Uma jornalista, cabeça a mil. Vontade de debater o mundo que me rodeia, comentar o dia-a-dia, trocar ideias livremente. A busca por um espaço democrático onde pudesse exercer minha criatividade e mostrar minha visão da vida resultou em "Crônicas de Saias".

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Zico: outro rei

E por falar em coisas bacanas que conheci através do meu velho, lembrei do Zico e do Flamengo do Zico. Pois é... Para mim, são coisas indivisíveis. Na semana passada, tive o prazer de ir com um amigo fanático pelo time de maior torcida do mundo ver o documentário feito pelo Paulo Roscio para o "Galinho de Quintino". Bem aqui pertinho, no Odeon. Muito bom!
Com o gigante Maracanã como palco, o filme narra a história do ídolo através de depoimentos e dos inúmeros gols que Zico marcou em sua carreira. É claro que a maioria deles foi com a camisa preta-e-vermelha, mas tem para todos os gostos, sem preconceito. No total, são 150.
Dentre os ex-companheiros, jornalistas e artistas que prestam depoimentos estão Carlos Alberto Santos, Edinho, Junior, além de Celso Garcia, que faleceu no fim de 2008 (e para quem o filme é dedicado). Emocionante, engraçado, cheio de histórias que nos remetem às nossas vidas naqueles momentos. Bem bacana.
Para mim, só dois detalhes faltaram: a Copa de 82 e a trilha sonora. A primeira pq é a primeira que me vem à lembrança e para mim é uma das duas mais emocionantes. A outra é a de 1994 por N motivos que não cabem aqui. Mas, voltando ao assunto, não entendi bem porque a galera limou o mundial daquele ano. Será que o Zico ficoutraumatizado?? Já a segunda questão é mais simples: não está presente simplesmente porque a que colocaram é de chorar - de constrangimento. Assinada por Alexandre Pires, fã declarado do jogador, é muito ruim. A música de abertura dá até dó! Uma pena realmente.
Graças a Deus, não é nada, porém, que apague a estrela do Galinho. No final, dá até vontade de se juntar á torcida que, emocionada, canta: "Ei, ei, ei, o Zico é nosso rei..."

Muitas emoções IV

Acho que meu carinho por Roberto Carlos foi adquirido por osmose. Sabe por quê? Uma das histórias do tórrido romance de meus pais dá conta de que a música do casal era "Detalhes". E fui feita ao som dela. Por isso, não podia ser diferente, né??
Para quem não conhece, aí vai... "Detalhes tão pequenos de nós dois..."

"Não adianta nem tentar me esquecer
Durante muito tempo em sua vida
Eu vou viver...
Detalhes tão pequenos de nós dois
São coisas muito grandes pra esquecer
E a toda hora vão estar presentes
Você vai ver...
Se um outro cabeludo aparecer na sua rua
E isto lhe trouxer saudades minhas
A culpa é sua...
O ronco barulhento do seu carro
A velha calça desbotada ou coisa assim
Imediatamente você vai lembrar de mim...
Eu sei que um outro deve estar falando
Ao seu ouvido palavras de amor
Como eu falei
Mas eu duvido!
Duvido que ele tenha tanto amor
E até os erros do meu português ruim
E nessa hora você vai lembrar de mim..."

Muitas emoções III

Posso dizer que sou fã de Roberto desde criança. Lá em casa, ouvíamos os LPs (sim, sou desta época) dele quase que diariamente. Coisas do Velho Carlinhos, meu pai querido, que o adorava. Além dos discos, meu pai tinha um passatempo de cantar no banheiro, como a maioria de nós. E o repertório tinha poucas variações: ia do samba - aquele mais antigo e/ ou sacana - até Roberto.
Enquanto ele se ensaboava embaixo do chuvando pelando e entoava as músicas do Rei, eu e meu irmão nos juntávamos na sala e acompanhávamos aos berros. Éramos seu backing, luxuosíssimo. "Levei meu calhambeque para o mecânico outro dia/ pois há muito tempo um conserto ele pedia/ como vou viver sem meu carango para correr/ meu calhambeque, bi-bi..." ou "Eu sou um negro gto de arrepiar/ e esta minha história é mesmo de amargar/ somente no telhado aos outros desacato/ eu sou o negro gato..."
Crianças ao som da Jovem Guarda, na maioria dos casos. Tempos idos que não voltam mais.

Muitas emoções II

Para mim, Roberto é mesmo o Rei. E não há como fugir disso.
Basta dizer que o cara embalou (e embala) várias gerações com a sua arte. E isso já é o suficiente, não? Tantos anos e ainda presente... Não é para qualquer um.
A homenagem dos 50 anos é mais que válida e lamento não ter podido estar lá no Maracanã. Já disse que sou daquelas fãs que acredita que as homenagens devem ser feitas em vida.
Se a sua música já não é o que era, não importa. Vale dizer que o amor é o epicentro de sua obra e só por isso já valeria a pena ouvir duas ou três de suas criações - que pode ou não ter a parceria de Erasmo (alguém que também adoro).
Parabéns, meu Rei!

Muitas emoções

Fim de semana de muitas emoções.

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Pelo telefone

Um amigo gaiato e com alta capacidade para zoar o plantão alheio recebeu uma ligação de uma profissional de telemarketing de uma famosa empresa de telefonia. Ao contrário da grande massa, ele em vez de ficar irritado com a insistência da moça resolveu chavecá-la.
- Ah, sim, ah, sim... Mas... me fala de vc... - ele começou.
- Como assim, senhor? - perguntou a coitada, surpresa.
- Me fala o que vc faz à noite, como se diverte...
- Senhor, esta ligação está sendo gravada - ela frisou, constrangida.
- Não importa. Eu não faço questão de esconder os meus sentimentos...
E assim foi durante quase uma hora. Ele deixando-a cada vez mais acuada e, ao mesmo, divertindo-se às suas custas. Não preciso dizer que ele nos garantiu boas risadas e a moça ... bem, ela desistiu de vender qualquer coisa para ele e desligou a ligação numa crise de irritação.
Provou do próprio veneno.

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Camarões e vinho

Há tempos, noto um mendigo que vive aqui perto de onde trabalho. Um negro, alto, cheio de ginga e sorriso brilhante. Novidade? Não. Para mim, o inusitado era a hora que ele almoçava. Invariavelmente, qdo estava chegando ele já devorava uma mega quentinha. Os camelôs em torno estavam sempre brincando com ele, o que me levou a crer que deve ser uma figura conhecida e bem humorada aqui das redondezas.
Hoje, típica nota para ser dada no Ancelmo Góis: quando cheguei ele estava ali, como sempre fazendo sua refeição. Qual não foi a minha surpresa em ver o menu. O mendigo trocou a quentinha laminada por um prato de cerâmica e se deliciava com pelo menos meia dúzia de lindos camarões - tipo VG. Imensos. Lindos. Com um detalhe a mais: em uma das mãos ele mantinha uma taça (sim, uma taça de vidro) cheia de vinho tinto. Acredita?

Olhei para aquilo e não pude deixar de rir.

Isso é o retrato da pobreza às avessas, pois é possível que nem eu tenha grana para pagar prato tão caro. Imagine o mendigo... Qta gaiatice!

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Para desestressar: Oração dos Estressados

Senhor, dê-me serenidade para aceitar as coisas que não posso mudar,a coragem para mudar as coisas que não posso aceitar e a sabedoria paraesconder os corpos daquelas pessoas que eu tive que matar por estarem me enchendo o saco.
Também, me ajude a ser cuidadoso com os calos em que piso hoje, pois eles podem estar conectados aos sacos que terei que puxar amanhã. Ajude-me, sempre, a dar 100% no meu trabalho...
- 12% na segunda-feira,
- 23% na terça-feira,
- 40% na quarta-feira,
- 20% na quinta-feira,
- 5% na sexta-feira..
E... Ajude-me sempre a lembrar, quando estiver tendo um dia realmente ruim, que são necessários 42 músculos para socar alguém e apenas 4 para estender meu dedo médio e mandá-lo para aquele lugar...
Que assim seja!!!
Viva todos os dias de sua vida como se fossem o último. Um dia, quem sabe, você acerta.

Radical

"Dizem que estou ficando amarga, enjoada, ácida, chata, sem graça. Não é verdade. É só colocar limão, adoçante, sexo, gelo, brilhantes e mexer gostoso que eu fico maravilhosa."
Radical Chic

terça-feira, 7 de julho de 2009

Parabéns, Crônicas

Por um triz não me esqueço de uma data muito importante para este espaço. No último sábado, junto com minha querida Jaciara e com a comemoração do dia da Independência dos EUA, este blog aniversariou. Pois é: o Crônicas de Saias fez um aninho de vida. Aos trancos e barrancos, chegamos (eu e o blog) a mais de 365 dias de sobrevivência, contabilizando alegrias e tristezas, sol e chuva, temas áridos e outros nem tanto. Enfim, uma experiência muito bacana. Um pouco de mim na web.
Lembro da gestação. Comecei pesquisando o perfil que o blog teria. O formato, o desenho. Depois, veio a proposta às amigas. Iniciamos com um trio de jornalistas, que logo se desfez. Manter um espaço na internet não é para qualquer um, definitivamente. Exige disciplina, dedicação. A debandada das minhas companheiras foi uma bela oportunidade de me lançar no desafio e aí levei o Crônicas para mim. Ele já era a minha cara mesmo. Eu só oficiaizei o meu tesão de estar aqui e ter um espaço meu na grande rede.
No começo fiquei meio perdida, meio constrangida, mas logo vi que aqui era o meu território e esta liberdade não poderia ser mais gostosa. Tem sido uma oportunidade única, surpreendente, cheia de bons momentos. Desde a descoberta de ser lida por gente que nem conheço pessoalmente até a possibilidade de expor meus sentimentos sobre o mundo. Um lugar para escrever - coisa que amo e optei por ser meu ganha-pão, um lugar para trocar.
Estou feliz por aqui. E espero - assim como uma pá de gente que nutre o mesmo carinho por seus blogs - poder continuar. Sempre.
Feliz Niver, Crônicas. Muitos anos de vida...

