sweeney Todd: O barbeiro demoníaco da Rua Fleet" , eis que o novo projeto do diretor é uma adaptação de um clássico da literatura infantil. Atualmente, Burton prepara sua versão para “Alice no País da Maravilhas”, baseada no livro de Lewis Carroll (1832-1898) e que tem lançamento previsto para 5 de março de 2010.
As fotos promocionais com personagens e artes conceituais do filme já pipocam na internet e mostram que a produção será mais um espetáculo visual de encher os olhos. Coisa linda mesmo! Ah, e no elenco estão Johnny Depp, Mia Wasikowska, Alan Rickman, Matt Lucas, Helena Bonham Carter, Anne Hathaway, Crispin Glover e Christopher Lee.
Bom, chega de blábláblá e vamos às imagens:


* Por Léo Melo

Pensando...

Meu niver está chegando, como os meus sete leitores já sabem. E, pela primeira vez na vida, não consigo definir o q vou fazer. Queria uma festa, mas não consigo fechar uma casa. Para alugar, falta grana no bolso. Acho que vou abandonar a idéia e viajar.
Que saco!
Não sei se caso ou se compro uma bicicleta.

Cai o palco de Madonna

Soube hoje que ontem desabou a estrutura do palco do show de Madonna, nossa diva de hoje e sempre, em Marseille, na França. Dois operários morreram. Na grande rede, comenta-se que ela interrompeu seu show em Udine, na Itália, durante a noite, e fez um tributo, pedindo um minuto de silêncio em homenagem às vítimas. A moça até chegou a chorar enquanto comentava o ocorrido, emocionando os fãs presentes, e pediu: "Vamos reservar um momento para apreciarmos nossa família, gente que amamos, os amigos que nos cercam."
Técnicos montavam o cenário do show da cantora em Marseille, na França, quando o acidente aconteceu. Os detalhes ainda não foram divulgados, mas já se sabe que outras cinco pessoas ficaram feridas.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Cá entre nós II

O que são os discursos e o poscionamento do Lula?
Sinceramente, se aliar ao Renan é o tal do mal necessário, mas elogiar o Collor é demais.

Cá entre nós

O que é Paulo Duque?
Semana que vem, o Casseta e o pessoal do CQC vai ter muita matéria-prima.

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Bridget de volta

Em meio a minha pretensa crise pré-niver (sim, é inevitável passar por isso todos os anos), eis que surge na grande rede a notícia de que Renée Zellweger está se preparando para voltar a ser Bridget Jones no cinema. No terceiro filme da série, a história gira em torno dos dramas da jornalista Bridget, que à beira dos 40 anos, está tentando engravidar antes que seja tarde demais. Achei o máximo! Não que eu esteja à beira dos 40 (ui, ainda falta um pouquinho!!), mas rever a personagem é um prazer inenarrável.
Primeiro, porque ela é a cara das mulheres que representa. Sempre lutando contra a balança, mais inteligente do que gostosa, invariavelmente enrolada com algum casinho problemático, tendendo à solitude, dona de uma família no mínimo esquisita, com complexo de perseguição. Mas, acima de tudo, engraçada, dona de si, verdadeira, meio bebum, apaixonada sempre. A personagem realmente é bárbara e Renée é divina (mesmo com suas caras e bocas usuais). O roteiro – principalmente no primeiro filme da série - prima pela veracidade, pois mostra exatamente as agruras de quem passa pela idade. É de um humor finíssimo, feito com muitíssimo cuidado. Muito bom.
As filmagens da terceira parte da saga da jornalista solteirona começam no final deste ano. Renée já se prepara para engordar os 10 quilos já conhecidos, à base de uma dieta rica em calorias, que inclui pizzas, biscoitos e milk shakes. O mocinho ainda não está definido, mas nos primeiros – em 2001 e 2004 - Hugh Grant e Colin Firth fizeram uma ótima dobradinha.
Se o personagem está acompanhando a minha evolução? Ainda não cheguei lá, mas é provável, é provável.

Verão ou inverno?

Os dias estão cada dia mais frios ou é só uma impressão minha? Noites lindas, dias gélidos. Este é o meu julho de sempre? Não me lembro de um aniversário que sucedesse uma época de tão baixa temperatura. Se eu gosto? Amo, já disse. A gente se veste melhor, usa uns perfumes bons, abraça mais, come mais gostoso - em todos os aspectos. É um tempo em que as pessoas estão mais juntos - talvez para se aquecer. Não entendo muito porque o povo de países frios são frios? Curioso isso. A impressão que tenho é que no Brasil o inverno faz as pessoas ficarem mais ligadas. Será que é porque não estamos acostumados? O versão é exatamente o contrário - cada um por si e um ar condicionado para todos.
Fato é que mesmo diante da beleza do inverno, do cheiro agradável, do calor das pessoas, é uma estação que tende a ser meio triste. Ou sou eu que estou no meu inferno astral e me entristeço até com propaganda de margarina? Sou capaz de ficar horas - ah, se eu tivesse tempo... - apreciando os pingos da chuva no vidro da janela, as ruas molhadas, as pessoas que tiram seus casacos e cachecóis dos armários e esfregam os braços para esquentá-los enquanto andam por aí. Bonito, mas triste. Quase deprê.
Acho que isso é culpa do acinzentado do ar. Dá mais vontade de ficar em casa enrolado, comer só uma sopinha, assistir mais DVD. Meio solitário, não?
Diante destes pensamentos, nascidos nesta semana de friaca, arrisco dizer que se for sempre desta forma prefiro o verão. Pelo menos, o clima (em todos os seus aspectos) é diferente. E mesmo que estejamos tristes, pegamos uma cor, botamos uma bermudinha e saímos para a rua na companhia dos nossos cachorros serelepes. No caminho, um bate-papo com um amigo, um chopinho ou um sorvete para refrescar. Ah, isso sim tem pinta de felicidade...

terça-feira, 14 de julho de 2009

Tá chegando

Uau, faltam 9 dias para o meu niver.
Qta responsa...