Bjo a todos que me acompanham nesta jornada...

Credo!

Que CPI é o cacete!

que queridos!...

Estou feliz em saber que meus amigos me amam e se preocupam comigo. Num dia desses, desabafando neste meu espaço privilegiado comentei que andava com umas idéias estranhas. Vc sabe que um monte de gente me escreveu perguntando sobre o assunto?!... Achei uma graça. E me senti super acarinhada.
Só estava num daqueles dias em que vc nem devia ter levantado da cama e queria sair correndo. Nada demais, gente! Ou melhor, nada que a fase pós-TPM não resolva.
Obrigada pelo carinho e amizade de todos, de qualquer forma.
Quem tem amigos, não morre pagão...

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Borboletas

Pensei que a sensação de borboletas voando no meu estômago se restringia a situações em que estou nervosa, constrangida, intimidada. Não, não é verdade. Desde ontem, tenho esta incrível sensação de que os lindos insetos povoam o interior de mim...
Desta vez, porém, a culpa foi de uns pimentões mal cozidos que ingeri à tarde. Fui a um churrasco delicioso na casa de amigos de amigos num lugar aprazível, perdido em plena Vargem Grande. Uma beleza. Fiquei apaixonada pelo lugar, pelas pessoas, pelos cachorros. Tudo perfeito. A comida tb era das boas e acho que me excedi.
Passei boa parte do dia conversando com os pimentões, que insistiram em se fazer presentes na minha memória. E depois me vieram as borboletas. Eca!
Preciso de um chá de louro...

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Marley, eu e Roni


Há algum tempo, um querido amigo (e não por acaso ele e a esposa são dois dos meus sete leitores) me deu o livro de John Grogan, "Marley e Eu". Além da capa gracinha, o texto é bem gostoso, porém, não preciso dizer que - em função da correria e da preguiça do dia-a-dia - não terminei de lê-lo. Guardei-o, no entanto, como todos os livros que ganho com muito carinho.
A trajetória do cãozinho simpático e fanfarrão como todo bom labrador me pareceu de cara com um roteiro para cinema.
O romancezinho água-com-açúcar ganhou status de um blockbuster cativante. Só por causa do cachorro... E, sim, ele chegou às telonas mais rápido do que imaginei. Como não poderia deixar de ser, aproveitei a temporada em casa para me esparramar na cama com meu Roni e curtir as travessuras da criaturinha e as mudanças que ele foi capaz de fazer numa família norte-americana.
Quem cuida do bebê durante nove horas enquanto ele chora? Marley. Quem corre pela casa abanando o rabo como um potente espanador? Marley. Quem come o sofá ferozmente? Marley. Quem é que encosta a cabeça nos joelhos da dona, compadecido da dor da perda do primeiro filho? Marley. Quem é o voraz devorador de mangas no quintal da família? Marley. Quem espera pelas crianças na volta da escola? Marley. Quem é o protagonista de divertidas colunas escritas por seu dono no jornal? Marley. Quem manda na casa? Marley.
Marley é o triunfo deste filme. É o professor fiel e dedicado sobre os caminhos do amor ao próximo. É a graça que faltava, um ator cômico em potencial que acaba deixando até a bonitinha Jennifer Aniston no chinelo.
Se você gosta de cães, não pode perder. Se não gosta, faça uma forcinha e reserve só duas horinhas para Marley. E vou te dizer: vai querer correr a uma pet (ou à Suipa, quem sabe?) e adquirir um. De cara, posso te prevenir: não esqueça dos lenços de papel. Eu chorei feito criança e depois enchi meu bichinho de dengos.
E me prometi nunca deixar de conviver com estes animais que tanto nos ensinam. Afinal, como diria Grogan, ele mesmo um jornalista de carteirinha, quem mais além de um cão seria capaz de nos fazer nos sentir tão especiais, tão únicos, tão importantes?
Depois dele, sua vida nunca mais será a mesma.

Sobre envelhecer II...

Assistir Benjamin Button, o filme de David Fincher, levanta aquela clássica teoria sobre o melhor dos mundos, ou seja, nascermos velhos e morrermos jovens. Sim, as dores causadas pela artrite e artrose, os males de Packingson e de Alzheimer, os problemas de osteoporose seriam enfrentados logo cedo e definiriam quem seguiria em frente ou não. Ao mesmo tempo, depois de tantas experiências, o espelho nos mostraria cada vez mais jovens, lindos, com a cabeça tinindo em folha, para aproveitarmos o que a vida tem de melhor.
E morreríamos bebês, dormindo em berço esplêndido.
Ah, o mundo perfeito...
No filme, porém, Fitzgerald impõe ao seu protagonista o pior das duas fases. Enquanto velho, sua mentalidade é de uma criança que acabou de nascer. Enquanto jovem, é um senhor de idade passível a todas as dores a que um ser humano normal está submetido na velhice. Isso sem contar na impossibilidade de acompanhamento da história dos seus. Ver seus filhos te assistindo ficar cada vez mais jovem, menos preparado, sem nenhuma gerência sobre seus atos. Acompanhar o caminhar de sua companheira rumo ao fim e, ao mesmo tempo, sua preplexidade diante do seu rejuvenescer.
Belo filme. Um roteiro para se pensar.

Sobre envelhecer...

Neste dias acamada, arrumei um jeito de não ficar só asssitindo às porcarias que gosto da TV aberta. Acabei pegando "O Curioso Caso de Benjamin Button", aquele filme impressionante com o Brad Pitt no papel título. Nem sei se os caras ganharam Oscar pela maquiagem - neste ano fui tão relapsa com a estatueta mor do cinema americano, mas sem dúvida alguma mereciam muiiiito. Fiquei muito impressionada.
Sem contar que ver um elenco estelar é sempre um prazer inenarrável. Palmas para a atuação na medida do maravilhoso Pitt, a beleza de Cate Blanchett (nunca a vi tão linda!), para a seriedade pseudo-sensual de Tilda Swinton, a delicadeza sempre bem-vinda de Julia Ormond. E a direção de David Fincher... Dispensa comentários.
Sobre o roteiro, digo simplesmente que vale muito a pena assistir. O drama, baseado no clássico conto homônimo escrito por F. Scott Fitzgerald nos anos de 1920, conta a história de Benjamin Button, um homem que nasce um bebê velho e começa a rejuvenescer, passando a sofrer as bizarras consequências do fenômeno.
Bacanérrimo!

Alergia a gente chata

Uma crise alérgica me levou para cama. Literalmente. Não, não era gripe suína, embora em dado momento até eu tenha desconfiado do caso. Afinal, o bicho tá pegando.
Mas como tudo começou com uma dor de garganta surreal e uma coceira no nariz que só-Deus-sabe, descartei a possibilidade. Tenho a teoria de que tudo começou após ter feito um evento junto com um povo meio chato... Ou seja, eu deveria me cuidar mais qto a isso.
Após três dias em casa, estou de volta à labuta.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Ainda sobre a coroa...

Passei boa parte do almoço de hoje discutindo com o meu amigo Edu Aveiro sobre o quanto a morte nos torna melhores. É uma teoria minha da qual ele compartilha. E nãoprecisa ser artista para isso, mas já que estamos diante de uma trágica história da vida real não podemos deixar de comentar.
Michael Jackson há uma semana era o pedófilo, o maluco, o decadente do pop. Hoje ele é o rei.
Jamari França, meu querido crítico de música do Globo, pensa o mesmo e fiquei feliz em ler o que eu teria escrito. Exatamente os meus pensamentos.
"Todo mundo sabe que morrer cedo é uma receita infalível para se criar um mito. Que o diga James Dean, que estrelou apenas três filmes e é um dos maiores mitos do cinema. Michael Jackson tem uma importância infinitamente maior e vai vender horrores agora. Mais uma vez a morte é um excelente negócio."
É isso mesmo!
Michael Jackson sempre foi um ícone pop nota 10 e acho que já está mais do que na hora de homenagearmos nossos ídolos enquanto ainda estão vivos. Sua vida pessoal era algo para nós, fãs, não deveria interessar. Misturamos tudo, o mito e a pessoa, e não demos o divino valor ao seu potencial artístico.
Agora, se repetirá o que sempre acontece: o mundo corre às lojas de discos para adquirir seu trabalho. Tarde demais...

E a coroa vai para...


Pois é.
"The King is Dead".

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Intervalo comercial

A boa publicidade realmente encanta. Eu amo TV e meu sonho de consumo era que o tempo de intervalo comercial fosse tão prazeiroso quanto a atração a que assisto. É uma chatice imaginar que os três minutos (?) entre um bloco e outro são feitos só para a gente fazer xixi ou colocar o saco de pipoca no microondas. Por isso, bato palmas para os publicitários talentosos. Ainda tenho pena dos comerciais de cigarro terem sido abolidos. A Hollywood tinha propagandas sensacionais, com temas que até hoje ressoam nos meus ouvidos. Dava vontade de fumar mesmo.
E a menina do primeiro sutiã do Olivetto? Sem comentários, né? Outro dia vi uma entrevista com a Patrícia Lucchesi e notei que a moça mudou tanto... Minha memória ainda é daquela época e a achava linda no alto de sua inocência de 11 anos. Eu e metade do mundo. O seu sucesso retumbante rendeu até livro assinado pelo seu criador.
Na atualidade, não dá para deixar de comentar o peixe-cão ou o cão-peixe do comercial do SpaceFox, da VW. Criado pela AlmapBBDO, mostra um cara que é surfista e sonhou ter um animal de estimação que “às vezes era mais cachorro, às vezes mais peixe”. E o bicho o acompanha a todos os lugares. Não sei quem pensou nisso, mas deve ter rolado uma marola de maconha no brainstorming... Uma viagem e tanto, mas muito criativa! Até eu quero um peixe-cão tão simpático. A agência tá concorrendo com ele a um Leão de Ouro no Festival de Publicidade de Cannes. O resultado sai no sábado. Vamos torcer.
E o menino que ama brócolis? A novidade deste é que vai ter uma continuação. Batizado de “Lição de Casa”, e tb criado pela F/Nazca, vai ser estrelado de novo por Rafael Miguel, o personagem do primeiro filme da campanha que pedia pra mãe comprar verduras no supermercado. Dessa vez o garoto aparece praticamente implorando para fazer lição de casa em vez de brincar. O filme é encerrado com o conceito: “Essa criança provavelmente não existe. Mas isso existe (foco na lata de Sustagen Kids). Sustagen Kids. O complemento diário de vitaminas e minerais que o seu filho adora”.
Pô, também quero fazer um menininho que beba Sustagen!