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Zico: outro rei

E por falar em coisas bacanas que conheci através do meu velho, lembrei do Zico e do Flamengo do Zico. Pois é... Para mim, são coisas indivisíveis. Na semana passada, tive o prazer de ir com um amigo fanático pelo time de maior torcida do mundo ver o documentário feito pelo Paulo Roscio para o "Galinho de Quintino". Bem aqui pertinho, no Odeon. Muito bom!
Com o gigante Maracanã como palco, o filme narra a história do ídolo através de depoimentos e dos inúmeros gols que Zico marcou em sua carreira. É claro que a maioria deles foi com a camisa preta-e-vermelha, mas tem para todos os gostos, sem preconceito. No total, são 150.
Dentre os ex-companheiros, jornalistas e artistas que prestam depoimentos estão Carlos Alberto Santos, Edinho, Junior, além de Celso Garcia, que faleceu no fim de 2008 (e para quem o filme é dedicado). Emocionante, engraçado, cheio de histórias que nos remetem às nossas vidas naqueles momentos. Bem bacana.
Para mim, só dois detalhes faltaram: a Copa de 82 e a trilha sonora. A primeira pq é a primeira que me vem à lembrança e para mim é uma das duas mais emocionantes. A outra é a de 1994 por N motivos que não cabem aqui. Mas, voltando ao assunto, não entendi bem porque a galera limou o mundial daquele ano. Será que o Zico ficoutraumatizado?? Já a segunda questão é mais simples: não está presente simplesmente porque a que colocaram é de chorar - de constrangimento. Assinada por Alexandre Pires, fã declarado do jogador, é muito ruim. A música de abertura dá até dó! Uma pena realmente.
Graças a Deus, não é nada, porém, que apague a estrela do Galinho. No final, dá até vontade de se juntar á torcida que, emocionada, canta: "Ei, ei, ei, o Zico é nosso rei..."

Muitas emoções IV

Acho que meu carinho por Roberto Carlos foi adquirido por osmose. Sabe por quê? Uma das histórias do tórrido romance de meus pais dá conta de que a música do casal era "Detalhes". E fui feita ao som dela. Por isso, não podia ser diferente, né??
Para quem não conhece, aí vai... "Detalhes tão pequenos de nós dois..."

"Não adianta nem tentar me esquecer
Durante muito tempo em sua vida
Eu vou viver...
Detalhes tão pequenos de nós dois
São coisas muito grandes pra esquecer
E a toda hora vão estar presentes
Você vai ver...
Se um outro cabeludo aparecer na sua rua
E isto lhe trouxer saudades minhas
A culpa é sua...
O ronco barulhento do seu carro
A velha calça desbotada ou coisa assim
Imediatamente você vai lembrar de mim...
Eu sei que um outro deve estar falando
Ao seu ouvido palavras de amor
Como eu falei
Mas eu duvido!
Duvido que ele tenha tanto amor
E até os erros do meu português ruim
E nessa hora você vai lembrar de mim..."

Muitas emoções III

Posso dizer que sou fã de Roberto desde criança. Lá em casa, ouvíamos os LPs (sim, sou desta época) dele quase que diariamente. Coisas do Velho Carlinhos, meu pai querido, que o adorava. Além dos discos, meu pai tinha um passatempo de cantar no banheiro, como a maioria de nós. E o repertório tinha poucas variações: ia do samba - aquele mais antigo e/ ou sacana - até Roberto.
Enquanto ele se ensaboava embaixo do chuvando pelando e entoava as músicas do Rei, eu e meu irmão nos juntávamos na sala e acompanhávamos aos berros. Éramos seu backing, luxuosíssimo. "Levei meu calhambeque para o mecânico outro dia/ pois há muito tempo um conserto ele pedia/ como vou viver sem meu carango para correr/ meu calhambeque, bi-bi..." ou "Eu sou um negro gto de arrepiar/ e esta minha história é mesmo de amargar/ somente no telhado aos outros desacato/ eu sou o negro gato..."
Crianças ao som da Jovem Guarda, na maioria dos casos. Tempos idos que não voltam mais.

Muitas emoções II

Para mim, Roberto é mesmo o Rei. E não há como fugir disso.
Basta dizer que o cara embalou (e embala) várias gerações com a sua arte. E isso já é o suficiente, não? Tantos anos e ainda presente... Não é para qualquer um.
A homenagem dos 50 anos é mais que válida e lamento não ter podido estar lá no Maracanã. Já disse que sou daquelas fãs que acredita que as homenagens devem ser feitas em vida.
Se a sua música já não é o que era, não importa. Vale dizer que o amor é o epicentro de sua obra e só por isso já valeria a pena ouvir duas ou três de suas criações - que pode ou não ter a parceria de Erasmo (alguém que também adoro).
Parabéns, meu Rei!

Muitas emoções

Fim de semana de muitas emoções.

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Pelo telefone

Um amigo gaiato e com alta capacidade para zoar o plantão alheio recebeu uma ligação de uma profissional de telemarketing de uma famosa empresa de telefonia. Ao contrário da grande massa, ele em vez de ficar irritado com a insistência da moça resolveu chavecá-la.
- Ah, sim, ah, sim... Mas... me fala de vc... - ele começou.
- Como assim, senhor? - perguntou a coitada, surpresa.
- Me fala o que vc faz à noite, como se diverte...
- Senhor, esta ligação está sendo gravada - ela frisou, constrangida.
- Não importa. Eu não faço questão de esconder os meus sentimentos...
E assim foi durante quase uma hora. Ele deixando-a cada vez mais acuada e, ao mesmo, divertindo-se às suas custas. Não preciso dizer que ele nos garantiu boas risadas e a moça ... bem, ela desistiu de vender qualquer coisa para ele e desligou a ligação numa crise de irritação.
Provou do próprio veneno.

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Camarões e vinho

Há tempos, noto um mendigo que vive aqui perto de onde trabalho. Um negro, alto, cheio de ginga e sorriso brilhante. Novidade? Não. Para mim, o inusitado era a hora que ele almoçava. Invariavelmente, qdo estava chegando ele já devorava uma mega quentinha. Os camelôs em torno estavam sempre brincando com ele, o que me levou a crer que deve ser uma figura conhecida e bem humorada aqui das redondezas.
Hoje, típica nota para ser dada no Ancelmo Góis: quando cheguei ele estava ali, como sempre fazendo sua refeição. Qual não foi a minha surpresa em ver o menu. O mendigo trocou a quentinha laminada por um prato de cerâmica e se deliciava com pelo menos meia dúzia de lindos camarões - tipo VG. Imensos. Lindos. Com um detalhe a mais: em uma das mãos ele mantinha uma taça (sim, uma taça de vidro) cheia de vinho tinto. Acredita?

Olhei para aquilo e não pude deixar de rir.

Isso é o retrato da pobreza às avessas, pois é possível que nem eu tenha grana para pagar prato tão caro. Imagine o mendigo... Qta gaiatice!

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Para desestressar: Oração dos Estressados

Senhor, dê-me serenidade para aceitar as coisas que não posso mudar,a coragem para mudar as coisas que não posso aceitar e a sabedoria paraesconder os corpos daquelas pessoas que eu tive que matar por estarem me enchendo o saco.
Também, me ajude a ser cuidadoso com os calos em que piso hoje, pois eles podem estar conectados aos sacos que terei que puxar amanhã. Ajude-me, sempre, a dar 100% no meu trabalho...
- 12% na segunda-feira,
- 23% na terça-feira,
- 40% na quarta-feira,
- 20% na quinta-feira,
- 5% na sexta-feira..
E... Ajude-me sempre a lembrar, quando estiver tendo um dia realmente ruim, que são necessários 42 músculos para socar alguém e apenas 4 para estender meu dedo médio e mandá-lo para aquele lugar...
Que assim seja!!!
Viva todos os dias de sua vida como se fossem o último. Um dia, quem sabe, você acerta.

Radical

"Dizem que estou ficando amarga, enjoada, ácida, chata, sem graça. Não é verdade. É só colocar limão, adoçante, sexo, gelo, brilhantes e mexer gostoso que eu fico maravilhosa."
Radical Chic

terça-feira, 7 de julho de 2009

Parabéns, Crônicas

Por um triz não me esqueço de uma data muito importante para este espaço. No último sábado, junto com minha querida Jaciara e com a comemoração do dia da Independência dos EUA, este blog aniversariou. Pois é: o Crônicas de Saias fez um aninho de vida. Aos trancos e barrancos, chegamos (eu e o blog) a mais de 365 dias de sobrevivência, contabilizando alegrias e tristezas, sol e chuva, temas áridos e outros nem tanto. Enfim, uma experiência muito bacana. Um pouco de mim na web.
Lembro da gestação. Comecei pesquisando o perfil que o blog teria. O formato, o desenho. Depois, veio a proposta às amigas. Iniciamos com um trio de jornalistas, que logo se desfez. Manter um espaço na internet não é para qualquer um, definitivamente. Exige disciplina, dedicação. A debandada das minhas companheiras foi uma bela oportunidade de me lançar no desafio e aí levei o Crônicas para mim. Ele já era a minha cara mesmo. Eu só oficiaizei o meu tesão de estar aqui e ter um espaço meu na grande rede.
No começo fiquei meio perdida, meio constrangida, mas logo vi que aqui era o meu território e esta liberdade não poderia ser mais gostosa. Tem sido uma oportunidade única, surpreendente, cheia de bons momentos. Desde a descoberta de ser lida por gente que nem conheço pessoalmente até a possibilidade de expor meus sentimentos sobre o mundo. Um lugar para escrever - coisa que amo e optei por ser meu ganha-pão, um lugar para trocar.
Estou feliz por aqui. E espero - assim como uma pá de gente que nutre o mesmo carinho por seus blogs - poder continuar. Sempre.
Feliz Niver, Crônicas. Muitos anos de vida...

Bjo a todos que me acompanham nesta jornada...

Credo!

Que CPI é o cacete!

que queridos!...

Estou feliz em saber que meus amigos me amam e se preocupam comigo. Num dia desses, desabafando neste meu espaço privilegiado comentei que andava com umas idéias estranhas. Vc sabe que um monte de gente me escreveu perguntando sobre o assunto?!... Achei uma graça. E me senti super acarinhada.
Só estava num daqueles dias em que vc nem devia ter levantado da cama e queria sair correndo. Nada demais, gente! Ou melhor, nada que a fase pós-TPM não resolva.
Obrigada pelo carinho e amizade de todos, de qualquer forma.
Quem tem amigos, não morre pagão...

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Borboletas

Pensei que a sensação de borboletas voando no meu estômago se restringia a situações em que estou nervosa, constrangida, intimidada. Não, não é verdade. Desde ontem, tenho esta incrível sensação de que os lindos insetos povoam o interior de mim...
Desta vez, porém, a culpa foi de uns pimentões mal cozidos que ingeri à tarde. Fui a um churrasco delicioso na casa de amigos de amigos num lugar aprazível, perdido em plena Vargem Grande. Uma beleza. Fiquei apaixonada pelo lugar, pelas pessoas, pelos cachorros. Tudo perfeito. A comida tb era das boas e acho que me excedi.
Passei boa parte do dia conversando com os pimentões, que insistiram em se fazer presentes na minha memória. E depois me vieram as borboletas. Eca!
Preciso de um chá de louro...