As Panteras

Lembro-me ainda criança brincando com as minhas amiguinhas de "As Panteras". Fingíamos lutar artes marciais, inventávamos personagens, criávamos roteiros de polícia-e-ladrão. Impossível esquecer o seriado que bombou no fim dos anos 70. A história das agentes secretas mais bonitas da história fez tanto sucesso que acabou sendo refilmado há poucos anos com uma leva jovial - Drew Barrymore, Lucy Liu e Cameron Diaz.
Pois é...
Hoje fiquei triste.
Farraw Fawcet morreu. A linda atriz - a loira do trio - foi vítima de câncer depois de uma longa batalha contra a doença.
Com ela, vai embora um pouco do glamour da história e a lembrança do penteado mais armado de laquê que a TV já viu.

Está explicado...

Já sei.
Estou no meu inferno astral!

Cruzes!

O excesso de trabalho, o estresse diário, minhas obrigações comigo e com o mundo ao redor realmente me roubaram a energia que vinha crescendo em mim nos últimos tempos. Ando num cansaço que só Deus sabe... O resultado é que estou reclamona que só. Nem eu mesma tô me aguentando.
Acabei por trancar a academia, a dieta não está das melhores - só emagreci dois quilos no primeiro mês, o que para mim é inacreditável, tenho tido sensações de desânimo e até uns pensamentos meio esquisitos. Me recuso a confessá-los porque os meus sete leitores podem achar que tô ficando meio doida, mas confesso que preciso fazer algo nesta direção.
Até a perda do diploma me deixou chateada, acredita?
Será uma TPM fora de época?
Alguma coisa está fora da ordem...

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Aqui dentro...

Somos frutos das nossas experiências. Somos frutos da nossa educação. Somos frutos do nosso mundo, do que vimos, do que sentimos, do que nos ensinaram. Hoje, me olho e me pergunto se gosto do que vejo. Não dá para gostar de tudo, nunca. Somos seres humanos, passíveis de falhas. E assumir isso tira das costas um grande peso. Confesso, porém, que estou satistisfeita com o que me tornei. E isso é muito mais do que vejo no espelho.
Ainda desconheço determinados cantos obscuros, ainda tenho reações que me surpreendem, ainda tenho sonhos com o que nem imaginava, mas o que está sob os meus olhos, à luz dos meus sentidos, me deixa feliz. Sou um ser em permanente estado de metamorfose e isso, embora me assuste vez ou outra, também me faz viva. Que bom... Houve um tempo em que nada me tirava do controle, nada me fazia surtar, nada me deixava esfuziante ou triste. Era um estado morno de tranquilidade. Hoje é diferente. O hoje é diferente...
Tenho medo, sim. E não poderia mentir sobre isso. Tenho medo da vida, da dor, da perda, do tempo. Tenho medo de baratas, de escuro, de altura, de avião. Mas também adquiri coragem para buscar meus objetivos, para encarar os desafios, para ser feliz. Porque ser feliz tb dá medo. Será que é isso tudo mesmo? Será que mereço? Será que caba em algum momento? Será qu estou preparada para isso?
Martha Medeiros fez uma crônica certo dia falando que o melhor lugar do mundo para se viver era dentro dela. Durante algum tempo pensei sobre o tema. Sempre imaginei que o melhor lugar para se viver era a minha casa, mas notei que minha melhor casa é dentro de mim. Posso estar enrolada no meu edredon num dia frio, na minha intimidade, com meu cachorro, comendo pipoca e vendo sessão da tarde - para mim, um programa delicioso, mas se não estiver de bem comigo mesma, nada disso será bem vindo. Pois bem. O melhor lugar para viver, sim, é dentro de mim - a melhor casa do mundo. Com meus erros e acertos. Ainda espero que sejam menos erros, claro! Também não sou mártir, mas se tiver que incluí-los... Paciência.
Vamos em frente. São os benefícios da maturidade.

Ralando...

De longe, já avisto mais um fim de semana de ralação. Estarei de plantão, como parece que vai ser uma regra na minha nova vida.
Espero que o sacrifício valha a pena em algum momento.

terça-feira, 23 de junho de 2009

Ufa!

Senhor, dai-me a paciência dos deuses.

Guti-guti

Acho que entre os meus sete queridos leitores, eu não tenho nenhum que já tenha bebês em casa. O universo de fraldas, pomadinhas e choro na madruga ainda não faz parte da vida deels... acho eu. De qualquer forma, se estiverem se preparando (como todos nós sempre estamos), não podem deixar de conhecer o blog da minha querida amiga e jornalista Michele Roças. Temos nos falado nos últimos tempos e matado as saudades da época em que trabalhamos juntos. Mic é uma rata da internet e conhece tudo deste mundo. Seus filhotes ganharam um blog delicioso, que coloco entre meus favoritos e sugiro que vcs conheçam. Para todas as idades, mas em especial para quem pensa em gerar uma criaturinha nos próximos tempos.
Confira: http://micdani.com.br/blog/

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Um sábado memorável

Três dias após a perda da obrigatoriedade do meu diploma de jornalista, promovi - junto com minha querida Marina Perin - um puta evento de jornalistas aqui no Rio. Não sei foi o primeiro ou se será o único, mas foi duca.
O dia era de sol e as mãos suavam de tensão, mas foi lindo, como diria Caetano Veloso. A casa é bacana, a comida primorosa, o clima de primeira. Ou seja, motivos para beber não faltaram. Quer saber sobre o absurdo de termos sido comparados a chefes de cozinha? Virou chacota generalizada. Válido para dar boas risadas.
Mas acima disso tudo o reencontro é uma dádiva. Rever pessoas que gostamos e/ou fizeram parte da nossa história é sempre um grande prazer. Teve gente que me ensinou a escrever, a descobrir a diferença entre pauta e lauda, a saber o que era lide e o porquê de ele não estar no pé dos textos, a correr com os pensamentos e com os dedos na máquina de datilografia (ainda era ela) porque tínhamos horário... E mais: gente que me ensinou a ser gente (pelos dois lados - pelo amor e pela dor), gente que cresceu comigo, que se divertiu comigo, que viveu belos e maus momentos comigo. Enfim, um pouco de mim estava ali. E foi memorável.
Além da beleza de estar entre os meus e o tesão de produzir uma festa que colocaria inveja na assessoria de imprensa do Planalto - afinal foram quase 60 jornalistas num mesmo local, tive o prazer de testar meu poder como promotora e mostrar um pouco do trabalho do meu cantor favorito Daniel Pereira. Mais um de nós, jornalista, blogueiro. E ele não decepcionou. Mostrou a que veio.
Foi um momento feliz. Quinze anos após a criação do Plano Real, época em que debutava como repórter, consigo reunir uma galera que faz a diferença. Gente de todos os lugares, que começou na escola JC - o objetivo inicial deste encontro - e que agora escreve as manchetes dos grandes veículos da mídia especializada.
Se para o Supremo somos nada, posso dizer que pessoalmente somos mais. E aquele sábado, dia 20, entra para a nossa história como uma data inesquecível.
Que possam vir outros...

A cada 15 segundos esquece os últimos 15

Sinceramente, estou enojada - cada dia mais - com a política brasileira.
A ressurreição de Renan Calheiros é impressionante. Embora seja um tipo muito pouco confiável - fiel somente aos seus princípios, é um cara que de alguma forma tem uma força que só Deus sabe. Ele vai atrás de seus objetivos e não importa de que maneira ele atinge todos. Um trator. Ressurge das cinzas, independente do escândalo em que se envolva. Nem o Lula, que considero um ás na política, segura o cara. Só matando...
Agora, como se já não nos bastasse, o Collor volta às bocas. Não dá para acreditar que esta criatura esteja de volta. A impressão que tenho é que o fato de ganhar as manchetes só faz dos "profissionais" da política brasileira mais populares. É exatamente o contrário do esperado.
Ou é isso ou o brasileiro tem memória de peixinho de aquário: a cada 15 segundos esquece os últimos 15.

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Chegou!

Vamos ao fim de semana??
Nunca dois dias de folga foram tão esperados...

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Sem diploma

Desde ontem, fui autorizada a jogar meu diploma no lixo. Afinal, para ser jornalista agora não precisa mais ser diplomado, fazer um curso superior, ser preparado para tal. Concordo em parte com o que disse o relator do processo no STF, mas sinceramente acho um retrocesso. Não só por ter escolhido viver desta profissão, mas porque acho que ela é importante, sim, para a sociedade. Aliás, muito mais do que várias outras que estão por aí. Vale frisar inclusive que são os jornalistas que inúmeras vezes salvam vidas com suas matérias, com suas denúncias, com suas idéias.
Conhece aquele ditado: de médico e louco todo o mundo tem um pouco? Há muito tempo, eu já tinha acrescentado uma outra função na qual todos se acham no direito de exercer: a de jornalista. E isso antes desta polêmica. Afinal, não há um ser humano que não queria após ler um texto inserir uma vírgula que seja. Imagina agora...