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Marley, eu e Roni


Há algum tempo, um querido amigo (e não por acaso ele e a esposa são dois dos meus sete leitores) me deu o livro de John Grogan, "Marley e Eu". Além da capa gracinha, o texto é bem gostoso, porém, não preciso dizer que - em função da correria e da preguiça do dia-a-dia - não terminei de lê-lo. Guardei-o, no entanto, como todos os livros que ganho com muito carinho.
A trajetória do cãozinho simpático e fanfarrão como todo bom labrador me pareceu de cara com um roteiro para cinema.
O romancezinho água-com-açúcar ganhou status de um blockbuster cativante. Só por causa do cachorro... E, sim, ele chegou às telonas mais rápido do que imaginei. Como não poderia deixar de ser, aproveitei a temporada em casa para me esparramar na cama com meu Roni e curtir as travessuras da criaturinha e as mudanças que ele foi capaz de fazer numa família norte-americana.
Quem cuida do bebê durante nove horas enquanto ele chora? Marley. Quem corre pela casa abanando o rabo como um potente espanador? Marley. Quem come o sofá ferozmente? Marley. Quem é que encosta a cabeça nos joelhos da dona, compadecido da dor da perda do primeiro filho? Marley. Quem é o voraz devorador de mangas no quintal da família? Marley. Quem espera pelas crianças na volta da escola? Marley. Quem é o protagonista de divertidas colunas escritas por seu dono no jornal? Marley. Quem manda na casa? Marley.
Marley é o triunfo deste filme. É o professor fiel e dedicado sobre os caminhos do amor ao próximo. É a graça que faltava, um ator cômico em potencial que acaba deixando até a bonitinha Jennifer Aniston no chinelo.
Se você gosta de cães, não pode perder. Se não gosta, faça uma forcinha e reserve só duas horinhas para Marley. E vou te dizer: vai querer correr a uma pet (ou à Suipa, quem sabe?) e adquirir um. De cara, posso te prevenir: não esqueça dos lenços de papel. Eu chorei feito criança e depois enchi meu bichinho de dengos.
E me prometi nunca deixar de conviver com estes animais que tanto nos ensinam. Afinal, como diria Grogan, ele mesmo um jornalista de carteirinha, quem mais além de um cão seria capaz de nos fazer nos sentir tão especiais, tão únicos, tão importantes?
Depois dele, sua vida nunca mais será a mesma.

Sobre envelhecer II...

Assistir Benjamin Button, o filme de David Fincher, levanta aquela clássica teoria sobre o melhor dos mundos, ou seja, nascermos velhos e morrermos jovens. Sim, as dores causadas pela artrite e artrose, os males de Packingson e de Alzheimer, os problemas de osteoporose seriam enfrentados logo cedo e definiriam quem seguiria em frente ou não. Ao mesmo tempo, depois de tantas experiências, o espelho nos mostraria cada vez mais jovens, lindos, com a cabeça tinindo em folha, para aproveitarmos o que a vida tem de melhor.
E morreríamos bebês, dormindo em berço esplêndido.
Ah, o mundo perfeito...
No filme, porém, Fitzgerald impõe ao seu protagonista o pior das duas fases. Enquanto velho, sua mentalidade é de uma criança que acabou de nascer. Enquanto jovem, é um senhor de idade passível a todas as dores a que um ser humano normal está submetido na velhice. Isso sem contar na impossibilidade de acompanhamento da história dos seus. Ver seus filhos te assistindo ficar cada vez mais jovem, menos preparado, sem nenhuma gerência sobre seus atos. Acompanhar o caminhar de sua companheira rumo ao fim e, ao mesmo tempo, sua preplexidade diante do seu rejuvenescer.
Belo filme. Um roteiro para se pensar.

Sobre envelhecer...

Neste dias acamada, arrumei um jeito de não ficar só asssitindo às porcarias que gosto da TV aberta. Acabei pegando "O Curioso Caso de Benjamin Button", aquele filme impressionante com o Brad Pitt no papel título. Nem sei se os caras ganharam Oscar pela maquiagem - neste ano fui tão relapsa com a estatueta mor do cinema americano, mas sem dúvida alguma mereciam muiiiito. Fiquei muito impressionada.
Sem contar que ver um elenco estelar é sempre um prazer inenarrável. Palmas para a atuação na medida do maravilhoso Pitt, a beleza de Cate Blanchett (nunca a vi tão linda!), para a seriedade pseudo-sensual de Tilda Swinton, a delicadeza sempre bem-vinda de Julia Ormond. E a direção de David Fincher... Dispensa comentários.
Sobre o roteiro, digo simplesmente que vale muito a pena assistir. O drama, baseado no clássico conto homônimo escrito por F. Scott Fitzgerald nos anos de 1920, conta a história de Benjamin Button, um homem que nasce um bebê velho e começa a rejuvenescer, passando a sofrer as bizarras consequências do fenômeno.
Bacanérrimo!

Alergia a gente chata

Uma crise alérgica me levou para cama. Literalmente. Não, não era gripe suína, embora em dado momento até eu tenha desconfiado do caso. Afinal, o bicho tá pegando.
Mas como tudo começou com uma dor de garganta surreal e uma coceira no nariz que só-Deus-sabe, descartei a possibilidade. Tenho a teoria de que tudo começou após ter feito um evento junto com um povo meio chato... Ou seja, eu deveria me cuidar mais qto a isso.
Após três dias em casa, estou de volta à labuta.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Ainda sobre a coroa...