**


segue a matéria na integra:


STF derruba exigência de diploma para jornalista

Por 8 votos a 1, o Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) derrubou a exigência de diploma para o exercício da profissão de jornalista. A decisão foi tomada no julgamento do Recurso Extraordinário (RE) 511961, interposto pelo Ministério Público Federal (MPF) e pelo Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão do Estado de São Paulo (Sertesp) contra acórdão do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3), que afirmou a necessidade do diploma, contrariando uma decisão da primeira instância numa ação civil pública.No recurso, o MPF e o Sertesp sustentaram que o Decreto-Lei 972/69, que estabelece as regras para exercício da profissão – inclusive o diploma –, não foi recepcionado pela Constituição de 1988.Votaram contra a exigência do diploma de jornalista o relator, ministro Gilmar Mendes, as ministras Cármen Lúcia Antunes Rocha e Ellen Gracie, e os ministros Ricardo Lewandowski, Eros Grau, Carlos Ayres Britto, Cezar Peluso e Celso de Mello. O ministro Marco Aurélio votou favoravelmente à exigência do diploma. Não participaram do julgamento os ministros Menezes Direito e Joaquim Barbosa, ausentes justificadamente da sessão.

terça-feira, 16 de junho de 2009

Vamos relembrar os velhos tempos?

Realizo, neste finde, um desejo de muito tempo.
No sábado, dia 20 de junho, a partir das 13h, reúno jornalistas e amigos num evento que promete entrar para a história do jornalismo carioca. O que começou como uma reunião para coleguinhas – em sua maioria profissionais que fizeram parte da escola chamada Jornal do Commercio, onde comecei - de repente cresceu e agora parece que vai ser uma comemoração generalizada, juntando várias redações e assessorias mil.
Um delícia. Trabalhosa pacas, mas que já está dando muito prazer. Afinal, é a festa do reencontro.
Para comemorar a data, a garantia de uma feijoada dos deuses e um bom samba (leia-se Daniel Pereira - também jornalista - e sua trupe) regado a cerveja gelada.
O sonho virou realidade.

Naftalina

O cheiro de naftalina continua no ar do show business brasileiro. Graças a Deus para mim, saudosista de carteirinha. Deus qu eme livre para outros que detestam esta coisa de volta ao passado.
Léo Melo , meu parceiro de blog e de birita, me confirmou ontem que o Information Society desembarca no Rio, dia 7 de agosto. É uma sexta-feira e o show é nã-sei-onde. Mas tô a fim de ir ver!
Mais um da série será o Depeche Mode, que confirmou apresentação aqui, dia 22 de outubro, ainda sem local definido.
Vambora, galera!

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Bum!

Ai, que tensão.
Experimenta juntar um trabalho estressante com brigas em família logo pela manhã e mais plantões de fim de semana... Ou seja, é quase uma bomba-relógio.

domingo, 14 de junho de 2009

Só quem tem ou teve animais de estimação sabe a alegria que estas criaturinhas são capazes de trazer às nossas vidas. Já falei sobre isso aqui, mas confesso que há dias que este sentimento é mesmo mais forte em mim e sinto a necessidade de colocar para fora. Tive uma diversidade grande de bichinhos até hoje e sou suspeita para falar qualquer coisa sobre o tema. Gatos, cachorros, micos, papagaios, cada um na sua magnitude, contribuem para nos ensinar no dia-a-dia o que é amor, amizade, dedicação.
Quem nunca chegou em casa e foi contemplado com uma festa canina - com direito a abanar de rabo, latidos e corre-corre, não tem idéia da dimensão disso. Para eles, não tem chateação, não tem mau humor, não tem chefe perturbando, não tem TPM. O ponto alto da vida é saber que o dono está chegando em casa e que a partir daquele momento seu melhor amigo estará ao seu lado. Não tem tempo ruim: às vezes, é melhor do que gente mesmo, como já disse Rita Lee.
Tive um gato durante anos na adolescência que era o chamego da família. E nos acompanhou nos momentos mais felizes e mais tristes de nossas vidas. Fiel a nós e não somente a nossa casa - até porque éramos quase nômades. Um ronronar manhoso e um aconchego sobre a minha barriga eram o presente que eu recebia logo ao chegar da faculdade e me deitar no sofá.
E o papagaio que eu e meu irmão ganhamos do meu pai ainda crianças? A ave deu lugar a um miquinho que pouco durou na árvore lá em casa. Mas era lindo, um barato de bicho. Quando ele se despediu de nossas vidas, o Louro tomou seu lugar. Era diversão garantida. A paixão de meu pai, a alegria de minha mãe que passava o dia a tentar conversar com ele.
Isso sem contar com todos os pintinhos que passaram pela família. Você é do tempo que pintinhos eram trocados nas kombis por garrafas? Pois é, eu sou. Moradora da Baixada, era diária a passagem dos carros oferecendo os bichinhos. E uma farra para nós, crianças. Me lembro que tivemos um que cresceu e teve que ser transportado para a casa da minha bisavó. Um pintinho cabia na nossa casa, mas uma galinha... Era difícil.
Cachorros? Já tive alguns. Cada um a seu jeito foi um ensinamento de vida: Amor, Lobão, Puna, Pichot. Hoje tenho lá em casa uma figurinha chamada Roni, um cãozinho herdado da minha avó querida que já não está entre nós. Cheguei à conclusão de que nossos destinos estavam entrelaçados desde que ele foi para a casa dela, afinal ele a princípio seria meu. Como tive dúvidas, ele teve o papel de ser um grande companheiro para ela nos últimos anos de sua vida até a hora de nos encontrarmos. E nos apaixonarmos.
Ele me acompanha a todos os lugares onde posso levá-lo, sem grilos. É um cãozinho comportado, que se adapta bem às situações. Coloco uma de suas gravatas... e pronto. Um gentleman.
O olhar de um cão não tem igual. As atitudes são majestosas. A companhia silenciosa é indescritível. E uma lambida matinal na cara não tem preço: o despertador perde sua função.
Sempre que levo Roni para tomar banho na pet, reafirmo meu pensamento de que pessoas que têm animais de estimação são melhores. Se são capazes de cuidar e amar um bicho, devem achar o ser humano no mínimo respeitável. E crianças que convivem com animais em casa? Para mim, é fato: são pequenos mais amorosos, mais amigos, mais tranquilos, que sabem o valor de um vida.
Se você nunca teve esta experiência, adote um bichinho. Aliás, tenho um projeto de que o próximo morador lá de casa - assim que eu ganhar um pouco mais de espaço - será um amigo conquistado na Suípa. Quero dar um lar para um daqueles milhares abandonados por lá. Acho que podemos ser muito felizes.
Quem sabe você não se anima?



sábado, 13 de junho de 2009

O Rio continua lindo


Hoje, atravessando a ponte Rio-Niterói, aproveitei para curtir o pouco que dava da paisagem à minha volta. Mesmo com sono e pilotando meu possante, deu para visualizar o sol que teimava em sair por entre as nuvens, uma baía azul, uns barcos perdidos no horizonte, um mar cor de prata. Sim, é verdade. Nste início de inverno, com o céu cinza de tantas nuvens de chuva, o sol luta para sair e joga sua luz prata no mar. Coisa linda de se ver.
Para o outro lado, vê-se os prédios do centro da cidade, o aeroporto, uma parte da orla da Zona Sul. Para onde quer que se olhe o Rio de Janeiro é lindo.
Neste momento, enquanto escrevo, olho pela janela do escritório e me deparo com o Morro do Pão de Açúcar. A natureza foi realmente generosa conosco.
Quero iniciar este sábado sonado declarando meu amor por esta cidade. Tão abandonada pelos políticos, mas tão bem projetada por Deus.

Zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz

Um sono na alma...

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Chove....

Lá fora, chove cântaros. Decidi trabalhar a sexta-feira vestida de mulherzinha e me dei mal. Minha meia está uma visáo do inferno, afinal na hora do almoço a chuva caía e respingava nela. Imagina a situação. Eu odeio guarda-chuvas, mas foi inevitável comprar um daqueles descartáveis.
Não me incomodo com o frio - aliás, adoro, mas quando São Pedro resolve chorar suas pitangas copiosamente a situação fica crítica.
A previsão é de que o finde mantenha a temperatura e o tempinho bunda. Tb não vou nem reclamar... afinal, estarei de plantão. É muito deprimente trabalhar e ficar fitando o sol maravilhoso e o dia inebriante que fazem lá fora pela janela. Neste caso, me dei bem.

Dúvida

Carolzinha bellei, que agora divide a trabalheira comigo, me pergunta:
melhor passar o dia dos namorados sozinha ou o Carnaval namorando?
Diz aí, caro leitor.

Lindo!

FELIZ DIA DOS NAMORADOS!!

Frase do fim de semana

Nada pode ser tão ruim que não possa piorar...

quarta-feira, 10 de junho de 2009

É show!!

Confesso que desta vez falhei no quesito assessoria de imprensa. É q minhas novas funções no trabalho me roubaram todo o tempo e me impossibilitaram de avisar com mais antecedência sobre o show que o meu cantor favorito, Daniel Pereira, faz hoje, no Bar da Ladeira, a partir das 21h30. A apresentação é a primeira depois do lançamento do disco e não poderia ser em outro lugar que não fosse onde tudo começou.
Atenção para o detalhe: este AINDA não é o lançamento.
Quem ainda não viu o cd, bela oportunidade para pintar por lá e conhecer as canções que vão embalar o Brasil em breve. Quem já conhece, uma chance imperdível para colocar à risca o seu poder de "decoreba".
Vejo todos lá e um beijo.

20 COISAS QUE VOCÊ NUNCA VIU

- Roberto Carlos de bermuda
- Filho de prostituta chamado Júnior
- Genro com retrato de sogra na carteira
- Enterro de anão
- Ex-gay
- Santo de óculos
- Baiana vendedora de acarajé ser assaltada
- Lombardi
- Cabeça de bacalhau
- Negros gêmeos
- Chester vivo
- Entrevistador do IBOPE
- Papel higiênico em banheiro público
- Salário durar 30 dias
- Pai de pai de santo
- Previsão da Mãe Diná dar certo
- Ser fiel até que a morte nos separe
- Uma japonesa vesga
- Quem não lê e-mail em horário de trabalho.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

De cabeça para baixo


"O mundo tá ao contrário e ninguém reparou..."

quinta-feira, 4 de junho de 2009

De malas prontas


Achei nesta semana q estava trabalhando pouco (só rindo!) e resolvi emendar dois trabalhos, um deles envolvendo uma viagem de dois dias a Aracaju. Num pisca de olhos, tudo resolvido. Isso num momento em que nem posso pensar em avião que tenho arrepios.

Pois bem, chegar, cheguei. E fico até amanhã por aqui. Agora rezo pela volta e por uma boa noite de sono, porque a turbulência me deixou num estado de tensão nunca visto.

A sexta-feira vai ser pesada e só penso na minha casinha, no meu cachorro, meu namorado, comidinha caseira. Nestas horas, penso o qto amo minhas escolhas, a vida que tenho, tudo o que me rodeio. Sou mesmo alguém de sorte.

Rio, volto logo!

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Friozinho

Dizem que os cariocas são os brasileiros que mais sentem frio. Não sei, afinal ainda há o Ceará, terra do Sol, onde nunca baixa a temperatura. Mas é fato: não estamos acostumados a baixas temperaturas. Você, leitor carioca, deu uma saída estes dias pela cidade e olhou o povo? Nota-se logo que aos 20 graus, a homarada já tira os casacões do armário, sendo seguida pelas mulheres e suas botas. Eu me incluo neste grupo. Já tirei meu cachecol e minha jaqueta de couro do fundo do baú.
Ao contrário da maioria, adoro este gelinho que tem feito. Sempre fui adepta do inverno e inclusive sempre disse que a época do meu aniversário é a mais bonita do ano. E é mesmo. Julho é mais frio, mas o céu é mais estrelado. Tb nossa pele é mais branca, nos vestimos melhor, estamos mais belos, mais cheirosos, mais dispostos a arrumar um cobertor de orelha. E dá até para beber um vinho. Imagina um vinho em pleno verão carioca? Sem chances, né?

Tô torcendo para esta massa de ar frio ainda permanecer um pouco por aqui. Com um pouco de sorte, vai dar até para rolar um fondue na casa de amigos, um joguinho para animar...

Ai, que delícia. Programinha que só é possível na serra...

terça-feira, 2 de junho de 2009

Tristeza

Muito triste a tragédia do Air Bus. Muito triste...

segunda-feira, 1 de junho de 2009

O retorno de Carol

Estou feliz por ter de volta a companhia da minha amiga querida, Carol Bellei, no meu dia-a-dia. Pois é... O bom filho à casa torna. Espero que eu tenha sugerido algo positivo na vida dela. E se não o for, sei q faremos do limão uma limonada. É o recomeço da parceria que nunca terminou.
Com ela, tudo vai ficar mais fácil.
Bem-vinda, lindinha.

Quanto do Pânico

Vc já ouviu falar em quarto do pânico? Fui apresentada a um hoje. E é para onde estou indo.

Reza brava

Qto mais eu rezo, mais assombração me aparece. Será que estou rezando pouco?

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Viver despenteada

Acabei de receber.
Tudo a ver com o post anterior.

**

VIVER DESPENTEADA
Hoje aprendi que é preciso deixar que a vida te despenteie,por isso decidi aproveitar a vida com mais intensidade...O mundo é louco, definitivamente louco...O que é gostoso, engorda. O que é lindo, custa caro.O sol que ilumina o teu rosto enruga.E o que é realmente bom dessa vida, despenteia...- Fazer amor, despenteia.- Rir às gargalhadas, despenteia.- Viajar, voar, correr, entrar no mar, despenteia.- Tirar a roupa, despenteia.- Beijar à pessoa amada, despenteia.- Brincar, despenteia.- Cantar até ficar sem ar, despenteia.- Dançar até duvidar se foi boa idéia colocar aqueles saltos gigantes essanoite, deixa seu cabelo irreconhecível...Então, como sempre, cada vez que nos vejamoseu vou estar com o cabelo bagunçado...mas pode ter certeza que estarei passando pelo momento mais feliz da minhavida.É a lei da vida: sempre vai estar mais despenteada a mulher que decide irno primeiro carrinho da montanha russa, que aquela que decide não subir.
Pode ser que me sinta tentada a ser uma mulher impecável,toda arrumada por dentro e por fora.O aviso de páginas amarelas deste mundo exige boa presença:Arrume o cabelo, coloque, tire, compre, corra, emagreça,coma coisas saudáveis, caminhe direito, fique séria...e talvez deveria seguir as instruções, masquando vão me dar a ordem de ser feliz?Por acaso não se dão conta que para ficar bonitaeu tenho que me sentir bonita...¡A pessoa mais bonita que posso ser!
O único, o que realmente importa, é que ao me olhar no espelho, veja a mulher que devo ser. Por isso, minha recomendação a todas as mulheres:
Entregue-se, Coma coisas gostosas, Beije, Abrace,dance, apaixone-se, relaxe, Viaje, pule, durma tarde, acorde cedo, Corra,Voe, Cante, arrume-se para ficar linda, arrume-se para ficar confortável!
Admire a paisagem, aproveite,e acima de tudo, deixa a vida te despentear!
O pior que pode passar é que, rindo frente ao espelho, você precise sepentear de novo...

Espelho meu

Vaidade nunca foi o meu forte, mas confesso que de uns tempos para cá me pego com a vontade semanal de fazer as unhas, secar os cabelos no secador, estar sempre com uma roupitcha nova. Acho saudável. Ser mulherzinha de vez em quando dá uma injeção de ânimo na auto-estima. E me pergunto porque não sou assim desde sempre.
No entanto, me policio para que isso não vire uma loucura na minha vida. Não fazer a unha sempre é perdoável, basta passar um removedor no esmalte quebrado e... pronto! Se o cabelo secar ao vento, lindo. É natural tb. A roupinha... bem, faz falta, mas tenho uma dúzia de calças jeans para ocasiões diversas que sempre me salvam.
Tenho assistido tantas loucuras em torno da vaidade que fico assustada, certas vezes. E, na minha humilde opinião, excesso de vaidade é muito cansativo. Pessoas muito vaidosas são cansativas. Não pelo fato de quererem estar sempre bonitas, com uma pele fresca, com um perfume inebriante e com o modelito da moda, mas porque acho que este sentimento acaba tomando conta de tudo.
Um vaidoso não consegue dizer que ama verdadeiramente alguém - que não seja ele mesmo. Um vaidoso não se permite contar que realmente precisou de um funcionário com determinado perfil e, por isso, procurou seu tel e o contactou, chamando-o para tal vaga. Um vaidoso é incapaz de aceitar que aquela idéia brilhante não foi dele, e sim de um amigo.
Nossa, quanta energia desperdiçada para mentir para si mesmo e para os que estão em sua volta. Quanto desgaste desnecessário só para se manter no topo da onda, à frente de tudo e todos.
Ainda bem que lá em casa tem espelho. Ainda bem que ele não manda em mim.

Estrelas

Ontem, tive o prazer de assistir a duas pérolas da música brasileira: Teresa Cristina e Ivete Sangalo. A primeira foi a estrela de um show num shopping do Rio; a segunda estava no Jô dando pinta. Que lindas! As duas vivendo momentos similares, ambas cheias de vida, felizes com suas escolhas.
Confesso que tive inveja. E nem tenho vergonha disso. Aliás, depois de anos de terapia, descobri que o sentimento embora escroto é mais comum do que se pensa. E muitas vezes ele está presente, mas nem é notado ou preferimos não notá-lo.
Ivete é minha querida. Grávida de cinco meses, está mais bonita e mais radiante que nunca. lançando cd e dvd novo, dona da sua vida. Teresa está voltando do período de amamentação de Lorena. Seu ganho em peso foi proporcional ao ganho em simpatia. Gente como a gente.
Bacana sentir esta energia. Eu , como público, agradeço.

zzzzzzzzzzzz

Uma canseira.......

quinta-feira, 28 de maio de 2009

O ser humano e a odontologia

Eu odeio dentistas. Mas, como diria Chico Buarque, meu ídolo-mor, Deus é um cara gozador e me fez uma usuária de aparelhos ortodônticos. Ou seja, estarei presa a estas criaturas para o resto da minha vida. Aliás, pensando bem, eu odeio e, ao mesmo tempo, tenho pena dos dentistas, porque se há um profissional que eu pouco ouço falar bem é o dentista. Não conheço quem conte os dias ansiosamente para fazer uma visita a um dentista, quem sonhe em deitar naquela cadeira maldita, quem tenha frisson em ouvir o barulhinho daquele motorzinho escroto avançando sobre a nossa boca. E a gente ali... deitados, impotentes, tentando pensar em outra coisa enquanto olha o teto, com a boca escancarada cheia de dentes, parodiando outro ídolo, Raul Seixas.
Hoje foi meu dia. Acordei e a primeira lembrança que me ocorreu: tenho hora marcada com o dentista. Pelo menos, a época do afrouxa-e-aperta aparelho passou, mas não o tempo de fazer limpezas (cada vez mais frequentes) por conta da contenção que uso na arcada inferior. E vou usar para toda a eternidade. Aliás, esta pode ser até uma forma de ser reconhecida depois de morta. E, é claro, quem me conhece realmente, saberá que sou eu, "aquela que odiava dentistas, mas foi alvo das brincadeiras do 'Cara Lá de Cima'".
Acho louvável que alguém lançasse uma campanha a favor do uso das dentaduras. Não são tão assépticas, mas nos livrariam dos dentistas. Imagine a solução agradável: vc iria ao dentista, mas quando chegasse lá, se sentaria decentemente numa cadeira normal e, enquanto lixava as unhas, esperaria que ele desse cabo do seu trabalho, tendo nas mãos sua dentadura. Dava tempo até de ver tv sem estresse. No fim da sessão, você pagaria o "sirvissu" e a colocaria na boca, limpinha, branquinha, sem nenhum vestígio de ter sido usada nos últimos anos. E detalhe: tudo isso sem vc sentir um arrepio, uma dorzinha, um mal estar causado por qualquer dos equipamentos odontológicos. Será este um mundo perfeito?
Ufa... Agora, já com uma parte dos dentes limpos - ainda tenho outra sessão na próxima semana - começo o meu dia. Não preciso dizer que eles arranham minha língua de tão limpos. Nem que o gosto de sangue na minha boca vai ficar até que ela se habitue a sua nova condição de "tinindo de tão asseada".
O início do dia não poderia ser melhor. Tô até com medo do restante...