Passei boa parte do almoço de hoje discutindo com o meu amigo Edu Aveiro sobre o quanto a morte nos torna melhores. É uma teoria minha da qual ele compartilha. E nãoprecisa ser artista para isso, mas já que estamos diante de uma trágica história da vida real não podemos deixar de comentar.
Michael Jackson há uma semana era o pedófilo, o maluco, o decadente do pop. Hoje ele é o rei.
Jamari França, meu querido crítico de música do Globo, pensa o mesmo e fiquei feliz em ler o que eu teria escrito. Exatamente os meus pensamentos.
"Todo mundo sabe que morrer cedo é uma receita infalível para se criar um mito. Que o diga James Dean, que estrelou apenas três filmes e é um dos maiores mitos do cinema. Michael Jackson tem uma importância infinitamente maior e vai vender horrores agora. Mais uma vez a morte é um excelente negócio."
É isso mesmo!
Michael Jackson sempre foi um ícone pop nota 10 e acho que já está mais do que na hora de homenagearmos nossos ídolos enquanto ainda estão vivos. Sua vida pessoal era algo para nós, fãs, não deveria interessar. Misturamos tudo, o mito e a pessoa, e não demos o divino valor ao seu potencial artístico.
Agora, se repetirá o que sempre acontece: o mundo corre às lojas de discos para adquirir seu trabalho. Tarde demais...

E a coroa vai para...


Pois é.
"The King is Dead".

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Intervalo comercial

A boa publicidade realmente encanta. Eu amo TV e meu sonho de consumo era que o tempo de intervalo comercial fosse tão prazeiroso quanto a atração a que assisto. É uma chatice imaginar que os três minutos (?) entre um bloco e outro são feitos só para a gente fazer xixi ou colocar o saco de pipoca no microondas. Por isso, bato palmas para os publicitários talentosos. Ainda tenho pena dos comerciais de cigarro terem sido abolidos. A Hollywood tinha propagandas sensacionais, com temas que até hoje ressoam nos meus ouvidos. Dava vontade de fumar mesmo.
E a menina do primeiro sutiã do Olivetto? Sem comentários, né? Outro dia vi uma entrevista com a Patrícia Lucchesi e notei que a moça mudou tanto... Minha memória ainda é daquela época e a achava linda no alto de sua inocência de 11 anos. Eu e metade do mundo. O seu sucesso retumbante rendeu até livro assinado pelo seu criador.
Na atualidade, não dá para deixar de comentar o peixe-cão ou o cão-peixe do comercial do SpaceFox, da VW. Criado pela AlmapBBDO, mostra um cara que é surfista e sonhou ter um animal de estimação que “às vezes era mais cachorro, às vezes mais peixe”. E o bicho o acompanha a todos os lugares. Não sei quem pensou nisso, mas deve ter rolado uma marola de maconha no brainstorming... Uma viagem e tanto, mas muito criativa! Até eu quero um peixe-cão tão simpático. A agência tá concorrendo com ele a um Leão de Ouro no Festival de Publicidade de Cannes. O resultado sai no sábado. Vamos torcer.
E o menino que ama brócolis? A novidade deste é que vai ter uma continuação. Batizado de “Lição de Casa”, e tb criado pela F/Nazca, vai ser estrelado de novo por Rafael Miguel, o personagem do primeiro filme da campanha que pedia pra mãe comprar verduras no supermercado. Dessa vez o garoto aparece praticamente implorando para fazer lição de casa em vez de brincar. O filme é encerrado com o conceito: “Essa criança provavelmente não existe. Mas isso existe (foco na lata de Sustagen Kids). Sustagen Kids. O complemento diário de vitaminas e minerais que o seu filho adora”.
Pô, também quero fazer um menininho que beba Sustagen!

As Panteras

Lembro-me ainda criança brincando com as minhas amiguinhas de "As Panteras". Fingíamos lutar artes marciais, inventávamos personagens, criávamos roteiros de polícia-e-ladrão. Impossível esquecer o seriado que bombou no fim dos anos 70. A história das agentes secretas mais bonitas da história fez tanto sucesso que acabou sendo refilmado há poucos anos com uma leva jovial - Drew Barrymore, Lucy Liu e Cameron Diaz.
Pois é...
Hoje fiquei triste.
Farraw Fawcet morreu. A linda atriz - a loira do trio - foi vítima de câncer depois de uma longa batalha contra a doença.
Com ela, vai embora um pouco do glamour da história e a lembrança do penteado mais armado de laquê que a TV já viu.

Está explicado...

Já sei.
Estou no meu inferno astral!

Cruzes!

O excesso de trabalho, o estresse diário, minhas obrigações comigo e com o mundo ao redor realmente me roubaram a energia que vinha crescendo em mim nos últimos tempos. Ando num cansaço que só Deus sabe... O resultado é que estou reclamona que só. Nem eu mesma tô me aguentando.
Acabei por trancar a academia, a dieta não está das melhores - só emagreci dois quilos no primeiro mês, o que para mim é inacreditável, tenho tido sensações de desânimo e até uns pensamentos meio esquisitos. Me recuso a confessá-los porque os meus sete leitores podem achar que tô ficando meio doida, mas confesso que preciso fazer algo nesta direção.
Até a perda do diploma me deixou chateada, acredita?
Será uma TPM fora de época?
Alguma coisa está fora da ordem...

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Aqui dentro...

Somos frutos das nossas experiências. Somos frutos da nossa educação. Somos frutos do nosso mundo, do que vimos, do que sentimos, do que nos ensinaram. Hoje, me olho e me pergunto se gosto do que vejo. Não dá para gostar de tudo, nunca. Somos seres humanos, passíveis de falhas. E assumir isso tira das costas um grande peso. Confesso, porém, que estou satistisfeita com o que me tornei. E isso é muito mais do que vejo no espelho.
Ainda desconheço determinados cantos obscuros, ainda tenho reações que me surpreendem, ainda tenho sonhos com o que nem imaginava, mas o que está sob os meus olhos, à luz dos meus sentidos, me deixa feliz. Sou um ser em permanente estado de metamorfose e isso, embora me assuste vez ou outra, também me faz viva. Que bom... Houve um tempo em que nada me tirava do controle, nada me fazia surtar, nada me deixava esfuziante ou triste. Era um estado morno de tranquilidade. Hoje é diferente. O hoje é diferente...
Tenho medo, sim. E não poderia mentir sobre isso. Tenho medo da vida, da dor, da perda, do tempo. Tenho medo de baratas, de escuro, de altura, de avião. Mas também adquiri coragem para buscar meus objetivos, para encarar os desafios, para ser feliz. Porque ser feliz tb dá medo. Será que é isso tudo mesmo? Será que mereço? Será que caba em algum momento? Será qu estou preparada para isso?
Martha Medeiros fez uma crônica certo dia falando que o melhor lugar do mundo para se viver era dentro dela. Durante algum tempo pensei sobre o tema. Sempre imaginei que o melhor lugar para se viver era a minha casa, mas notei que minha melhor casa é dentro de mim. Posso estar enrolada no meu edredon num dia frio, na minha intimidade, com meu cachorro, comendo pipoca e vendo sessão da tarde - para mim, um programa delicioso, mas se não estiver de bem comigo mesma, nada disso será bem vindo. Pois bem. O melhor lugar para viver, sim, é dentro de mim - a melhor casa do mundo. Com meus erros e acertos. Ainda espero que sejam menos erros, claro! Também não sou mártir, mas se tiver que incluí-los... Paciência.
Vamos em frente. São os benefícios da maturidade.

Ralando...

De longe, já avisto mais um fim de semana de ralação. Estarei de plantão, como parece que vai ser uma regra na minha nova vida.
Espero que o sacrifício valha a pena em algum momento.

terça-feira, 23 de junho de 2009

Ufa!

Senhor, dai-me a paciência dos deuses.

Guti-guti

Acho que entre os meus sete queridos leitores, eu não tenho nenhum que já tenha bebês em casa. O universo de fraldas, pomadinhas e choro na madruga ainda não faz parte da vida deels... acho eu. De qualquer forma, se estiverem se preparando (como todos nós sempre estamos), não podem deixar de conhecer o blog da minha querida amiga e jornalista Michele Roças. Temos nos falado nos últimos tempos e matado as saudades da época em que trabalhamos juntos. Mic é uma rata da internet e conhece tudo deste mundo. Seus filhotes ganharam um blog delicioso, que coloco entre meus favoritos e sugiro que vcs conheçam. Para todas as idades, mas em especial para quem pensa em gerar uma criaturinha nos próximos tempos.
Confira: http://micdani.com.br/blog/

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Um sábado memorável

Três dias após a perda da obrigatoriedade do meu diploma de jornalista, promovi - junto com minha querida Marina Perin - um puta evento de jornalistas aqui no Rio. Não sei foi o primeiro ou se será o único, mas foi duca.
O dia era de sol e as mãos suavam de tensão, mas foi lindo, como diria Caetano Veloso. A casa é bacana, a comida primorosa, o clima de primeira. Ou seja, motivos para beber não faltaram. Quer saber sobre o absurdo de termos sido comparados a chefes de cozinha? Virou chacota generalizada. Válido para dar boas risadas.
Mas acima disso tudo o reencontro é uma dádiva. Rever pessoas que gostamos e/ou fizeram parte da nossa história é sempre um grande prazer. Teve gente que me ensinou a escrever, a descobrir a diferença entre pauta e lauda, a saber o que era lide e o porquê de ele não estar no pé dos textos, a correr com os pensamentos e com os dedos na máquina de datilografia (ainda era ela) porque tínhamos horário... E mais: gente que me ensinou a ser gente (pelos dois lados - pelo amor e pela dor), gente que cresceu comigo, que se divertiu comigo, que viveu belos e maus momentos comigo. Enfim, um pouco de mim estava ali. E foi memorável.
Além da beleza de estar entre os meus e o tesão de produzir uma festa que colocaria inveja na assessoria de imprensa do Planalto - afinal foram quase 60 jornalistas num mesmo local, tive o prazer de testar meu poder como promotora e mostrar um pouco do trabalho do meu cantor favorito Daniel Pereira. Mais um de nós, jornalista, blogueiro. E ele não decepcionou. Mostrou a que veio.
Foi um momento feliz. Quinze anos após a criação do Plano Real, época em que debutava como repórter, consigo reunir uma galera que faz a diferença. Gente de todos os lugares, que começou na escola JC - o objetivo inicial deste encontro - e que agora escreve as manchetes dos grandes veículos da mídia especializada.
Se para o Supremo somos nada, posso dizer que pessoalmente somos mais. E aquele sábado, dia 20, entra para a nossa história como uma data inesquecível.
Que possam vir outros...

A cada 15 segundos esquece os últimos 15

Sinceramente, estou enojada - cada dia mais - com a política brasileira.
A ressurreição de Renan Calheiros é impressionante. Embora seja um tipo muito pouco confiável - fiel somente aos seus princípios, é um cara que de alguma forma tem uma força que só Deus sabe. Ele vai atrás de seus objetivos e não importa de que maneira ele atinge todos. Um trator. Ressurge das cinzas, independente do escândalo em que se envolva. Nem o Lula, que considero um ás na política, segura o cara. Só matando...
Agora, como se já não nos bastasse, o Collor volta às bocas. Não dá para acreditar que esta criatura esteja de volta. A impressão que tenho é que o fato de ganhar as manchetes só faz dos "profissionais" da política brasileira mais populares. É exatamente o contrário do esperado.
Ou é isso ou o brasileiro tem memória de peixinho de aquário: a cada 15 segundos esquece os últimos 15.

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Chegou!

Vamos ao fim de semana??
Nunca dois dias de folga foram tão esperados...

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Sem diploma

Desde ontem, fui autorizada a jogar meu diploma no lixo. Afinal, para ser jornalista agora não precisa mais ser diplomado, fazer um curso superior, ser preparado para tal. Concordo em parte com o que disse o relator do processo no STF, mas sinceramente acho um retrocesso. Não só por ter escolhido viver desta profissão, mas porque acho que ela é importante, sim, para a sociedade. Aliás, muito mais do que várias outras que estão por aí. Vale frisar inclusive que são os jornalistas que inúmeras vezes salvam vidas com suas matérias, com suas denúncias, com suas idéias.
Conhece aquele ditado: de médico e louco todo o mundo tem um pouco? Há muito tempo, eu já tinha acrescentado uma outra função na qual todos se acham no direito de exercer: a de jornalista. E isso antes desta polêmica. Afinal, não há um ser humano que não queria após ler um texto inserir uma vírgula que seja. Imagina agora...