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Falta de quê?

Estou convencida de que só nos damos conta da importância de alguém ou algo em nossas vidas quando a perdemos. Triste constatação, mas a mais pura verdade. Fico imaginando porque nós, seres humanos, dotados de tamanha inteligência, não somos capazes de dar valor aquilo ou aqueles quando estão ao nosso lado, partilhando do nosso dia-a-dia. Seríamos tão mais felizes.
E isso vale para tudo nesta nossa breve jornada. Um “bom dia” do porteiro, uma lambida do cachorro, uma ligação da mãe, um choramingo do filho, um “por onde vc andou?” do nosso amor. E também um All Star de cor diferente, que vc nunca conseguia combinar com nada; um cd muito pouco ouvido, que jamais saiu da prateleira do quarto; um jogo de copos de cristal, que só foi usado uma vez. Para ser o mais básico possível. Tudo começa a fazer falta a partir do momento em que não está mais ali, onde nós os deixamos um dia...
Pensa bem...
Basta você ter uma boa proposta de trabalho e sair da empresa onde há anos as pessoas achavam que você só fazia a sua obrigação que a sua chefe espalha para os quatro cantos o quanto você era competente. Aconteceu com uma amiga próxima. É só você começar a fazer novos programas que aquela sua amiga que estava sempre ocupada para te ouvir já reclama a sua presença. Já ouvi vários relatos a respeito. E se vc cansar de estar sempre disponível para aquele seu namorado que pensava que você era invisível, pode crer que ele descobrirá o quanto você era importante na vida dele. Já aconteceu comigo – algumas vezes.
Impressionante como somos imaturos e incapazes de valorizar o que está bem embaixo do nosso nariz. Enquanto podemos aproveitar a presença de coisas e pessoas, nos apegamos a questionamentos menores. E daí, mais tarde, ouve-se “bem que eu era feliz”. Será que não está na hora de sermos felizes agora? Dizem que a maior felicidade é quando nos tocamos que estamos vivenciando este momento mágico naquele exato instante...

terça-feira, 26 de maio de 2009

Eca!

Ai, ai, ai... Não aguento mais esta história em torno da pobre Maysa-que-quebrou-o-coco-na-câmera. Deus do Céu! Para onde em viro a galera só fala disso. Eu gosto da menininha, mas vou começar a dar razão aos amigos que falam da malice da mídia em cima da garota.

Menino ou menina??

Tô achando o máximo esta história da Ivete não querer saber o sexo da criança. Verdade ou mentira, é um mistério gostoso de curtir, né? A tecnologia nso beneficia em muitos momentos da vida, mas em alguns é tão presente que é responsável pela perda da graça.
Acho que queria ser assim tb - no momento que chegar o meu momento. Um primeiro bebê pode ser menino ou menina que não vai fazer a menor diferença. E nossos pais conviveram com esta expectativa por nove meses e ninguém morreu. pelo contrário: felicidade absoluta.
O problema maior é não deixar ninguém no entorno descobrir, pq senão a curiosidade vai ser demais. Nos dois últimos casos de chegada de bebês - lindos por sinal - na casa de pessoas queridas, os pais já sabiam o sexo. Será que eles fariam diferente?
Tô torcendo para Ivetuda (nossa Dalila) ser feliz. E o seu bebê saudável. Isso é o mais importante.

Dorilax na veia

Não sei se tem a ver com a malhação ou com a correria de ontem no trabalho. Fato é que estou com uma dor nas costas fenomenal. Juro, mal dá para respirar.
Alguém aí me dá um Dorilax??

Malhação

Aos que possam se interessar, sim, voltei para a malhação. Ontem, recomecei minha via crucis. Digo isso pq realmente, como disse Mará, sou uma exímia levantadora de copos. E ponto. Nada que me dê muito trabalho me atrai, mas não podia deixar a situação ir por água abaixo. Então, resolvi voltar ao meu reduto.
É o tal do mal necessário.
E que Deus ouça minhas preces e me dê forças para ir em frente.
Agora, de uma vez por todas.

segunda-feira, 25 de maio de 2009

bjoooooo

Galera,
Passei só para mandar um beijinho.
Não tô com tempo nem para fazer xixi...

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Empatia

É fantástica esta coisa da empatia que temos com determinadas pessoas, não?
Sempre que isso me acontece - e não é raro - me pego pensando cá com meus botões que estranho sentimento é esse que nos une a pessoas que muitas vezes vemos pouco, não temos vidas semelhantes ou personalidades similares, estamos longe de ser amigos. Um olhar, uma dúzia de palavras, um sorriso e pronto! Lá está o sentimento de gostar de alguém - que vc nem sabe bem quem é.
Ontem, ao reencontrar Jaci, a cantora, tive esta sensação. Parecia que sempre estivemos juntas. Um conforto em estar ao lado dela, uma confiança em contar segredinhos, uma cumplicidade em partilhar dos mesmos sonhos.
Temos uma história curiosa de encontros e desencontros desde que nos conhecemos há alguns anos, mas de certa forma sempre estivemos orbitando uma em torno da outra. Agora, minha impressão é que não nos largaremos mais. Nos descobrimos de verdade.
A empatia foi só o começo.

Debut

Tive o prazer, ontem, de ser uma das poucas convidadas para o "debut" de uma amiga de longa data nos palcos. A apresentação, apesar de amadora, foi bacana e deu para visualizar o talento que há tempos estava guardado naquela armação de jornalista. Fiquei tão feliz.
Posso dizer que sou boa de crítica e vi nela uma real possibilidade de cantar profissionalmente. Uma atitude interessante no palco, voz límpida. Agora, vou apresentar a ela minha mais nova faceta: a de produtora.
Isso depois que passar a dor de cabeça que sinto por conta da ressaca. A comemoração - e não poderia ser diferente - foi até altas horas e depois de uma garrafa de prosecco e uns chopes, a situação ficou complicada.
Mas valeu a pena.
Parabéns, Jaci!

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Revival

Sou saudosista e todos os sete leitores que frequentam este espaço já sabem desta minha "qualidade". Por isso, saber da vinda ao Brasil do Simple Minds, em setembro, me deixou extremamente feliz. Depois de Duran Duran e The B-52's, outra banda de sucesso dos anos 1980 chega por estas bandas. Putz, sacudi muito o esqueleto ao ritmo de "(Don't You) Forget About Me" e "Alive and Kicking". Uma delícia de lembrança!
O grupo escocês, que voltou à ativa no ano passado e, em 2009, lançou o álbum "Graffiti Soul", toca em São Paulo, no dia 24 de setembro, no HSBC Brasil, e no Vivo Rio, no dia seguinte.

De volta

Uma cólica monstruosa me deixou fora de combate ontem à tarde. Coisas de mulherzinha! Mas, como bom soldado, já estou de volta ao meu posto.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Haja paciência

Ok, ok... Todos nós, de alguma maneira, dependemos desta figura chamada cliente. isso quando nós mesmos não somos clientes. Mas preciso fazer um desabafo: cliente bom é cliente morto. Ufa!

terça-feira, 19 de maio de 2009

Na rua

Noto cada dia mais gente dormindo nas ruas. Incrível constatação. Pela janela do carro, vejo dezenas, centenas espalhadas pela cidade. Quando vou para o trabalho. Quando volto do trabalho.
Noto as reações de quem passa por eles. Todos indignados; alguns com dó, outros incrédulos.
O perfil desta população de rua também mudou proporcionalmente ao seu crescimento. Antes, eram jovens, às vezes acompanhados de crianças que tinham feito pelas ruas mesmo. Seu futuro é continuar vivendo nas calçadas, embaixo das marquises. Agora, os velhos também tomam conta da sarjeta, enrolados em seus cobertores cinzas. É de impressionar.
O barulho dos carros, os ruídos da chegada do dia, o corre-corre dos traseuntes não os acordam, não os faz despertar para um nova vida.
Fico imaginando quais motivos levam estes seres a optar viver desta maneira (ou não optar, sabe Deus). Como serão suas rotinas, suas dores, seus medos. Não ter um teto - ainda que o mais simples - para descansar oc orpo e a cabeça é desunamno. Não ter família ou a ter de uma maneira inimaginável.
Triste sina.

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Garagem

Anota aí: Pedra Letícia. Os caras são quase o novo Mamonas Assassinas, guardadas as devidas proporções. Descobertas pelo quadro Garagem do Faustão, os meninos são show de bola.
O cd já está nas lojas. Muito engraçado.

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Batman


Prenderam o Batman hj. Finalmente...

Agora quero saber quando é que vão nos ressarcir pelo batmóvel, batcaverna, batcinto de utilidades e demais apetrechos.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Divã II

- Eu sou apaixonada pelo livro de Martha Medeiros (assim como tudo o que ela escreve). Ou seja, o texto é genial. Sente isso: "temos certeza do nascimento e da morte. E entre um e outro, crescemos, casamos, temos filhos, adoecemos. Isso é a vida."
- O filme é fiel ao livro, ou seja, vc não corre o risco de sair decepcionada. Um resumão feito por Marcelo Saback, o mesmo que o transportou para os palcos.
- O filme faz chorar e faz rir. Na boate, é impagável a tentativa dela falar como adolescentes: "irado", "tô numa vibe". Ou quando já está sofrendo: "Não era amor. Era melhor." É bom como pipoca num dia de chuva. Despretensioso.
- Vc vai repensar vários momentos da sua vida. Se vc já viveu uma relação longa, vai se ver lá. "A gente ainda se ama. O problema é que a gente não se quer mais. "
- Leve seu namorado/ marido/ amigo amante para assistir. Ele vai se divertir e, de quebra, vc não vai precisar falar determinadas coisas para ele no futuro.
- A Mercedes de Lilia Cabral está fantástica (como sempre!) e ainda mostra a veia cômica da atriz. "Eu não sou como aquela mulher de echarpe rosa", diz, para logo depois encontrar uma echarpe rosa pendurada no cabideiro.
- O elenco está afinado: destaque para Alexandra Richter - que faz uma ótima "melhor amiga" - mostra um pouco mais do que sua veia cômica. A bela relação de amizade entre as duas é tocante. "Pegue minha bolsa de maquiagem. Tõ tão feia", diz quando está na cama do hospital.
- Sim, Lília se deu bem: pegou Gianechini e Cauã Reymond no mesmo filme. Sim, para quem aprecia homens mais velhos, José Mayer está a toda.
- É verdade que mostram umas situações inacreditáveis. Ou seja, nenhuma mulher por volta dos 40 anos pagaria tamanhos micos. Passe por cima. O roteiro é muito maior do que isso.

Vá assistir e depois me dê seu veredicto.

Divã I

Aproveitei o almoço para dar uma fugida até o cinema. Não dava para resistir saber que "Divã" está em cartaz aqui do lado e eu ainda não tinha assistido. Ainda mais diante do que venho lendo, de que o filme está bombando.
Morram de inveja!!

Ana Carolina no Divã

Não vou viver, como alguém que só espera um novo amor
Há outras coisas no caminho aonde eu vou
As vezes ando só, trocando passos com a solidão
Momentos que são meus e que não abro mão
Já sei olhar o rio por onde a vida passa
Sem me precipitar e nem perder a hora
Escuto no silêncio que há em mim e basta
Outro tempo começou pra mim agora

Vou deixar a rua me levar
Ver a cidade se acender
A lua vai banhar esse lugar
E eu vou lembrar você

É... mas tenho ainda muita coisa pra arrumar
Promessas que me fiz e que ainda não cumpri
Palavras me aguardam o tempo exato pra falar
Coisas minhas, talvez você nem queira ouvir

Miscelânea

Vc sabia que os Menudos estão de volta? Pois é, os latinos que deixavam a garotada descabelada no Brasil em meados dos anos 80 (eu estou fora dessa, graças a Deus!) já estão gravando cd. Não voltam na versão original, até pq o Ricky Martin nunca pagaria um mico deste tamanho depois da fama q obteve solo. Agora o grupo se restringirá a Ray, Robby e Charlie. É ver para crer.

**
Agora é sério. A Secretaria de Turismo está querendo trazer o Rock in Rio de volta à sua cidade natal. E já não era sem tempo. Depois de fazer algumas edições do festival em Lisboa e Londres, a idéia é torná-lo um evento anula na Cidade maravilhosa. Acho ótimo e torço por isso há tempos.

**
Budapeste, livro sublime do meu amado Chico Buarque que está chegando às telonas, foi lançado nesta semana. Com a presença do próprio.

Vida nova

Uma conhecida separou do marido galinha. O negócio era "favas contadas", mas ao contrário do que todos achavam ela não resolveu a situação por tê-lo pego em alguma situação duvidosa, mas simplesmente por ter cansado dele - da sua indiferença, da sua distância, das suas piadas nas quais ela era sempre o alvo. Eu mesma fui testemunha de algumas situações.
Menina bonita e bem empregada, deu um "basta" na situação, arrumou as coisas e se mandou para a casa dos pais. O espertalhão - que dava voltas na moça das maneiras mais impensáveis - se viu só... e ficou triste.
Os conhecidos disseram que era temporário. A tristeza dele e a decisão dela.
Na última semana, a bela arrumou outro emprego. Eu sorri, cá com os mesu botões. Torço por ela e é certo que a dor de corno pelo fim do casamento vai ser reduzida, falei a quem me perguntou o que achava - como alguém que já passou pela experiência. Afinal, ela vai conhecer um mundo novo, comprar novas roupas, ter novos interesses e amigos.
Tô apostando que não tem volta.
O próximo passo agora é ela cortar os cabelos. Se o fizer, posso afirmar que a tristeza dele vai ser temporária, mas a decisão dela não será mudada. Mulher quando separa quer mudar o que há por fora. A idéia na verdade é mexer no que dói por dentro, mas como é impossível o processo ser tão rápido inicia pela aparência, a imagem que os outros vêem.
Depois disso, é vida nova.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Fatima

Hoje é o dia de N.Sra. de Fátima.
Viva ela!

**

Fátima
Capital Inicial
Composição: Flávio Lemos, Renato Russo

Vocês esperam uma intervenção divina

Mas não sabem que o tempo agora está contra vocês

Vocês se perdem no meio de tanto medo

De não conseguir dinheiro pra comprar sem se vender

E vocês armam seus esquemas ilusórios

Continuam só fingindo que o mundo ninguém fez

Mas acontece que tudo tem começo

Se começa um dia acaba, eu tenho pena de vocês

E as ameaças de ataque nuclear

Bombas de neutrons não foi Deus quem fez

Alguém, alguém um dia vai se vingar

Vocês são vermes, pensam que são reis

Não quero ser como vocês

Eu não preciso mais

Eu já sei o que eu tenho que saber

E agora tanto faz

Três crianças sem dinheiro e sem moral

Não ouviram a voz suave que era uma lágrima

E se esqueceram de avisar pra todo mundo

Ela talvez tivesse um nome e era: Fátima

E de repente o vinho virou água

E a ferida não cicatrizou

E o limpo se sujou

E no terceiro dia ninguém ressuscitou

É brincadeira...

Nestes primeiros meses de 2009, a política brasileira foi pródiga.
Teve a farra das viagens com o dinheiro público - em que até o Gabeira e a Heloísa Helena entraram na festa. Que decepção!
Hoje, um deputado se envolveu no Sul em um acidente de carro e matou dois jovens. Detalhe: o cara tinha 23 multas por alta velocidade e estava com a carteira suspensa. É brincadeira, né? Isso sem falar da síndrome do "Se Lixando". Por mim, colocava este Sérgio Moraes para fora do Congresso. Que vergonha!!
Espero q quem tenha votado nele lembre-se disso e não repita a dose.

terça-feira, 12 de maio de 2009

Ana e Maria (um pouco da história da rainha Elizabeth)

Estou ficando especialista em pegar DVDs e não assistir a todos. Será que sou a única com este vício? No último fim de semana, peguei "Rebobine, por favor" e "Adrenalina" e ambos voltaram para a locadora hoje sem terem sido assistidos. Pelo menos, consegui ver "A Outra", filme inspirado no best-seller "A Irmã de Ana Bolena", escrito por Philippa Gregory. Recomendadíssimo.
O filme resgata momentos pouco comentados na história da Inglaterra, como a morte da mãe da menina que um dia viria a ser rainha, e personagens quase desconhecidos, como a irmã de Ana Bolena, Maria.
E eu preciso dizer que adoro épicos.
As irmãs, vividas por Natalie Portman (brilhante!) e Scarlett Johansson (com uma beleza apagada), são convencidas por seu pai a aumentar o status social da família, conquistando o rei da Inglaterra, Henrique VIII. A disputa entre as duas é o centro desta história de amor e traição. O filme mostra a ruptura do rei com a Igreja Católica e um trecho da vida da pequena Elizabeth.
Corre lá para ver.

HIV???

Esta é para matar um do coração. Imagina vc ser diagnosticada como soropositivo pouco tempo antes de dar à luz. E descobrir q os exames estavam errados algum tempo depois?? Indenização é o mínimo.
http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL1122608-5598,00-RESULTADO+ERRADO+DE+EXAME+DE+HIV+GERA+INDENIZACAO+DE+R+MIL.html

Devo, não nego...

Eu sinceramente não entendo como algumas vezes conseguem dever a outras sem a menor preocupação. Não me imagino na mesma situação. Colocar minha cabeça no travesseiro sabendo que tenho que pagar fulano, beltrano e ciclano. E ainda ter a cara-de-pau de passar meses nesta situação fingindo normalidade.
Dizem que isso é uma síndrome do pobre, porque rico não está nem aí. Na verdade, trabalha com o cheque especial estourado e ganha grana com as facilidades que os bancos oferecem em cima disso. Se um te dá 10 dias sem jutos, uso tudo. Quando estiver acabando, pago este e passo a dever o outro. E assim vai...
Pobre é que quer pagar tudo em dia e dormir tranquilo.
O pior é que existem situações nas quais quem ainda não foi pago começa a se sentir mal de tanto cobrar o que é seu de direito. E o caloteiro não se cansa de explicar todos os seus problemas como se a criatura fosse culpada por qq coisa.
Às vezes, a humanidade me cansa.

segunda-feira, 11 de maio de 2009

O cliente e sua razão

Uma amiga teve seu cartão clonado. O gerente do banco dela não moveu uma palha para resolver a situação. Indicou que ela procurasse o serviço de fraudes da instituição. Precisei de um empréstimo no meu banco há três ou quatro meses e o banco negou. Liguei para minha gerente e ela me disse que o banco era conservador. Informei que nunca tinha visto tanto conservadorismo, afinal sou cliente há 12 anos. Minha mãe - no fim do ano passado - foi destratada pelo gerente da agência dela em público. Um absurdo. O negócio foi tão feio que eu mesma queria ir lá dar umas porradas nele.
E aí fica a questão?
Para q servem estas instituições financeiras além de cuidar do nosso dinheiro mal e porcamente? Os caras mamam da nossa grana, trabalham com os juros, enriquecem e depois nos tratam como se fôssemos lixo. Acredito que só quem é preparado deveria assumir um posto tão privilegiado quanto um gerente de banco, afinal eles é que estão em permanente contato com o público. E, sim, fazer o papel que lhes cabe: estar disponível, oferecer atendimento honesto, ser educado - além de entender do dia-a-dia de sua rotina.
Meu conselho: faça seu papel de cliente. Temos este direito - ou melhro, este dever. Se vc tem o mesmo problema, ligue para a ouvidoria do seu banco. Se não resolver, troque de gerente. Se ainda continuar assim, troque de banco. O cliente é quem tem sempre a razão.