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segue a matéria na integra:


STF derruba exigência de diploma para jornalista

Por 8 votos a 1, o Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) derrubou a exigência de diploma para o exercício da profissão de jornalista. A decisão foi tomada no julgamento do Recurso Extraordinário (RE) 511961, interposto pelo Ministério Público Federal (MPF) e pelo Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão do Estado de São Paulo (Sertesp) contra acórdão do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3), que afirmou a necessidade do diploma, contrariando uma decisão da primeira instância numa ação civil pública.No recurso, o MPF e o Sertesp sustentaram que o Decreto-Lei 972/69, que estabelece as regras para exercício da profissão – inclusive o diploma –, não foi recepcionado pela Constituição de 1988.Votaram contra a exigência do diploma de jornalista o relator, ministro Gilmar Mendes, as ministras Cármen Lúcia Antunes Rocha e Ellen Gracie, e os ministros Ricardo Lewandowski, Eros Grau, Carlos Ayres Britto, Cezar Peluso e Celso de Mello. O ministro Marco Aurélio votou favoravelmente à exigência do diploma. Não participaram do julgamento os ministros Menezes Direito e Joaquim Barbosa, ausentes justificadamente da sessão.

terça-feira, 16 de junho de 2009

Vamos relembrar os velhos tempos?

Realizo, neste finde, um desejo de muito tempo.
No sábado, dia 20 de junho, a partir das 13h, reúno jornalistas e amigos num evento que promete entrar para a história do jornalismo carioca. O que começou como uma reunião para coleguinhas – em sua maioria profissionais que fizeram parte da escola chamada Jornal do Commercio, onde comecei - de repente cresceu e agora parece que vai ser uma comemoração generalizada, juntando várias redações e assessorias mil.
Um delícia. Trabalhosa pacas, mas que já está dando muito prazer. Afinal, é a festa do reencontro.
Para comemorar a data, a garantia de uma feijoada dos deuses e um bom samba (leia-se Daniel Pereira - também jornalista - e sua trupe) regado a cerveja gelada.
O sonho virou realidade.

Naftalina

O cheiro de naftalina continua no ar do show business brasileiro. Graças a Deus para mim, saudosista de carteirinha. Deus qu eme livre para outros que detestam esta coisa de volta ao passado.
Léo Melo , meu parceiro de blog e de birita, me confirmou ontem que o Information Society desembarca no Rio, dia 7 de agosto. É uma sexta-feira e o show é nã-sei-onde. Mas tô a fim de ir ver!
Mais um da série será o Depeche Mode, que confirmou apresentação aqui, dia 22 de outubro, ainda sem local definido.
Vambora, galera!

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Bum!

Ai, que tensão.
Experimenta juntar um trabalho estressante com brigas em família logo pela manhã e mais plantões de fim de semana... Ou seja, é quase uma bomba-relógio.

domingo, 14 de junho de 2009

Só quem tem ou teve animais de estimação sabe a alegria que estas criaturinhas são capazes de trazer às nossas vidas. Já falei sobre isso aqui, mas confesso que há dias que este sentimento é mesmo mais forte em mim e sinto a necessidade de colocar para fora. Tive uma diversidade grande de bichinhos até hoje e sou suspeita para falar qualquer coisa sobre o tema. Gatos, cachorros, micos, papagaios, cada um na sua magnitude, contribuem para nos ensinar no dia-a-dia o que é amor, amizade, dedicação.
Quem nunca chegou em casa e foi contemplado com uma festa canina - com direito a abanar de rabo, latidos e corre-corre, não tem idéia da dimensão disso. Para eles, não tem chateação, não tem mau humor, não tem chefe perturbando, não tem TPM. O ponto alto da vida é saber que o dono está chegando em casa e que a partir daquele momento seu melhor amigo estará ao seu lado. Não tem tempo ruim: às vezes, é melhor do que gente mesmo, como já disse Rita Lee.
Tive um gato durante anos na adolescência que era o chamego da família. E nos acompanhou nos momentos mais felizes e mais tristes de nossas vidas. Fiel a nós e não somente a nossa casa - até porque éramos quase nômades. Um ronronar manhoso e um aconchego sobre a minha barriga eram o presente que eu recebia logo ao chegar da faculdade e me deitar no sofá.
E o papagaio que eu e meu irmão ganhamos do meu pai ainda crianças? A ave deu lugar a um miquinho que pouco durou na árvore lá em casa. Mas era lindo, um barato de bicho. Quando ele se despediu de nossas vidas, o Louro tomou seu lugar. Era diversão garantida. A paixão de meu pai, a alegria de minha mãe que passava o dia a tentar conversar com ele.
Isso sem contar com todos os pintinhos que passaram pela família. Você é do tempo que pintinhos eram trocados nas kombis por garrafas? Pois é, eu sou. Moradora da Baixada, era diária a passagem dos carros oferecendo os bichinhos. E uma farra para nós, crianças. Me lembro que tivemos um que cresceu e teve que ser transportado para a casa da minha bisavó. Um pintinho cabia na nossa casa, mas uma galinha... Era difícil.
Cachorros? Já tive alguns. Cada um a seu jeito foi um ensinamento de vida: Amor, Lobão, Puna, Pichot. Hoje tenho lá em casa uma figurinha chamada Roni, um cãozinho herdado da minha avó querida que já não está entre nós. Cheguei à conclusão de que nossos destinos estavam entrelaçados desde que ele foi para a casa dela, afinal ele a princípio seria meu. Como tive dúvidas, ele teve o papel de ser um grande companheiro para ela nos últimos anos de sua vida até a hora de nos encontrarmos. E nos apaixonarmos.
Ele me acompanha a todos os lugares onde posso levá-lo, sem grilos. É um cãozinho comportado, que se adapta bem às situações. Coloco uma de suas gravatas... e pronto. Um gentleman.
O olhar de um cão não tem igual. As atitudes são majestosas. A companhia silenciosa é indescritível. E uma lambida matinal na cara não tem preço: o despertador perde sua função.
Sempre que levo Roni para tomar banho na pet, reafirmo meu pensamento de que pessoas que têm animais de estimação são melhores. Se são capazes de cuidar e amar um bicho, devem achar o ser humano no mínimo respeitável. E crianças que convivem com animais em casa? Para mim, é fato: são pequenos mais amorosos, mais amigos, mais tranquilos, que sabem o valor de um vida.
Se você nunca teve esta experiência, adote um bichinho. Aliás, tenho um projeto de que o próximo morador lá de casa - assim que eu ganhar um pouco mais de espaço - será um amigo conquistado na Suípa. Quero dar um lar para um daqueles milhares abandonados por lá. Acho que podemos ser muito felizes.
Quem sabe você não se anima?



sábado, 13 de junho de 2009

O Rio continua lindo


Hoje, atravessando a ponte Rio-Niterói, aproveitei para curtir o pouco que dava da paisagem à minha volta. Mesmo com sono e pilotando meu possante, deu para visualizar o sol que teimava em sair por entre as nuvens, uma baía azul, uns barcos perdidos no horizonte, um mar cor de prata. Sim, é verdade. Nste início de inverno, com o céu cinza de tantas nuvens de chuva, o sol luta para sair e joga sua luz prata no mar. Coisa linda de se ver.
Para o outro lado, vê-se os prédios do centro da cidade, o aeroporto, uma parte da orla da Zona Sul. Para onde quer que se olhe o Rio de Janeiro é lindo.
Neste momento, enquanto escrevo, olho pela janela do escritório e me deparo com o Morro do Pão de Açúcar. A natureza foi realmente generosa conosco.
Quero iniciar este sábado sonado declarando meu amor por esta cidade. Tão abandonada pelos políticos, mas tão bem projetada por Deus.

Zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz

Um sono na alma...

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Chove....

Lá fora, chove cântaros. Decidi trabalhar a sexta-feira vestida de mulherzinha e me dei mal. Minha meia está uma visáo do inferno, afinal na hora do almoço a chuva caía e respingava nela. Imagina a situação. Eu odeio guarda-chuvas, mas foi inevitável comprar um daqueles descartáveis.
Não me incomodo com o frio - aliás, adoro, mas quando São Pedro resolve chorar suas pitangas copiosamente a situação fica crítica.
A previsão é de que o finde mantenha a temperatura e o tempinho bunda. Tb não vou nem reclamar... afinal, estarei de plantão. É muito deprimente trabalhar e ficar fitando o sol maravilhoso e o dia inebriante que fazem lá fora pela janela. Neste caso, me dei bem.

Dúvida

Carolzinha bellei, que agora divide a trabalheira comigo, me pergunta:
melhor passar o dia dos namorados sozinha ou o Carnaval namorando?
Diz aí, caro leitor.

Lindo!

FELIZ DIA DOS NAMORADOS!!

Frase do fim de semana

Nada pode ser tão ruim que não possa piorar...

quarta-feira, 10 de junho de 2009

É show!!

Confesso que desta vez falhei no quesito assessoria de imprensa. É q minhas novas funções no trabalho me roubaram todo o tempo e me impossibilitaram de avisar com mais antecedência sobre o show que o meu cantor favorito, Daniel Pereira, faz hoje, no Bar da Ladeira, a partir das 21h30. A apresentação é a primeira depois do lançamento do disco e não poderia ser em outro lugar que não fosse onde tudo começou.
Atenção para o detalhe: este AINDA não é o lançamento.
Quem ainda não viu o cd, bela oportunidade para pintar por lá e conhecer as canções que vão embalar o Brasil em breve. Quem já conhece, uma chance imperdível para colocar à risca o seu poder de "decoreba".
Vejo todos lá e um beijo.

20 COISAS QUE VOCÊ NUNCA VIU

- Roberto Carlos de bermuda
- Filho de prostituta chamado Júnior
- Genro com retrato de sogra na carteira
- Enterro de anão
- Ex-gay
- Santo de óculos
- Baiana vendedora de acarajé ser assaltada
- Lombardi
- Cabeça de bacalhau
- Negros gêmeos
- Chester vivo
- Entrevistador do IBOPE
- Papel higiênico em banheiro público
- Salário durar 30 dias
- Pai de pai de santo
- Previsão da Mãe Diná dar certo
- Ser fiel até que a morte nos separe
- Uma japonesa vesga
- Quem não lê e-mail em horário de trabalho.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

De cabeça para baixo


"O mundo tá ao contrário e ninguém reparou..."

quinta-feira, 4 de junho de 2009

De malas prontas


Achei nesta semana q estava trabalhando pouco (só rindo!) e resolvi emendar dois trabalhos, um deles envolvendo uma viagem de dois dias a Aracaju. Num pisca de olhos, tudo resolvido. Isso num momento em que nem posso pensar em avião que tenho arrepios.

Pois bem, chegar, cheguei. E fico até amanhã por aqui. Agora rezo pela volta e por uma boa noite de sono, porque a turbulência me deixou num estado de tensão nunca visto.

A sexta-feira vai ser pesada e só penso na minha casinha, no meu cachorro, meu namorado, comidinha caseira. Nestas horas, penso o qto amo minhas escolhas, a vida que tenho, tudo o que me rodeio. Sou mesmo alguém de sorte.

Rio, volto logo!