Ufa!!

O fim de semana foi mais cansativo do que relaxante.

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Filtro solar

E finalmente vamos aproveitar o fim de semana, o mundo, a vida. A menina faladeira que habita o meu ser hoje tá precisando relaxar.
Para começar bem o processo, posto o poema do meu queridíssimo ídolo, Pedro Bial.
Beijo para é de beijo.

FILTRO SOLAR

Nunca deixem de usar filtro solar. Se eu pudesse dar uma só dica sobre o futuro seria esta: Use filtro solar. Os benefícios a longo prazo do uso de filtro solar estão provados e comprovados pela ciência.Já o resto dos meus conselhos não tem outra base confiável alem de minha própria experiência errante.Mas agora eu vou compartilhar esses conselhos com vocês:Aproveite bem, o máximo que puder, o poder e a beleza da juventude, ou então esquece, você nunca vai entender mesmo o poder e a beleza da juventude até que tenham se apagado.Mas pode crer, daqui a 20 anos você vai evocar as suas fotos e perceber de um jeito que você nem desconfia quantas, e tantas alternativas se escancaravam a sua frente e como você realmente estava com tudo em cima. Você não está gordo ou gorda.NÃO se preocupe com o futuro, ou então preocupe-se se quiser, mas saiba que pré ocupação é tão eficaz quanto mascar chiclete pra resolver uma equação de álgebra.As encrencas de verdade em sua vida tende a vir de coisas que nunca passaram pela sua cabeça preocupada e te pegam no ponto fraco às 4 da tarde de uma terça feira modorrenta.Todo dia enfrente pelo menos uma coisa que te meta medo de verdade.Cante.NÃO seja leviano com o coração dos outros, não ature gente de coração leviano.Use fio dental.NÃO perca tempo com a inveja.Às vezes se está por cima, às vezes, por baixo.A peleja é longa e no fim é só você contra você mesmo.Não esqueça os elogios que receber. Esqueça as ofensas. Se conseguir isso, me ensine.Guarde as antigas cartas de amor.Jogue fora os extratos bancários velhos.Estique-se.Não se sinta culpado por não saber o que fazer da vida. As pessoas mais interessantes que conheço não sabiam aos 22 o que queriam fazer da vida. Alguns dos quarentões mais interessantes que conheço ainda não sabem.Tome bastante cálcio, seja cuidadoso com os joelhos: você vai sentir falta deles.Talvez você case, talvez não. Talvez tenha filhos, talvez não.Talvez se divorcie aos 40, talvez dance ciranda em suas bodas de diamante.Faça o que fizer, não se auto-congratule demais, nem seja severo demais com você. As suas escolhas tem sempre metade das chances de dar certo. É assim pra todo mundo.Desfrute de seu corpo, use-o de toda maneira que puder. Mesmo. Não tenha medo do seu corpo ou do que as outras pessoas vão achar dele. É o mais incrível instrumento que você jamais vai possuir.Dance, mesmo que não tenha aonde além do seu próprio quarto.Leia as instruções, mesmo que não vá segui-las depois.Não leia revistas de beleza: elas só vão fazer você se achar feio.Dedique-se a conhecer os seus pais. É impossível prever quando eles terão ido embora de vez.Seja legal com seus irmãos.Eles são a melhor ponte com o seu passado e, possivelmente, quem vai te apoiar no futuro.Entenda que amigos vão e vem, mas nunca abra mão de uns poucos e bons.Esforce-se de verdade para diminuir as distâncias geográficas e de estilos de vida, porque quanto mais velho você ficar, mais vai precisar das pessoas que conheceu quando jovem.More uma vez em Nova Iorque, mas vá embora antes de endurecer.More uma vez no Havaí mas se mande antes de amolecer.Viaje.Aceite certas verdades inescapáveis:Os preços vão subir.Os políticos vão saracotear.Você também vai envelhecer.E quando isso acontecer você vai fantasiar que quando era jovem, os preços eram razoáveis, os políticos eram decentes e as crianças respeitavam os mais velhos.Respeite os mais velhos.E não espere que ninguém segure a sua barra.Talvez você arrume uma boa aposentadoria privada, talvez case com um bom partido, mas não esqueça que um dos dois pode, de repente, acabar.Não mexa demais nos cabelos senão quando você chegar aos 40 vai aparentar 85.Cuidado com os conselhos que comprar, mas seja paciente com aqueles que os oferece.Conselho é uma forma de nostalgia. Compartilhar conselhos é um jeito de pescar o passado do lixo, esfrega-lo, repintar as partes feias, reciclar tudo o que mais vale.Mas, no filtro solar, acredite.

Para que ser mãe?

Roubei um post fofo do Blog da Dri. Se vc não conhece, não sabe o que tá perdendo. Clique aí nos meus favoritos e vc vai conhecer o que há de melhor entre os melhores textos do mundo.
Este é para as mães. Vamos aproveitar o dia delas. Eu não sou mãe, e não pretendo ser por enquanto. Mas... Elas são do cacete mesmo, né?

Motivos para, ainda assim, valer a pena ser mothern:
. para ver seu corpo mudar de forma e gerar outra pessoa;
. para descobrir que a sua capacidade de amar é muito maior do que você imagina;
. para entender melhor a sua mãe;
. para ouvir alguém te chamar de mãe;
. para ver de perto uma criança crescendo;
. para ficar mais generosa;
. para ter um motivo pra escorregar no toboágua;
. para o seu casamento passar por uma prova de fogo;
. para mudar de prioridades;
. para comprar o enxoval;
. para escolher o nome;
. para ver alguém bem parecido com você;
. para descobrir seus dotes de cantora, atriz e fotógrafa;
. para alterar completamente seu relógio biológico;
. para não passar o domingo vendo televisão;
. para pagar menos no seguro do carro;
. para parar de se preocupar com a arrumação da casa;
. para ver seu peito dar leite;
. para encher a casa;
. para parar de encher a cara;
. para catar piolho;
. para ir ao zoológico;
. para aprender o que é molusco e exantema súbito;
. para voltar a brincar de boneca;
. para fazer novos amigos;
. para conhecer a pessoa mais linda que você já viu no mundo.

Ai...

Engoli uma vitrola (lembra?). Tô tão faladeira hj.
E inspirada....

Gosto eclético

Meu cunhado querido me fez o favor de me apresentar a um site onde descobri as delícias de baixar todo o som que conseguir na vida. Um fato histórico, pq sou uma jurássica quando me refiro a internet.
Adorei a experiência.
No tal site, tem de tudo. E eu realmente sou uma pessoa que gosta de tudo relativo a música. Tudo mesmo. Consigo me divertir ouvindo Zezé di Camargo, assim como curto Chico. Vale Latino e o melhor do samba. Rola Shakira? Tô dentro. Vai tocar um pop-pós-eletrônico-de primeira? Me chama que eu vou. E forró, brega, axé. Tudo em seu devido lugar, em sua hora certa. Sem problemas.
Isso, é claro, para mim é ser eclética; para outros, pode parecer como "gosto duvidoso". Não ligo. Ou melhor, ligo, sim. E me acabo de cantar, dançar, viajar nas letras e melodias.
Desde ontem, me divirto com isso feito criança...
Quer tentar? Pinta lá no www.4shared.com.
Só para ter uma idéia do ecletismo, desde ontem, gravei Vinícus com Baden, Ivete, Zeca Baleiro e Pagodinho, Pedro Mariano, Zé Ramalho, Goo Goo Dolls, Marjorie Estiano, e por aí vai...
Tudojuntoemisturado. Muito bom...

Em pauta: o carnaval de rua

Para quem gosta, para quem não gosta, para quem passou a gostar (como eu) de Carnaval, para quem gostava e desgostou com o tempo, uma bela idéia é hoje ir participar do seminário "Desenrolando a Serpentina". A querida Rita Fernandes, uma das manda-chuvas lá da Sebastiana (associação que reúne os blocos de rua aqui no Rio), tá pilotando o evento, que vai contar com seminário, exibição de filmes, exposição e, no fim, é claro, roda de samba.
Dizem que até o Eduardo Paes vai pintar por lá para debater com a galera boa de chinfra o que será dos blocos de rua.
É engraçado isso. Todo o mundo vivia reclamando que no Rio só tinha desfile de escolas de samba, que ficou abandonado, que não aguentava mais ter q optar pela Região dos Lagos para ter algo diferente para fazer. Os blocos reviveram e agora o povo reclama. Tudo bem, tudo bem. Não moro na rota de nenhum deles, mas há que se ter paciência, tolerância... são as regras do bem viver numa cidade grande como a nossa. A alma do carioca é carnavalesca mesmo. Sempre - digo "sempre" mesmo - haverá mijões, gente sem educação, sujeira nas ruas. E ponto.
Se querem um evento popular, gratuito nas ruas, podemos melhorar a situação, mas acho escroto pensarem num "blocódromo". É acabar com a espontaneidade do movimento. Se vão colocar ou não abadá é uma outra história, mas pensemos com mais tranquilidade.
E viva o Zé Pereira.

Zeca-Feira

Hoje é Zeca-Feira mesmo.
Zeca Pagodinho, o mestre, nos dará ahonra de sua presença neste finde nos palcos do Rio. O "cara" se apresentará no Credicard Hall nesta sexta, dia 8, e amanhã, 9 de maio. Quem puder, compareça que o negócio é de primeira.